Categoria: Algarve

  • Dia Ibérico na Fatacil

    O evento ocorrerá no recinto da Fatacil, na área do Espaço Agropecuário, às 17h00.

    A cooperação transfronteiriça, um dos pilares de desenvolvimento da região Algarve-Alentejo-Andaluzia e parte da estratégia europeia de coesão regional, será o foco desta sessão, que examinará o fortalecimento dos laços entre países vizinhos e como impulsionar projetos que permitam acesso a financiamentos comunitários, promovendo progresso social e econômico nas áreas de fronteira.

    Incluirá a apresentação do projeto RAIA, que visa estabelecer uma rede na região Alentejo-Algarve-Andaluzia, oferecendo às administrações públicas, associações, empresas e cidadãos as ferramentas necessárias para fomentar a inovação agrícola em áreas rurais, transformando a região transfronteiriça de La Raya em um território de novas oportunidades de negócio e preparado para enfrentar novos desafios e oportunidades.

    Após isso, haverá a Apresentação e Degustação de Vinhos da Andaluzia (Huelva), pela VIMAR – Feira do Vinho e do Mar, um evento que une vinho e marisco na Andaluzia e ocorre no final de novembro de 2024.

    No mesmo dia, no espaço “Amar a Terra”, stand da CCDR Algarve, I.P., será possível descobrir os produtos inovadores da República Clandestina, dedicada à produção artesanal de compotas picantes, uma linha única que combina a doçura das frutas com a picância das pimentas.

    A sigla ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) representa um conjunto de responsabilidades ambientais, sociais e de governança que uma empresa ou organização deve adotar para alcançar seu desenvolvimento.

    FOZ & Copilot
  • Revitalgarve promove visita a Explorações Agrícolas

    O propósito é demonstrar a importância da utilização de «Modos de Produção Sustentáveis» de alimentos sazonais e sustentáveis, mais resilientes às alterações climáticas, e que contribuam para a redução da pegada de carbono, e para o incremento dos circuitos curtos agroalimentares e do padrão alimentar mediterrânico.

    A visita no dia 6 de setembro é dirigida fundamentalmente a agricultores e técnicos, tem por tema «Sustentabilidade da Produção Biológica», e é orientada pelo eng.º António Marreiros e o eng.º João Cassinello, técnicos da CCDR Algarve.

    As visitas nos dias 7 e 8 de setembro, sábado e domingo, são direcionadas para toda a comunidade, em especial para famílias.

  • Foz do Almargem e do Trafal protegidas por reserva

    Este ato representa mais um avanço do Município de Loulé na contribuição para a proteção ambiental do planeta e a conservação da biodiversidade.

    Localizada na freguesia de Quarteira, esta área abrange 135,4 hectares e é cortada por duas ribeiras: a ribeira da Fonte Santa ou do Almargem e a ribeira do Carcavai.

    É uma das zonas húmidas mais importantes do Algarve, abrigando uma vasta diversidade de fauna, com 329 espécies identificadas, e flora, com pelo menos 236 espécies, incluindo 18 de interesse conservacionista ou de alto valor patrimonial.

    A criação da Reserva Natural Local permite ao Município de Loulé atingir metas de melhoria na conservação do património natural, de valorização do mesmo, de promoção da apropriação dos valores naturais e da biodiversidade, e de cumprimento da recente Lei do Restauro da Natureza.

    Esta lei tem como objetivo a recuperação de no mínimo 20% das áreas terrestres e marítimas da UE até 2030 e de todos os ecossistemas que necessitem de restauro até 2050. Em breve, será desenvolvido o Plano de Gestão, que envolverá um processo participativo com todas as partes interessadas.

    É importante notar que aproximadamente 63,8% da superfície do concelho de Loulé está classificada de acordo com o Sistema Nacional de Áreas Classificadas (SNAC).

    O Município de Loulé está comprometido com o investimento na proteção legal e na gestão sustentável de áreas de interesse que devem ser preservadas para as futuras gerações, estando em andamento diversos processos de classificação de áreas, como na Nave do Barão e na Gruta de Vale Telheiro.

  • Fatacil de regresso a Lagoa

    Começa amanhã e termina no próximo dia 25 de agosto. A autarquia de Lagoa, como promotora deste evento, reafirma o seu lugar de relevo no panorama cultural e turístico do país, pois atrai visitantes de todas as regiões de Portugal e do estrangeiro.

    A cerimónia de abertura oficial terá lugar na próxima sexta-feira, 16 de agosto, às 18 horas, marcando o início de dez dias de celebração da cultura, música, gastronomia equestre e muito mais. O certame, reconhecido como a maior feira a sul do Tejo, volta a reunir o melhor que o Algarve e o país têm para oferecer.


    Palco Fatacil: Música Para Todos os Gostos

    Um dos grandes atrativos da FATACIL é, sem dúvida, o Palco Fatacil, que, como é habitual, traz consigo um cartaz de luxo com alguns dos nomes mais sonantes da música nacional. A diversidade de estilos e a qualidade dos artistas prometem noites memoráveis, capazes de agradar a públicos de várias gerações.

    O cartaz deste ano inclui: 
    16 de agosto: Os Quatro e Meia 
    17 de agosto: Ivandro 
    18 de agosto: D.A.M.A 
    19 de agosto: João Pedro Pais 
    20 de agosto: Carolina Deslandes 
    21 de agosto: David Carreira 
    22 de agosto: Julhinho KSD 
    23 de agosto: Amália Hoje 
    24 de agosto: Calema 
    25 de agosto: Xutos & Pontapés
     
    Cada noite será uma experiência única, com concertos que prometem cativar o público do início ao fim, consolidando o Palco Fatacil como um dos maiores palcos de música ao vivo do Algarve.

     
  • Agua do mar mais quente no Algarve

    Porém, ainda não foram alcançadas as temperaturas mais elevadas em apenas um dia e registadas na última década. Em 2016, a temperatura da água do mar, em Faro atingiu, a 28 de julho os 26,5ºC e a 6 de setembro de 2021, os 26,3ºC.

  • Castelo de Salir proposto para interesse público

    O Castelo de Salir pode vir a ser classificado como monumento de interesse público (MIP), por iniciativa da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, I.P. que propôs ao Património Cultural, I.P. a abertura do procedimento de classificação, dentro do lema «Juntos o Algarve Avança»

    A pretensão é da Câmara Municipal de Loulé que deseja que o Castelo de Salir, na freguesia de Salir, venha a obter o grau de interesse público «com o objetivo final da apropriação pública deste bem patrimonial e a potenciação dos seus valores culturais e identitários, atendendo a que constitui um testemunho do património arquitetónico medieval islâmico e medieval cristão, na categoria de arquitetura defensiva.»

    Para a Unidade de Cultura da CCDR Algarve, o Castelo de Salir representa um valor cultural e histórico de grande significado no território nacional, pertence a um património medieval islâmico e medieval cristão na categoria de arquitetura defensiva do Algarve.

    Foi conquistado por D. Paio Peres Correia, mestre da Ordem de Santiago, depois da tomada da cidade de Tavira e outros castelos do litoral, entre 1248 e 1249.

    Ali acampou até à chegada do exército de D. Afonso III, e daí partiram para a conquista da cidade de Faro.

    No local foram realizados trabalhos de investigação arqueológica, desenvolvidos desde 1987, da responsabilidade científica da professora Helena Catarino, que confirmam a importância.

    As ruínas do castelo localizam-se na zona poente da povoação, integradas na zona urbana da vila, sobre um cabeço calcário com 256 metros de altura.

    O Castelo de Salir é uma fortificação de origem islâmica, com origem provavelmente no século XII e terá feito parte das fortificações que foram reconstruídas na época almóada para a defesa de Loulé e para proteger as povoações da região rural.

    Os trabalhos de investigação arqueológica realizados revelaram uma malha urbana bastante densa, tendo sido identificadas estruturas pertencentes a seis casas e dois arruamentos.

    Estas casas terão funcionado durante os séculos XII e XIII, tendo sido abandonadas após a conquista cristã. O processo de conquista deste castelo foi bastante duro para a sua população, uma vez que os vestígios encontrados nas escavações arqueológicas mostram níveis de destruição violentos e incêndios de grandes dimensões (Catarino, 1997).

    Atualmente, na área musealizada, podem ver-se as ruínas das casas identificadas durante as escavações arqueológicas, com silos escavados na rocha, arruamentos e canalizações bem como um estreito passadiço ou adarve entre a muralha e algumas das habitações. Apesar da fortificação se encontrar muito destruída pode ainda ver-se um troço de muralha na área escavada e quatro torres, algumas camufladas por entre o casario atual de Salir.

    Com o propósito de valorizar as ruínas foi inaugurado em 2002 o Pólo Museológico de Salir onde se encontram expostos materiais recolhidos durante os trabalhos de escavação arqueológica.

  • Formação turística para imigrantes

    O Governo de Portugal anunciou um novo programa de apoio ao turismo, destinado a capacitar e integrar mil imigrantes e refugiados, com um investimento inicial de 2,5 milhões de euros.

    Esta iniciativa procura mitigar a falta de trabalhadores no setor e promover uma melhor integração dos migrantes no país.

    O programa, revelado a 4 de julho durante o evento «Acelerar a Economia», visa receber tanto profissionais quanto não profissionais num projeto de formação e integração, visando aprimorar as condições de acolhimento dos refugiados e migrantes em Portugal.

    A ação envolverá a rede de escolas de hotelaria e turismo do Turismo de Portugal para a componente teórica da formação, e os participantes terão a chance de fazer estágios em empresas do ramo que se associarem ao programa.

  • Raça bobina algarvia tem mais uma vitela

    No dia 26 de Julho, nasceu mais uma vitela de raça Algarvia, gerada por transferência de embriões, no âmbito do plano de recuperação da raça bovina Algarvia.

    É 6º animal a nascer através do mesmo projeto, considerado como mais um marco importantes que alenta o trilhar de um processo difícil e complexo.

    O plano de recuperação da raça bovina Algarvia, que tem por objetivo evitar a extinção desta raça autóctone portuguesa.

    É o resultado de uma parceria impulsionada pela exDRAP Algarve, integrada na CCDR Algarve I.P. – Agricultura e Pescas, e envolvendo a Ascal – Associação de Criadores de Gado do Algarve, entidade gestora do Livro Genealógico da raça, DGAV – Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, INIAV, IP – Banco Português de Germoplasma Animal, Municipio Silves e universidades.

  • Entraves nos projetos da água e sopro de tarifas aumentadas

    Enquanto o projeto do Pomarão está em andamento, a dessalinizadora encalha nas preocupações ecológicas e no deslize da estimativa de custo.

    Recentemente, foi anunciado um financiamento de 14 milhões de euros para melhorar o abastecimento de água na região, parte de um plano mais amplo que inclui um investimento total de 200 milhões de euros. No entanto, há relatos de que apenas metade da verba da depuração da água do mar está assegurada.

    Em relação à Espanha, existem discrepâncias entre as declarações dos governos português e espanhol. Enquanto a ministra portuguesa afirma que Espanha pagará dois milhões de euros anuais pela água do Alqueva, o governo espanhol nega tal acordo, o que complica o acordo sobre o Boca-Chança e a captação na Mesquita.

    Quanto ao transvase do Pomarão para o sistema Beliche-Odeleite, um projeto que visa aumentar a resiliência do abastecimento de água no Algarve, está em andamento, com um investimento previsto de cerca de 61,5 milhões de euros.

    Este projeto é crucial, pois espera-se que contribua com uma média de 16 hectómetros cúbicos anuais para o abastecimento da região.

    Também a Plataforma Água Sustentável (PAS) questionou novamente a viabilidade da construção de uma dessalinizadora no Algarve, prevista no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), após saber-se que as verbas disponíveis para o projeto são insuficientes e fala-se em repartir este custo pelos consumidores.

    Se este aumento de cerca de 50 milhões de euros for refletido na fatura aos consumidores, anota a PAS haverá um «aumento brutal do valor da pagar pela água».

  • Portaria já saiu mas portagens continuam

    Foi registada ontem no Diário da República a lei que elimina as taxas de portagem nos lanços e sublanços das autoestradas do Interior e em vias onde não existam alternativas que permitam um uso com qualidade e segurança.

    Assim, além da Via do Infante, no Algarve, vão acabar as portagens nas seguintes autoestradas do País: A4 – Transmontana e Túnel do Marão; A13 e A13-1 – Pinhal Interior; A23 – Beira Interior; A24 – Interior Norte; A25 – Beiras Litoral e Alta; e A28 – Litoral Norte, nos troços entre Esposende e Antas, e entre Neiva e Darque.

    A lei só entra em vigor no dia 1 de janeiro de 2025. Até lá, todos pagam.