Autor: jestevaocruz

  • CCDR Algarve age na descarbonização regional

    O projeto apontava para a identificação de intervenções e respetivos investimentos considerados necessários realizar no Algarve, a candidatar ao Programa Regional Algarve 2030 e que concorrem para o compromisso nacional de atingir a neutralidade carbónica em 2050.

    Concluído no final de 2023, deu a conhecer as condições de aplicação de energias renováveis, nomeadamente energia solar fotovoltaica, nos edifícios e equipamentos públicos, afetos aos Municípios e Freguesias, IPSS e Misericórdias, bem como nas Áreas de Acolhimento Empresarial – por ser um meio de apoiar a competitividade das empresas aqui instaladas -, e estimar o potencial de utilização desta fonte energética nos mesmos.

    Para o efeito, aponta a CCDR Algarve «contou-se com a colaboração imprescindível dos municípios, tendo sido dada prioridade aos equipamentos públicos especificamente nas áreas dos serviços municipais, do ensino, do desporto, sociais e empresariais localizados em áreas de acolhimento empresarial. Igualmente de destacar a ampla participação de IPSS e Misericórdias»

    O trabalho efetuado compreende seis relatórios técnicos, incluindo o Plano de Ação que reúne, para cada município, as intervenções e respetivos investimentos considerados essenciais, face ao potencial de utilização de energia solar nos equipamentos estudados, bem como uma proposta de reforço de carregadores de veículos elétricos nos locais avaliados.

    O Plano de Ação foi apresentado no dia 10 de julho, numa sessão pública realizada em Silves, que contou com uma participação alargada das autarquias e de outros representantes de entidades e empresas.

    É, agora, salientada a importância de prosseguir com o presente trabalho, através da validação individualizada das ações propostas e da definição de prioridades.

    Vão procurar o envolvimento dos municípios, dos responsáveis pelos equipamentos sociais e entidades gestoras das áreas de acolhimento empresarial, especificamente Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, IPSS e Misericórdias para a execução do Plano de Ação, com a apresentação das respetivas candidaturas ao Programa Regional Algarve 2030.

  • Gestão de fogos rurais

    A Comissão Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais, reuniu hoje em sessão deliberativa nas Instalações da CCDR Algarve – Agricultura e Pescas no Patacão, Faro.

    Teve em vista a necessidade de «assegurar o financiamento das atribuições e competências dos Municípios no domínio do Sistema Integrado de fogos rurais, em particular por não estarem suficientemente definidos os financiamentos para a região do Algarve através do PEPAC e do Fundo Ambiental».

    Tendo em conta a apresentação da proposta de Plano Regional de Ação por parte da AGIF, foi adotada a proposta dos municípios de suspensão da «reunião deliberativa até ao próximo dia 30 de setembro».

    Sguem-se os contatos institucionais com o Governo e a Associação Nacional de Municípios Portugueses visando transmitir a especificidade dos impactos deste sistema na região do Algarve na implementação do Plano Regional de Ação, do Programa Sub-regional de ação e dos programas municipais de execução.

    Os Municípios assumem ter «desenvolvido as ações da sua responsabilidade e estão, entretanto, a preparar os programas municipais de execução».

    Até ao dia 1 de novembro os Municípios deverão submeter as propostas de planos municipais de execução.

    Por proposta da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) foi apresentada a proposta das Áreas Prioritárias de Prevenção e Segurança (APPS), correspondendo a um trabalho em rede com todos os Municípios, a qual foi aprovada e será futuramente colocada em consulta pública.

  • O relatório da sinistralidade


    Segundo o divulgado no Relatório de Sinistralidade a 24 horas e Fiscalização Rodoviária de março de 2024, no primeiro trimestre de 2024, foram registados menos acidentes, menos vítimas mortais e feridos leves. Contudo os feridos graves aumentaram.

    De janeiro a março de 2024 foram registados 8.268 acidentes com vítimas, 105 vítimas mortais, 552 feridos graves e 9.642 feridos leves no Continente e nas Regiões Autónomas.

    Em relação a 2019, o ano de referência para monitorização das metas de redução do número de mortos e de feridos graves até 2030, fixadas pela Comissão Europeia e por Portugal – registaram-se menos 153 acidentes (-1,8%), menos 15 vítimas mortais (-12,5%) e menos 419 feridos leves (-4,2%). Contudo, apuraram-se mais 19 feridos graves (+3,6%).

    No Continente, registaram-se 7.918 acidentes com vítimas, dos quais resultaram 103 vítimas mortais, 513 feridos graves e 9.254 feridos leves, durante o período em análise.

    Feita a comparação com o com o período homólogo de 2014, o número de vítimas mortais baixou (-1,9%), tal como o índice de gravidade (-15,5%). Em contrapartida, registou-se um aumento nos feridos graves (+17,1%), feridos leves (+14,4%) e nos acidentes (+16,0%).

    Comparativamente ao período homólogo de 2019, registou-se uma diminuição nos acidentes, nas vítimas mortais e nos feridos leves, com menos 131 acidentes (-1,6%), menos 14 vítimas mortais (-12,0%) e menos 393 feridos leves (-4,1%). Em contrapartida, houve mais 24 feridos graves (+4,9).

    Face ao primeiro trimestre de 2023, observaram-se aumentos em todos os indicadores, exceto no índice de gravidade. Registaram-se mais 251 acidentes (+3,3%), mais duas vítimas mortais (+2,0%), mais 17 feridos graves (+3,4%) e mais 337 feridos leves (+3,8%).



  • Freguesia do Espírito Santo quer água do Guadiana

    Os municípios do Baixo Alentejo pretendem que o projeto, para além de servir para abastecer o Algarve, sirva a população local.

    A decisão aprovada, por unanimidade, durante a reunião do conselho intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL), que integra 13 dos 14 municípios do distrito de Beja.

    A CIMBAL deu nota que o projeto de captação de água do Guadiana para abastecimento ao Algarve, através de uma conduta adutora até à albufeira de Odeleite, no concelho de Castro Marim, esteve em consulta pública até 29 de abril e mereceu parecer negativo da Câmara de Mértola e da Associação de Municípios para a Gestão da Água Pública do Alentejo (AMGAP).

    O concelho de Mértola, lembra a CIMBAL, é um dos territórios mais suscetíveis à desertificaçãoe debate-se com escassez de água e elevado stress hídrico, agravados por períodos de seca mais prolongados”.

    Muitas das localidades do município de Mértola, são abastecidas com recurso a captações subterrâneas, e pudemos, por diversas vezes, testemunhar que, por largos períodos, o único recurso para o abastecimento público são os transportes frequentes com utilização de autotanque.

    Mais castigada é a freguesia de Espírito Santo, onde o projeto elaborado pela empresa Águas do Algarve, S.A. prevê a criação de uma captação de água superficial na zona estuarina do rio Guadiana, junto à povoação de Mesquita.

    Os autarcas entendem fazer todo o sentido existir uma conjugação de esforços que permita ajudar a solucionar o problema de falta de água nesta freguesia do concelho de Mértola, aproveitando o projeto de reforço de abastecimento de água ao Algarve.

    No documento, a comunidade intermunicipal exorta todos os envolvidos a procurar condições para o abastecimento público de água às localidades da freguesia do Espírito Santo, a partir do projeto proposto ou de outras soluções técnica e financeiramente mais convenientes.

    A tomada de posição vai ser remetida a diversas entidades, como o Ministério do Ambiente e Energia, Agência Portuguesa do Ambiente, Águas do Algarve, Águas Públicas do Alentejo e comissões de coordenação e desenvolvimento regional do Alentejo e do Algarve, entre outras.

    O projeto de captação de água do rio Guadiana no Pomarão para abastecimento ao Algarve, incluído no Plano Regional de Eficiência Hídrica daquela região, está avaliado em cerca de 61,5 milhões de euros e é apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    O investimento permitirá reforçar a garantia e aumentar a resiliência do sistema multimunicipal de abastecimento urbano de água do Algarve, face aos efeitos esperados e já sentidos das alterações climáticas, segundo as conclusões do resumo não técnico do Estudo de Impacte Ambiental (EIA).

  • Fátima Palma fala das escavações na Mesquita

    A recente entrevista de José Serrano, ao Diário do Alentejo, com Maria de Fátima Palma, arqueóloga e coordenadora científica do projeto Iacam, que, com a devida vénia, resumimos e partilhamos com os nossos leitores, revelou detalhes fascinantes sobre a quarta campanha de escavações na aldeia da Mesquita, em Mértola.

    O projeto, uma colaboração entre a Universidade de Granada e o Campo Arqueológico de Mértola, trouxe à luz novos dados que enriquecem o entendimento do local.

    Foram identificadas três fases distintas: uma necrópole do século X com sepulturas cristãs, uma casa medieval islâmica do século XII ao XIII com um pátio central e vários compartimentos, e uma necrópole do século XVI próxima à ermida de Nossa Senhora das Neves.

    Estes achados sublinham a importância da Mesquita como um sítio de valor arqueológico e histórico, fornecendo uma janela para o passado da região e reforçando o vínculo da comunidade com sua herança cultural.

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  • Pedro dos Santos ganha prémio de poesia

    O poeta eborense Pedro Dos Santos foi, recentemente, galardoado com o prémio “Trofeo de Oro” pelo grupo de poesia virtual Poesías Que Rebelan tu Alma, do Paraguai, revela site odigital.sapo.pt

    A distinção foi atribuída ao poema «Olhar e Mágico luar», pela riqueza do conteúdo e figuras de estilo.

    O poema vencedor será incluído na coletânea «(Re)Começo», que reunirá trabalhos premiados do autor entre 2023 e 2024. O lançamento do livro está previsto para 2024/2025, em Évora.

    O «Trofeo de Oro» é um prémio honorífico concedido a trabalhos literários em diversas línguas, avaliados e selecionados por um grupo de poetas paraguaios.

    O grupo recebe centenas de trabalhos a cada dois dias e premia apenas os melhores.

  • Bactérias benéficas da vida vegetal

    A evolução das plantas terrestres a partir de ecossistemas aquáticos veio com desafios: adaptação para sobreviver a ambientes hostis e coevolução com outras formas de vida, como bactérias.

    As bactérias são uma das formas de vida mais antigas da Terra e representam cerca de 13% da biomassa total (medida em toneladas de carbono) vista em nosso planeta. As plantas terrestres desenvolveram relacionamentos positivos com algumas bactérias, sem as quais não podem prosperar facilmente. Aumentar o rendimento das colheitas por meios sustentáveis, como bactérias benéficas , terá um impacto positivo para a humanidade.

    Nenhuma planta é uma ilha. As plantas vivem em comunidades, coexistindo com outras formas de vida, como micróbios e animais. A comunicação entre plantas e micróbios é invisível para nós, mas forma uma parte fundamental de suas estratégias de sobrevivência sedentárias. Embora algumas dessas interações possam ser prejudiciais à vida vegetal, há vários efeitos positivos nas relações planta-micróbio.

    O que está por baixo

    Um bom solo é essencial para uma planta saudável. O solo é rico em micróbios: uma colher de chá de solo contém cerca de um bilhão de micróbios. Assim como o microbioma intestinal humano (população de micróbios), que permite um sistema imunológico saudável, o microbioma da planta nas raízes (rizobioma) é único para cada planta e fornece um estilo de vida saudável.

    Sem micróbios do solo, a vida vegetal seria praticamente inexistente, com plantas muito fracas e doentes. A rizosfera que envolve as raízes das plantas contém bactérias, fungos e nematoides, e aqui destacamos como as bactérias beneficiam as plantas.

    Probióticos para plantas

    Bactérias favoráveis ​​às plantas no solo são agrupadas em rizobactérias promotoras do crescimento vegetal (PGPR) que vivem livremente no solo, ou endófitos que colonizam e vivem entre ou dentro das células vegetais.
    PGPR, como o nome sugere, beneficia o crescimento das plantas ao colonizar raízes. As plantas escolhem seus parceiros microbianos secretando açúcares, hormônios e outros compostos no solo; PGPR específico, por sua vez, é atraído para a rizosfera da planta e secreta seus próprios hormônios. A comunicação entre bactérias e hormônios vegetais regula o crescimento efetivo das raízes e protege a planta de micróbios patogênicos.Sem micróbios do solo, a vida vegetal seria praticamente inexistente.

    PGPR secretam antibióticos que matam bactérias patogênicas e enzimas degradadoras da parede celular que inibem o crescimento de patógenos fúngicos. PGPR pode induzir resistência da planta a herbívoros produzindo toxinas específicas ou voláteis que afastam pragas atacantes. PGPR também pode atuar como uma vacina protegendo plantas de danos futuros de herbívoros e até mesmo através de gerações, agindo em sementes. Além disso, PGPR libera produtos químicos e torna os minerais do solo mais disponíveis para a planta; isso aumenta a aptidão da planta para estresses ambientais como seca, salinidade, calor e metais pesados.

    Nitrogênio acessível

    Bactérias probióticas de plantas também incluem endófitos, que vivem simbioticamente dentro das plantas. As plantas precisam de nitrogênio para a formação de clorofila, bem como DNA e proteínas, mas ele não está em uma forma biologicamente disponível na Terra. Algumas bactérias que vivem em solos usam uma enzima especial (nitrogenase) para mudar (ou “fixar”) nitrogênio atmosférico em amônia sob condições anaeróbicas; as plantas então usam a amônia para formar moléculas essenciais. Bactérias rizóbicas fazem isso em estreita colaboração com plantas leguminosas (por exemplo, feijão, ervilha) dentro de estruturas anaeróbicas especiais formadas em pelos radiculares, chamadas nódulos.

    Crédito da foto: Ninjatacoshell, CC BY-SA 3.0 , via Wikimedia Commons

    Outras espécies bacterianas, como diazotróficas, vivem na rizosfera de culturas de cereais e fixam nitrogênio sem produzir nódulos. Os campos de arroz são ricos em cianobactérias (bactérias que fazem fotossíntese) que podem fixar nitrogênio. Algumas espécies de milho produzem mucilagem pegajosa em suas raízes aéreas que aumenta o crescimento de bactérias fixadoras de nitrogênio. No entanto, para cereais, a fixação natural de nitrogênio não é suficiente para suportar um aumento no rendimento da planta. Esforços estão em andamento para aumentar a capacidade dos cereais de interagir com esses micróbios, reduzindo o uso de fertilizantes de nitrogênio poluentes, permitindo a produção sustentável de alimentos.

    O mundo oculto acima do solo

    Tão importante quanto a rizosfera é a filosfera, as regiões aéreas da planta colonizadas por micróbios oriundos do solo, sementes e ar. Assim como os animais têm micróbios em suas superfícies para ajudar a manter um estilo de vida saudável, a filosfera ajuda a manter uma planta saudável ao evitar o crescimento excessivo de patógenos. A filosfera afeta a qualidade do néctar nas flores, manipulando assim o comportamento do polinizador, a longevidade das folhas e o desenvolvimento dos frutos. A composição bacteriana na filosfera é afetada pelas mudanças climáticas, e mais pesquisas são necessárias para entender como isso afeta a produtividade das plantas. A sobrevivência futura das plantações depende da proteção e enriquecimento do microbioma da planta.

    Dra. Radhika Desikan.

    Licença Creative Commons
    (CC BY-NC-ND 4.0)

  • Faleceu Paulo Pinheiro do AIA

    A sua morte representa uma perda significativa para o mundo do automobilismo, especialmente em Portugal, onde foi uma figura chave no desenvolvimento do desporto motorizado.

    Engenheiro mecânico de formação, Paulo Pinheiro foi responsável pelo regresso da Fórmula 1 e do MotoGP a Portugal, além de ter idealizado e construído o Autódromo Internacional do Algarve em 2008.

    As suas contribuições para o desporto e a economia regional são inestimáveis, e o seu legado perdurará na história do automobilismo português.

    A administração do Autódromo Internacional do Algarve expressou profundo pesar e consternação com a sua partida, enviando condolências à família e amigos, a que o nosso jornal se associa.



  • Seis arguidos em parque de campismo ilegal

    Três homens e igual número de mulheres, de idades compreendidas entre os 36 e os 58 anos, foram constituídos arguidos por violação de regras urbanísticas, poluição, desobediência, dano e fraude fiscal, no concelho de Albufeira.

    Também foram apreendidas sete viaturas, pelo Núcleo de Investigação de Crimes e Contraordenações Ambientais (NICCOA) do Serviço da Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), do Comando Territorial de Faro da Guarda Nacional Republicana (GNR).

    As diligências ocorreram no âmbito de uma ação de fiscalização direcionada a um parque de campismo que opera de forma ilegal e onde se encontram instaladas mais de uma centena de «mobilehomes» sem licenciamento, accionadas em cumprimento a 25 mandados de busca, quatro domiciliárias, seis em casas móveis e 15 em veículos.

    Foram detetadas dez infrações, apreendidos 45.253 euros em numerário, 12 casas do tipo mobilehome, 7 telemóveis, 3 computadores portáteis, 1 caçadeira, 14 cartuchos, 1 pistola, 72 munições, 2 carabinas de ar comprimido e diversas ferramentas.

    Esta ação teve sequência em dez autos de contraordenação, quatro por falta de pagamento imposto de circulação e seis por falta de declaração de entrada em território nacional, que foram remetidos à Autoridade Tributária (AT) e à Agência para a Integração Migrações e Asilo (AIMA). Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Albufeira.

    A GNR aproveitou para relembrar a importância deste tipo de fiscalização, uma vez que uma edificação pré-fabricada, casa de madeira, mobile home, contentor, caravana ou outra solução similar, não deixa de estar sujeita a prévio licenciamento urbanístico, independentemente da construção ou instalação em causa poder ser retirada e mudada para outro local.

    A operação contou com o reforço do Destacamento Territorial de Albufeira, do Destacamento de Intervenção (DI) e da Investigação Criminal (IC) do Comando de Faro, da Unidade de Ação Fiscal (UAF), através do Destacamento de Ação Fiscal (DAF) de Olhão e da Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras (UCCF), através do Destacamento de Olhão, e ainda com o apoio da Autoridade Tributária, Proteção Civil de Albufeira, Ação Social de Albufeira, Segurança Social.

  • Enfermeiros da privada em greve

    Os enfermeiros trabalham nas instituições representadas pela Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) e estão a reivindicar a criação de um Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) que lhes assegure melhores condições laborais e salariais.

    A greve de hoje abrange os enfermeiros dos distritos de Santarém, Lisboa, Setúbal, Portalegre, Évora, Beja e Faro.

    Amanhã, 10 de julho, a greve será realizada pelos enfermeiros dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Vila Real, Bragança, Porto, Aveiro, Viseu, Guarda, Castelo Branco, Leiria e Coimbra. A concentração está marcada para as 10:30 junto ao Hospital CUF Porto, na Estrada da Circunvalação.

    Os enfermeiros do setor privado lutam pelo estabelecimento de um CCT que garanta horários regulados, uma carga horária de 35 horas semanais, aumento dos salários, melhoria dos valores das horas penosas e compensação adequada pelo trabalho por turnos.