Foi diretor o do jornal Baixo Guadiana, jornal de território dos municípios de Vila Real de Santo António, Castro Marim e Alcoutim. Era colaborador semanal no Jornal do Algarve onde assinava uma coluna de análise política e social, «Vai andando que estou chegando».
Carlos Luís Figueiras dirigiu o PCP na região do Algarve Esteve à frente da DORAL do PCP, na nossa região, sendo por muitos anos o rosto do partido no Algarve, partido do qual divergiu e foi expulso por divergências insanáveis no início do século, simultaneamente com Edgar Correia e Carlos Brito. Era membro da Refundação Comunista.
Saiu clandestinamente do país, tendo recebido em Bruxelas, onde aderiu ao PCP o estatuto de refugiado político. Na capital belga frequentou a Universidade Livre de Bruxelas em ciências políticas e sociais, tendo rumado a Moscovo onde frequentou o Instituto de Ciências Sociais e Políticas.
Em agosto de 1968, regressou a Portugal, como quadro do PCP, mantendo-se na clandestinidade até ao 25 de Abril de 1974 e dessa experiência publicou o livro «A Casa», com a editora Lápis de Memórias. Tinha em preparação um segundo livro.
À família e amigos, a direção do FOZ – Guadiana Digital, apresenta o sentido pesar pela sua morte.
A decisão aconteceu após a visita da Comissão da ACES Europa, liderada por Gian Francesco Lupattelli, que avaliou as infraestruturas desportivas, o trabalho do município, dos clubes e associações locais, e as perspetivas para o desporto em Albufeira.
A ACES Europa reconheceu a qualidade das infraestruturas de Albufeira, do seu know-how, capacidade de organizar grandes eventos desportivos e o dinamismo associativo.
A candidatura de Albufeira, sob o lema «Desporto é para Todos», destacou-se também pela construção do Centro de Alto Rendimento Desportivo e do Pavilhão Desportivo em Ferreiras, em parceria com as Juntas de Freguesia e associações do concelho.
Albufeira segue o legado de Viseu (2024), Viana do Castelo (2023), Leiria (2022), Odivelas (2020) e Portimão (2019), trazendo o evento de volta ao sul de Portugal.
A CCDR do Algarve, que celebra a escolha, entende que ela «reforça o papel de Albufeira como destino de destaque para eventos desportivos nacionais e internacionais, em áreas como atletismo, basquetebol, futebol, golfe, natação, automobilismo e motociclismo, além de impulsionar os clubes locais e a prática desportiva anual».
Para concluir, o Desporto tem um papel vital no Turismo, embora não tenha sido o foco principal da candidatura, que se centrou mais nas pessoas.
Filipe Martins vai representar Portugal na Copa do Mundo do Panettone em Milão, informou João Conceição.
Filipe Martins, é chef pasteleiro e fundador da Kubidoce e vai representar Portugal na IV edição da Copa do Mundo do Panettone, que decorre de 8 a 10 de novembro de 2024, em Milão.
Esta participação surge após a distinção do seu Panettone Tradicional como o melhor de Portugal na competição nacional de 2023/24.
Trata-se de uma competição internacional que reúne mestres pasteleiros de todo o mundo, avaliando a qualidade e a técnica na produção deste doce tradicional italiano.
Os participantes foram selecionados através de rigorosas provas nacionais realizadas em diversos países, incluindo Portugal, onde Filipe Martins se destacou pela sua abordagem artesanal e respeito pelas técnicas clássicas de confeção do Panettone.
A Base de Vida, fica localizada na Vista Real, é composta por 26 módulos de contentores metálicos, sendo 20 deles para dormitório de pessoal, dois para refeitórios, dois para balneários, um para armazém e outro para receção.
É também na Vista Real que está aprovado um hotel destinado a servir de retaguarda para alojamento dos trabalhadores do próprio empreendimento Verdelago, que iniciou a sua exploração em 2023, nas componentes já construídas.
O promotor diz-se ciente de que a globalidade do empreendimento Verdelago com o hotel de cinco estrelas implica a instalação de cerca de 300 postos de trabalho, com níveis de qualificação exigentes, que face às dificuldades de habitação da região precisariam de um elemento de sustentabilidade e atração. Prevê-se o início da sua construção no início de 2025.
No que diz respeito à Base de Vida, prevê-se a desinstalação em 2026, com a inauguração do hotel do empreendimento Verdelago.
Quando a terminar a obra, do empreiteiro Teixeira Duarte, já em funções, a Base de Vida será retirada e serão repostas as condições iniciais do terreno.
Este protocolo não esquece o atual contexto de escassez hídrica, o aproveitamento de água como reforço do sistema de Odeleite-Beliche para rega e abastecimento público.
A direção da Associação de Regantes do Sotavento Algarvio lançou o concurso para a elaboração do projeto de uma obra que pode proteger a cidade das cheias, assegurando o caudal ecológico desde a Soalheira do Pereiro até São Domingos (águas de maré).
O aproveitamento da água para consumo humano e algum reforço do sistema de rega para estabilizar reservas em tempos de seca é outra das possibilidades.
«Está previsto o armazenamento de cerca de 10hm3, em ano médio, num cenário de redução de precipitação e isto próximo da ETA de Tavira que fornece água tratada a todo o Sotavento do Algarve e a 4,5 Kms do reservatório central de Santo Estêvão que abastece a agricultura também», observa a autarquia.
Com o concurso agora lançado, a Associação de Regantes conta dispor de projeto e estudo de impacte ambiental atualizado, durante o segundo semestre de 2025. Em função das condições estudadas será depois realizado o projeto de execução.
O Município de Tavira manifestou dá nota positiva ao empreendimento e «congratula-se e disponibiliza-se para apoiar, sempre que necessário, o projeto e a futura construção de uma barragem tendo em conta a subida do nível das águas do mar no contexto das alterações climáticas e a probabilidade de agravar o risco e cheias na baixa da cidade de Tavira, tal como aconteceu em 1969 e 1989 e em outras ocasiões, embora com menos impacto».
O relançamento do «Renature Monchique», tem como principal objetivo reflorestar as áreas devastadas pelo incêndio de 2018, estando prevista a realização de uma conferência de imprensa no próximo dia 7 de novembro, às 11h00, no emblemático pico da Fóia, o ponto mais alto da serra de Monchique.
Participam os parceiros do projeto, para apresentar os progressos alcançados e as metas para a nova fase, a qual inclui a plantação de mais 125 mil árvores autóctones na serra algarvia.
No terreno desde 2019, o projeto Renature Monchique procura contribuir para a conservação do carvalho-de-monchique, uma espécie «criticamente em perigo» segundo a Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental.
Este ano, o projeto entra no seu sexto ano de atividade com um novo impulso financeiro de 400 mil euros, assegurado pela companhia aérea Ryanair.
A parceria estratégica está formada entre a Ryanair, o Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA), o Turismo do Algarve, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a Câmara Municipal de Monchique.
PROGRAMA
11:00 horas – Boas-vindas por Paulo Alves (Município de Monchique)
O parque fica localizado junto a serviços públicos, como a Segurança Social, as Piscinas Municipais ou a Escola Secundária, e está aberto 24 horas por dia, 7 dias por semana.
O objetivo é melhorar e incrementar a oferta e condições de estacionamento numa zona que se encontra a 10 minutos do centro da cidade.
Neste terreno onde funcionou um parque improvisado em terra batida, tendo sido melhoradas as condições de conforto e segurança para o estacionamento de veículos ligeiros e criados lugares destinados a pessoas com mobilidade reduzida e zona de estacionamento de motociclos e bicicletas.
Esta obra, custou ao município 435.000 euros, conta com iluminação pública «amiga do ambiente».
A entrada de viaturas e pessoas é efetuada através da Rua A Voz de Loulé, havendo igualmente um acesso pedonal pela Avenida Laginha Serafim.
Com este novo parque de estacionamento, a Câmara Municipal de Loulé pretende reduzir a circulação automóvel no núcleo urbano, promover os modos de mobilidade suave como andar a pé, ou de bicicleta, e assim tornar a cidade mais amiga do ambiente, com emissões de CO2 cada vez mais reduzidas.
A partir de amanhã, 30 de outubro a 3 de novembro, no Sítio do Encalhe, em Silves, realiza-se a «Feira de Todos os Santos».
Município de Silves, este ano, de forma a revitalizar o evento, dando-lhe um novo ânimo, preparou um programa de animação musical que «promete deixar todos a mexer».
Os principais artistas convidados são Iran Costa, Brasa Doirada, Augusto Canário, mas há muitos mais.
A feira é composta pelas exposições de produtos agroalimentares, louça, brinquedos, bijuteria, calçado e muito mais.
Além do mais, são esperadas as tradicionais delícias gastronómicas, presentes nas tasquinhas espalhadas pelo recinto.
Não vão faltar castanhas assadas, farturas, pipocas, algodão doce, cachorros quentes e outros petiscos irresistíveis. Os carrocéis são outra das atrações para miúdos e graúdos.
Foi em julho que as lojas Lidl de norte a sul do país, desafiaram os seus clientes a aderir às faturas eletrónicas, através da app Lidl Plus, com o duplo objetivo de sensibilizar os clientes para a redução do uso de papel, contribuindo para a preservação do ambiente, e de apoiar os Bombeiros Portugueses.
Em cada distrito é entregue a quantia de 2.500 euros na loja que obteve o maior número de novos clientes a aderirem às faturas eletrónicas, tendo sido a de Vila Real de Santo António, no distrito de Faro que alcançou o objetivo.
No ano passado, por ocasião do 2º aniversário da app Lidl Plus, o Lidl doou 36.000 euros a um total de 18 corporações de bombeiros,.
A Plataforma Água Sustentável (PAS) afirma, sem ambiguidades, que a intenção de construir a Estação de Dessalinização de Água do Mar do Algarve (EDAMA) ineficaz, um desperdício económico, uma obra perdulária, um prejuízo para a pesca e turismo locais, tem um elevado custo ambiental e é uma oportunidade perdida pelo governo.
É uma decisão ineficaz, porque, no máximo da sua produção de água, comatará 6,8% do total dos consumos anuais da região, cerca de 236,5 hm3. (20% dos 34% do consumo urbano) quando atualmente se perde, em média, 30% da água nas redes de distribuição urbana do Algarve.
Será um desperdício económico porque desvia verbas que deveriam ser aplicadas em soluções eficazes, como a reabilitação das redes de abastecimento de água, recorrendo à instalação de tecnologias para a deteção e localização de fugas, monitorização e manutenção das perdas de água, e o aproveitamento das águas residuais tratadas (ApR).
Será uma obra perdulária porque se trata de uma obra que produzirá água de menor qualidade e muito cara, o que conduzirá ao aumento do preço da água, sem resolver o problema da sua escassez.
Será um prejuízo para a pesca e turismo locais porque diminui a quantidade e qualidade do pescado, bem como a qualidade da água do mar, descaracteriza e desfigura a paisagem natural da praia da Falésia, zona icónica da costa algarvia
Será um elevado custo ambiental porque a poluição química provocada pela descarga da salmoura misturada com substâncias orgânicas e metais pesados terá efeitos irreversíveis na vida marinha. É uma elevada perda ambiental porque se prevê uma intervenção nas arribas da falésia, com perigo de derrocada, impactes graves no Parque Natural da Ria Formosa, na Zona Especial de Conservação da Ribeira de Quarteira, no Parque Natural Marinho do Recife do Algarve – Pedra do Valado e nos recifes artificiais de Quarteira.
Vai requerer, igualmente, relevados consumos energéticos, sendo cerca de 85% com recurso a combustíveis fósseis, com o subsequente aumento de emissão de carbono para a atmosfera.-
É uma perda de oportunidade de o Governo fazer a diferença, resolvendo o problema dos recursos hídricos no Algarve, pela reprogramação do PRR, direcionando o financiamento para a resolução do problema das perdas de água na rede de distribuição e para a reutilização e das ApR. A dessalinização deveria ser, uma solução de último recurso, o que, manifestamente, não é o caso presente.
Em vez disso, a decisão agora tomada de avançar com o processo da EDAMA criará novos problemas económicos, sociais e ambientais que legaremos às novas gerações.
A PAS considera que o caminho a seguir para evitar a escassez de água não está no aumento da oferta, mas sim na gestão criteriosa do recurso e na execução de ações estruturais, de acordo com a recomendação específica feita a Portugal pelo Conselho Europeu, em 19 junho de 20241
Assim, as ações prioritárias seriam criar condições favoráveis para haver um aumento de Pluviosidade e Retenção de Água no Território, Aumento da Eficiência Hídrica e Promoção do Uso Racional da Água e Reutilização da água, promovendo um modelo sustentável de gestão hídrica que evite agravar os problemas económicos, sociais e ambientais já existentes.
Esta mega infraestrutura coloca em risco o futuro da região e dos Algarvios, conclui a Plataforma Água Sustentável.