Categoria: Algarve

  • Faleceu o poeta Tito Olívio Henriques

    Tito Olívio Henriques, engenheiro, sociólogo, poeta e escritor, faleceu aos 93 anos, depois de uma carreira diversificada e ter sido uma figura de relevo nas Letras algarvias, desde os anos 60.

    Sessenta foram as obras que publicou, tendo recebido mais de uma centena de prémios literários, tendo merecido também reconhecimento em várias medalhas de mérito e homenagens por seu trabalho social e cultural.

    O Rotary Club de Faro instituiu um prémio de poesia Tito Olívio em sua homenagem, incentivando a produção literária e homenageando sua contribuição à cultura.

    Em 2020, a Ordem dos Engenheiros atribuiu-lhe o Prémio Carreira pelos seus mais de 60 anos dedicados à engenharia civil.

    Tito Olívio Henriques é conhecido por várias obras, mas uma das mais destacadas é a sua coleção de poesia publicada através do projeto Cadernos de Santa Maria1Este projeto, iniciado em 1987, inclui uma série de publicações não periódicas que ganharam notoriedade e reconhecimento na literatura portuguesa1.

    Poema de Tito Olívio
    poesia

    À família enlutada e aos seus leitores, a direção de FOZ – Guadiana Digital, apresenta as mais sentidas condolências.

    …/jec

  • PS no Algarve advoga fim da simultaneidade na regionalização

    A lista da Comissão de Honra foi liderada por António Pina, e nela constam todos os autarcas eleitos pelo PS ALGARVE nas câmaras e assembleias municipais e nas juntas de freguesia, «como exemplo de proximidade com as pessoas».

    Álvaro Araújo, presidente da câmara de Vila Real de Santo António foi eleito como presidente do congresso.

    Durante a manhã, foram apresentadas moções setoriais a abordar temáticas diversas, com destaque para as eleições autárquicas de 2025. Habitação acessível, a água, as alterações climáticas e a biodiversidade, a saúde e o fim da simultaneidade da criação das regiões administrativas, foram outros assuntos de relevante interesse para a Região do Algarve.

    O secretário-geral do Partido Socialista Operário Espanhol da Andaluzia, Juan Espadas foi convidado de honra dos socialistas algarvios.

    O congresso regional encerrou cerca das 18 horas,e nele foi aprovada uma Moção Global «Ganhar o Algarve«, tendo por primeiro Luís Graça, reeleito presidente do PS ALGARVE há duas semanas, por voto direto, para um novo mandato.

    Regionalização

    A proposta da Federação do Algarve do Partido Socialista (PS) defende a criação de uma Região Administrativa do Algarve como forma de melhorar a governança regional, conferindo maior legitimidade democrática, eficiência e coesão territorial.

    O texto destaca que, apesar de várias políticas de descentralização, Portugal ainda é um dos países mais centralizados da União Europeia.

    A regionalização permitiria maior proximidade entre eleitores e eleitos, aumentando a participação cidadã, transparência e eficiência nos processos de decisão.

    A proposta defende que a atual reforma das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), embora relevante, não é suficiente, pois essas entidades continuam dependentes do governo central e carecem de legitimidade popular.

    Somente o voto direto da população pode conferir essa legitimidade a um poder político regional.

    Além disso, a Federação do PS Algarve sugere que, numa revisão constitucional futura, «se elimine a exigência da simultaneidade para a criação das regiões administrativas», que atualmente requer um duplo referendo.

    A proposta inclui a criação de «regiões piloto», baseadas numa reforma regional e cooperação intermunicipal, e a formação de uma equipa para avaliar os impactos económicos, financeiros e sociais da regionalização no Algarve.

    Por fim, a Federação planeja liderar o processo de desenvolvimento regional e apresentar uma proposta de alteração constitucional para a criação das Regiões Administrativas no próximo congresso nacional.

    Habitação

    Sobre a Habitação foca-se na crise habitacional que afeta a região, especialmente devido ao aumento dos preços das casas, impulsionado pela especulação imobiliária e pela procura de segundas residências por estrangeiros.

    Este cenário torna a habitação inacessível para muitos que vivem e trabalham no Algarve, incluindo a classe média, jovens e trabalhadores essenciais.

    A Federação reconhece os esforços já iniciados pelo Governo, como o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que visa aumentar a construção de habitação acessível.

    No entanto, considera que essas medidas precisam ser ampliadas e adaptadas à realidade da região, que sofre com a pressão imobiliária.

    Entre as soluções propostas, destacam-se a construção de mais habitação pública, apoiada financeiramente pelo Estado, para arrendamento e compra a preços controlados;


    O incentivo à utilização de terrenos subutilizados (ex. zonas de cultivo abandonadas) para construção de habitação acessível, o que também ajudaria a combater o despovoamento no interior;

    O apoio às cooperativas habitacionais, promovendo modelos de arrendamento acessível e propriedade partilhada;

    Revisão dos Planos Diretores Municipais (PDM) e do PROTAL para permitir uma maior implementação de políticas públicas de habitação.

    Quanto ao impacto do Alojamento Local (AL) na crise habitacional, considera que embora o AL tenha importância para o turismo e a economia, a sua massificação reduziu a oferta de habitação permanente, sobretudo em áreas urbanas.

    A Federação sugere estudar medidas de controlo e limitação do AL, como restrições de licenças em zonas com pressão imobiliária elevada e maior participação fiscal do setor.

    Por fim, a proposta sublinha que a resolução da crise habitacional exige persistência e continuidade nas políticas públicas, além de uma abordagem criativa e integrada. O PS Algarve reafirma o seu compromisso de garantir o Direito à Habitação como um elemento essencial para a igualdade de oportunidades e a dignidade humana.

    A sustentabilidade do Algarve

    O Congresso Regional do PS abordou os desafios ambientais da região, destacando a necessidade urgente de uma resposta integrada para enfrentar as alterações climáticas, a escassez de água e a pressão sobre os ecossistemas.

    O Algarve tem enfrentado condições mais severas do que o previsto, com impactos significativos na água, agricultura e turismo e, sendo o Algarve a primeira região do país com um Plano de Eficiência Hídrica aprovado, com um financiamento de 200 milhões de euros, focado em soluções para mitigar a crise hídrica.

    Apoia a construção da primeira central de dessalinização em Portugal, convertendo água do mar em potável; os planos para reciclar 8 milhões de metros cúbicos de água tratada para agricultura e manutenção de espaços públicos; o reforço da barragem de Odeleite, com condutas para captar água do rio Guadiana, e estudos para aproveitamento da ribeira da Foupana.

    Para a sustentabilidade ao setor primário, apoia a expansão de projetos solares na região é reconhecida, mas com o alerta de que devem ser geridos cuidadosamente para evitar impactos negativos nos ecossistemas e no turismo de natureza.

    Propõe a instalação de painéis solares em edifícios públicos para minimizar a ocupação de áreas naturais.

    Apoia também, no âmbito da preservação de Ecossistemas, a preservação da Ria Formosa, a plantação de espécies autóctones,

    A Ria Formosa é identificada como um dos recursos mais valiosos e vulneráveis, sendo necessário regulamentar atividades turísticas e tráfego de embarcações para proteger este ecossistema.

    Defende-se a plantação de espécies autóctones e a erradicação de espécies invasoras; o apoio à criação da Reserva Marinha da Pedra do Valado; a classificação da Lagoa dos Salgados como Reserva Natural Nacional; a preservação de áreas como o Paul de Lagos, Alagoas Brancas, e Ribeira do Almargem, em colaboração com os municípios de Lagos, Lagoa e Loulé.

      Tudo para melhorar a sustentabilidade ambiental e garantir um Algarve equilibrado entre o desenvolvimento económico e a proteção ambiental.

    1. Pedro Guerreiro no Comité das Regiões

      Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel nomeado membro efetivo do Comité das Regiões, da União Europeia

      Vitor Guerreiro, Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel foi ontem, dia 9 de outubro, nomeado como membro efetivo do Comité das Regiões, da União Europeia, um cargo de elevada importância para a participação democrática, junto dos decisores europeus. Uma nomeação proposta pela Associação Nacional e Municípios Portugueses, efetivada em Resolução de Conselho de Ministros e respetiva publicação em Diário da República, que integrou igualmente como membro efetivo, o autarca de Tabuaço, Carlos Carvalho.

      O edil são-brasense, Vitor Guerreiro, integrou em janeiro de 2014 pela primeira vez a Delegação Nacional do Comité das Regiões, como membro suplente. Ao longo deste período desempenhou funções na Comissões ENVE – Comissão do Ambiente, Alterações Climáticas e Energia, na ECON – Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários, na SEDEC – Comissão para a Política Social, Educação, Emprego, Investigação e Cultura e ainda na Comissão de Recursos Naturais – NAT. Comissões fulcrais para o desenvolvimento global da União Europeia com forte expressão a nível nacional e regional.

      Constituído em 1994, o Comité das Regiões Europeu é a assembleia consultiva dos representantes locais e regionais da União Europeia, que expõe o ponto de vista dos órgãos de poder infranacionais no quadro institucional da Europa. Trata-se de um órgão, com nomeação de 5 em 5 anos, que tem por objetivo a participação ativa na legislação da União Europeia, aplicada a nível local e regional, bem como envolver o nível de governação eleito mais próximo dos cidadãos, de modo a facilitar o processo de integração europeia.

      Importa ainda referir que a Delegação Nacional no Comité das Regiões Europeia é composta por um representante de cada região autónoma e 10 representantes dos municípios. Segundo o recém-nomeado Vitor Guerreiro, “é uma honra enquanto autarca e português ser digno de tão nobre nomeação. Ser representante de Portugal no Comité das Regiões é dar voz às populações, em defesa das diferenças que nos distinguem enquanto região e país e abraçar o diálogo e a união da família europeia em prol do bem comum.”

    2. Ecosistemas de paisagem

      Uma nota da CCDR do Algarve revela que com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo formalizou, na Biblioteca Municipal de Ourique, a instalação do Conselho Consultivo do «Instrumento Territorial Integrado (ITI) Água e Ecossistemas da Paisagem – Algarve e Alentejo».

      Desta forma, ficam unidas as duas regiões numa cooperação que visa a promoção de «estratégias integradas para a gestão sustentável dos recursos hídricos e ecossistemas de paisagem, em territórios, onde se identificam desafios, necessidades e recursos comuns, e envolve dezassete concelhos e cinquenta e nove freguesias».

    3. Opinião | A história do Bolo Pombalino que tem 20 anos

      Mário Luís Leiria Aranha, prestigiado professor da escola secundária de Vila Real de Santo António e sua irmã Suzete Leiria Aranha, excelente pasteleira caseira, tiveram o privilégio de ler os manuscritos encontrados nas obras do restaurante e, ao mesmo tempo, interpretaram e confecionaram, em sua casa, os primeiros pombalinos do sec. XXI.

      Segundo o professor, quando da fundação da vila, o bolo era bastante popular devido à deslocação de inúmera mão de obra, no trajeto que estava repleto de figos, amêndoas, laranjas, alfarrobas e outros frutos, legado dos antigos povoadores da nossa região, os árabes.

      Então as pessoas fizeram uma utilização criativa desses produtos pois, naqueles tempos pós terramoto de 1 de Novembro de 1755, a fome era imensa.

      Quando alcançaram o destino que seria a construção da nobre vila pombalina continuaram a utilizar esses produtos e a fazer bolos dos mesmos, inclusive utilizando o figo e a alfarroba como elementos de uma dieta energética, para eles e para os animais que os ajudavam na enorme tarefa de construir a tão importante e projetada vila pombalina.

      Com o declínio do Marquês, quando da posse da rainha D. Maria I, a primeira rainha de Portugal e dos Algarves, a Vila entrou num período sombrio, só vindo a ressurgir aquando da revolução industrial, com a instalação das fabricas de conserva.

      Com a saída de muitas mulheres de casa para trabalhar nas fabricas perdeu-se o hábito do bolo, mas este ressurgiu no século. XXI, com a preciosa e generosa ajuda do Dr. Aranha e da Dona Suzete.

      O Dr. Aranha era na altura professor aposentado do exercício profissional e era um habitual cliente do grupo «Coração da cidade» ele e a professora Fernanda Pires, conhecida por Madame e seu esposo Alexandre Pires, foram nomeados consultores linguísticos do grupo, pela sua proximidade como clientes, grandes amigos e sobretudo meus professores na escola secundária de Vila Real de Santo António.

      Colaboraram imenso na elaboração de menus, em varias línguas, assim como com relatos históricos sobre variados temas, incluindo muitos da área da gastronomia histórica vila-realense.

      Seguimos orgulhosamente a dar continuidade ao nosso trabalho de pesquisa com a certeza que foi reposto uma parte esquecida da gastronomia vila-realense.

      Atualmente o bolo é muito apreciado por locais e sobretudo por os nuestros hermanos.

      O pombalino continua e continuará a dignificar a nossa terra!

      Nota final: O pombalino foi refeito e reconstruído na base de relatos históricos de frequentadores do café coração da cidade e passo a citar: Dr. Mário Aranha, Suzete Aranha, Madame Fernanda Pires, Alexandre Pires, e ainda com o apoio do IEFP dirigido por o Dr. José Lança, que promoveu um curso de formação profissional de pastelaria e padaria, onde o teste final foi o pombalino que coincidiu com a abertura da grande fábrica «Coração Doce», sob a supervisão do grande mestre de pastelaria Osvaldo Piúza.

      A todos e em nome do grupo coração da cidade os meus sinceros agradecimentos

      Luís Camada, 10.2024

    4. «Monte Gordo Sand Race» com pista de seis quilómetros

      Novidades do evento foram apresentadas pelo Município de Vila Real de Santo António e pelo Automóvel Club de Portugal, que esperam nova enchente na Baía de Monte Gordo.

      A Câmara e o Automóvel Clube de Portugal entendem que, depois do sucesso da edição inaugural, em 2023, a Monte Gordo Sand Race regressa de 22 a 24 de novembro, para uma prova que promete voltar a levar milhares de pessoas a Vila Real de Santo António.

      Os responsáveis do município algarvio e do Automóvel Club de Portugal apresentaram, ontem dia 1 de Outubro, a segunda edição de uma prova que «traz a Portugal as estrelas das corridas em areia, em moto e quad, sob a égide da Federação Internacional de Motociclismo (FIM) e Federação de Motociclismo de Portugal (FMP)».

      A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, esteve representada na sede do ACP pelo presidente, Álvaro Araújo, e pelo vereador do Desporto, Álvaro Leal.

      Revelou um programa considerado mais diversificado para este ano, que «reforça o conceito de verdadeiro festival de desporto motorizado».

      É dado relevo ao fato de se aproveitarem as condições naturais e as infraestruturas hoteleiras da Baía de Monte Gordo.

      O presidente do Automóvel Club de Portugal, colocou em destaque a parceria com o Município de Vila Real Santo António e o trabalho da equipa liderada por Orlando Romana.

      Desportivamente, no ano em curso, uma das grandes novidades é o aumento da pista, agora com 6 quilómetros de extensão, algo que «permite aumentar a capacidade de pilotos e a segurança do traçado, mantendo a excelente visibilidade para os largos milhares de espectadores que são esperados».

      Depois de ter feito parte dos eventos-fundadores da Taça do Mundo FIM de Corridas em Areia, a Monte Gordo Sand Race é este ano a penúltima de seis provas de um calendário que também passa por França, Argentina e Itália, além de Portugal. As inscrições estão disponíveis no site da prova até 8 de novembro.

      Opiniões

      Para Carlos Barbosa, presidente do ACP, «Esta prova foi um sucesso absoluto no ano passado. Os meus parabéns à Câmara Municipal, por ter confiado na nossa equipa e pela visão que teve ao criar este evento-âncora no Algarve em novembro. Tenho a certeza que este ano vamos dar um passo em frente e voltar a afirmar-nos entre os melhores do mundo, também nas provas de motos e quads.»

      Álvaro Araújo, presidente da C.M. de Vila Real de Santo António, acrescentou que «Este evento foi uma aposta claramente ganha e uma forma de contrariarmos a sazonalidade no nosso concelho e não só. Depois de termos cumprido integralmente os objetivos na primeira edição, com um impacto significativo para a economia da região, quisemos este ano criar um programa ainda mais atrativo para os aficionados, para as famílias e para os nossos visitantes. Acredito que será um ano de consolidação na Monte Gordo Sand Race

      Para Álvaro Leal, vereador do Desporto da C.M. de Vila Real de Santo António, «No ano passado, sabíamos perfeitamente do potencial deste evento, para o concelho e para a região. Este ano quisemos reforçar o conceito de verdadeiro festival, proporcionando concertos de música e várias atividades para envolver o público, como o desfile das motos e dos quads até à pista, no sábado. Temos condições únicas em Monte Gordo para uma prova deste género e tenho a certeza que a Sand Race será mais sucesso desportivo e popular.»

      José Rita, Federação de Motociclismo de Portugal e Federação Internacional de Motociclismo falou sobre os competidores afirmando que «O feedback dos pilotos no ano passado foi muito positivo. Ficaram muito surpreendidos com as condições que encontraram, quer na pista quer na envolvência de toda a prova. E se tivermos a sorte de voltar a ter um clima como do ano passado, vai ser mais um grande evento para Portugal na Taça do Mundo.»

      Orlando Romana, o diretor de Prova, afirmou: «No ano passado, percebemos que tínhamos condições para aumentar a extensão da pista e foi isso que fizemos. O percurso este ano terá cerca de 6 quilómetros e vai abranger inclusive a zona piscatória da praia de Monte Gordo, que também é lindíssima. Esta versão permite-nos aumentar o número de pilotos no perímetro, mantendo todas as condições de segurança. Toda a equipa que coloca a prova no terreno está muito otimista, depois da experiência positiva do ano passado.»

      Em Vila Real de Santo António persistem ainda alguns receios em relação ao fato desta prova poder afetar a qualidade das areias da praia de Monte Gordo, embora, não sejam do conhecimento público reclamações dos turistas que usufruíram da praia na época balnear deste ano que seguiu a primeira corrida.

    5. Desaparecida no último dia de trabalho

      Depois do último dia de trabalho, que foi de celebração do encerramento das atividades na unidade hoteleira onde trabalhava, na Praia de Santo António, Carla Leal, é, a pedido da irmã, intensivamente procurada, por populares e autoridades.

      Segundo ArenilhaTV, a participação foi feita junto das autoridades pela irmã, que referiu que ela estava desaparecida desde as 23:00 horas de ontem.

      Carla usava na altura uma camisola de cor bege, com o logótipo do restaurante e um calção da mesma cor e tem o telemóvel desligado desde as 22h00 de ontem.

      Na altura do desaparecimento conduzia um Nissan Terrano II R20, de cor bordô, com a matrícula 91-28-PL.

      Neste momento estão envolvidos nas buscas, a Polícia de Segurança Pública (PSP), Autoridade Marítima Nacional (Comando Local de Vila Real de Santo António), Unidade de Controlo Costeiro e Fronteiras (UCCF), Guarda Nacional Republicana (GNR) e Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC), que tem duas equipas no terreno, uma na zona de Monte Gordo e Vila Real de Santo António e outra na Freguesia de Vila Nova de Cacela.

      Quem tiver informações sobre o seu paradeiro, informar de imediato as autoridades.

      Com Arenilha TV©️2024

    6. Nova unidade de Imagiologia em Loulé

      O Algarve Biomedical Center (ABC) inaugurou a nova unidade de Tomografia Computorizada, batizada de “ABC Imaging Lab”, localizada em Loulé, revelou fonte oficial.

      Este centro tem como principal objetivo incentivar o desenvolvimento da investigação clínica na região, oferecendo exames de alta qualidade em colaboração com a Unidade Local de Saúde e a Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas da Universidade do Algarve.

      A imagiologia, área médica focada no diagnóstico e tratamento através de imagens obtidas por radiação, ultrassons ou radiofrequência, desempenha um papel crucial na investigação clínica e na competitividade regional. A nova unidade promete impulsionar significativamente estas áreas.

      José Apolinário, presidente da CCDR Algarve, destacou a importância da cooperação entre o ABC e o Município de Loulé, com o apoio dos fundos europeus, para a concretização de cinco projetos financiados pelo CRESC Algarve 2020. Entre estes projetos, o Centro de Simulação destaca-se ao receber um apoio de 4,670 milhões de euros para a criação de um centro de investigação de excelência.

      Pedro Castelo-Branco, presidente do ABC, afirmou que a nova Unidade de Ressonância Magnética inclui uma unidade de investigação avançada e será operada por uma equipa técnica altamente especializada. Esta unidade faz parte de um centro mais amplo que também dispõe de um laboratório de genética clínica, uma seroteca, um banco público de células do cordão umbilical e um centro de investigação entomológica.

      Castelo-Branco enfatizou a importância dos fundos europeus para nivelar as diferenças regionais e melhorar a qualidade de vida dos residentes e visitantes. “Graças a esse financiamento, foi possível adquirir equipamentos com tecnologia de ponta, capacitando a formação dos futuros cirurgiões de Portugal”, concluiu.

      A inauguração contou com a presença de Aquiles Marreiros, vogal executivo do Programa Regional ALGARVE 2030, que destacou o impacto positivo deste investimento na saúde e na investigação científica da região.


      saúde
    7. Bairro Digital no Núcleo Pombalino

      O investimento é estimado milhão e meio de euros, com financiamento de 895 mil euros pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e abrangendo cerca de 200 estabelecimentos do Centro Histórico Pombalino.

      O objetivo da criação deste bairro digital procura fortalecer a identidade do comércio local, tornando-o
      mais atrativo e resiliente, com posicionamento de alternativa competitiva com grandes superfícies comerciais e mais visível junto de visitantes espanhóis, com foco na Andaluzia.

      Para tal estão previstos eixos de conectividade e Urbanismo Digital, a instalação de uma rede WiFi urbana, a digitalização da Experiência de Consumo, o desenvolvimento de um Marketplace integrado com aplicação móvel e website próprio.

      O centro contará com a possibilidade de encomendar produtos, reservar serviços, aceder a conteúdos institucionais, a digitalização de Infraestruturas e a criação de um Smart Parking.

      Ao fazer parte dos Bairros Comerciais Digitais, promovendo a modernização e digitalização dos negócios, integrando soluções tecnológicas, a autarquia pretende impulsionar o crescimento económico local.

      Na reunião de 26 de Agosto da Assembleia Municipal do concelho de Vila Real de Santo António, o vice-presidente, Ricardo Cipriano deu nota das linhas gerais deste plano aos deputados municipais.

    8. Começa hoje a Art Expo Algarve no Portimão Arena

      É a terceira edição e tem mais de 140 artistas entre emergentes e de renome internacional, assim como diversas galerias, em representação de mais de 35 países.

      Considerado o maior evento do género alguma vez realizado em Portugal pela IPRICEGRAB, Lda, entidade organizadora, a Art Expo Algarve teve as primeiras edições em 2023, reunindo este ano pintores, fotógrafos, ilustradores e escultores, que promoverão os seus trabalhos.

      Nesta edição, haverá uma demonstração ao vivo a cargo de Denys Dytyniuk, artista de renome internacional e a presença da modelo e empresária Raquel Prates, durante a demonstração amanhã sábado pelas 16:00 horas.

      A feira está vocacionada para que artistas, galerias e coletivos de criadores, estabelecidos e emergentes, exibam e vendam diretamente ao público obras de alta qualidade, em estilos tradicional e contemporâneo, dirigindo-se em especial aos amantes da arte e aos colecionadores.

      A realização do certame, que terá entrada livre e abrirá portas das 10h00 às 20h00, conta com as parcerias das revistas de arte a nível mundial “Art Market Magazine” e “Lens Magazine”, bem como da ARTONLY – Art Suplly Store, além do apoio da Câmara Municipal de Portimão.