Categoria: Castro Marim

  • APALA tem um ano

    A APALA – Associação de Pesca Artesanal e Lúdica de Altura celebrou o seu primeiro aniversário, reunindo cerca de 100 pessoas numa homenagem ao legado cultural e ambiental que marca a ligação da comunidade de Altura ao mar.

    A APALA dedica-se a preservar o património piscatório, promovendo práticas sustentáveis e um desenvolvimento local enraizado nos valores e tradições da região.

    A associação tem contado com o apoio da câmara municipal de Castro Marim. O presidente Francisco Amaral e a vice-presidente, Filomena Sintra, estiveram presentes na festa de comemoração do primeiro ano de vida da APALA e a data foi assinalada com uma visita aos varadeiros de pesca.

    Após a visita, os convidados reuniram-se num jantar de convívio no restaurante O Girassol, onde puderam «partilhar memórias e reforçar o sentimento de união em torno da tradição e cultura marítima de Altura».

    O presidente da APALA, Paulo Sousa, destacou o compromisso da associação com a melhoria das infraestruturas locais, afirmando as intenções principais da associação: «É nossa intenção preservar e melhorar as condições do nosso varadeiro e apoios de pesca, para que alguma degradação que hoje se sente faça parte do passado. Queremos que qualquer pessoa que nos visite tenha orgulho no trabalho realizado pelos pescadores de Altura, que, a par do desenvolvimento da sua atividade, souberam cuidar e preservar o seu local de trabalho e os espaços envolventes», esclareceu.

    A APALA, é constituída por famílias locais e descendentes de gerações de pescadores e a sua missão é a revitalizar e perpetuar o saber ancestral, respeitando as boas práticas de pesca lúdica e profissional”.

    Não ficam por aqui, pois querem, para além da preservação da tradição, o fortalecimento da educação ambiental, posicionando-se como um agente de mudança na sustentabilidade e no equilíbrio ecológico.

  • Em Castro Marim caçadores participam na prevenção

    Trata-se de um protocolo prevê a instalação e manutenção de pastagens anuais semeadas de sequeiro em rede de Faixas de Gestão de Combustível integradas nas zonas de caça associativas e municipais do concelho de Castro Marim.

    É uma medida estrutural de Defesa da Floresta Contra Incêndios e a conservação dos solos, que vai contribuir para o controlo da vegetação espontânea.

    Pretende-se ainda que este protocolo permita melhorar a eficácia na mitigação das alterações climáticas e a instalação de uma rede de defesa contra incêndios rurais.

    Será parcelada a rede de faixas de gestão de combustível, implantado as parcelas estrategicamente de acordo com a coordenação dos serviços técnicos florestais do município.

    Este protocolo abrange dezenas coletividades cinegéticas e gestoras de zonas de caça associativa ou municipal do concelho de Castro Marim irá continuar no próximo ano com um novo investimento de cerca de 60 mil euros, intervencionando uma área de 51 hectares.

  • Base de vida na Vista Real

    A Base de Vida, fica localizada na Vista Real, é composta por 26 módulos de contentores metálicos, sendo 20 deles para dormitório de pessoal, dois para refeitórios, dois para balneários, um para armazém e outro para receção.

    É também na Vista Real que está aprovado um hotel destinado a servir de retaguarda para alojamento dos trabalhadores do próprio empreendimento Verdelago, que iniciou a sua exploração em 2023, nas componentes já construídas.

    O promotor diz-se ciente de que a globalidade do empreendimento Verdelago com o hotel de cinco estrelas implica a instalação de cerca de 300 postos de trabalho, com níveis de qualificação exigentes, que face às dificuldades de habitação da região precisariam de um elemento de sustentabilidade e atração. Prevê-se o início da sua construção no início de 2025.

    No que diz respeito à Base de Vida, prevê-se a desinstalação em 2026, com a inauguração do hotel do empreendimento Verdelago.

    Quando a terminar a obra, do empreiteiro Teixeira Duarte, já em funções, a Base de Vida será retirada e serão repostas as condições iniciais do terreno.

  • 100 anos da Banda de Castro Marim com filme

    O Município de Castro Marim continua a assinalar o centenário da Sociedade Recreativa Popular – Banda Musical Castromarinense. Desta vez, com o lançamento de um pequeno filme que conta a história desta importante coletividade do concelho.

    Após o encerramento da exposição intitulada «100 memórias – 100 anos da Sociedade Recreativa Popular – Banda Musical Castromarinense», que esteve patente na Casa do Sal desde maio até ao início desta semana, o Município pretende eternizar a coletividade através da produção deste pequeno filme, disponível no Youtube. (carregar no destaque para ver o vídeo)

    Esta produção conta a história da Sociedade Recreativa Popular – Banda Musical Castromarinense, a recordar o passado e a retratar vários momentos importantes da coletividade ao longo do ano de 2024, como a celebração do centenário, o Dia do Município com os UHF ou a sua participação nos Dias Medievais em Castro Marim.

    O Município avançou também com um registo histórico de tudo o que existe e envolve a Sociedade Recreativa Popular – Banda Musical Castromarinense, com o objetivo de lançar em breve um catálogo.

    A Sociedade Recreativa Popular – Banda Musical Castromarinense é uma das instituições mais importantes do concelho onde é considerada como um orgulho para o Município.

    Foi fundada com um fim mais diverso do que a música, tendo ao longo da sua vida marcado presença em festas, cerimónias e celebrações, além de elevar o bom nome de Castro Marim.

    A participação desta sociedade na vida social, cultural e recreativa de Castro Marim teve um profundo impacto na comunidade durante várias décadas, tendo ganho dinâmica com a Revolução dos Cravos de 25 de abril de 1974, que celebrou este ano o seu 50.º aniversário.

  • Apreensão de amêijoa Japonesa em Castro Marim

    No decorrer de uma operação conduzida pela Unidade de Controlo Costeiro da GNR em Castro Marim, foi realizada uma apreensão significativa de amêijoa-japonesa, totalizando 1.368 quilos.

    Este episódio ilustra a necessidade de monitoramento rigoroso das atividades de pesca e comercialização de bivalves neste território.

    O valor comercial estimado para a amêijoa-japonesa apreendida é considerável, refletindo tanto a procura deste molusco nos mercados internos quanto a sua relevância nas exportações.

    O valor de mercado desta espécie tem vindo a aumentar, o que torna imprescindível assegurar que as atividades associadas à sua captura estejam em conformidade com a legislação em vigor.

    A ação de fiscalização que teve lugar em Castro Marim partiu de uma denúncia recebida sobre o transporte irregular de molúsculos bivalves, particularmente a amêijoa-japonesa, espécie cuja extração e comercialização estão sujeitas a regulamentações rigorosas.

    A informação sobre a possível atividade ilícita foi prontamente analisada pelas autoridades competentes, levando à mobilização de uma equipa especializada para abordar a situação de maneira eficaz.

    Durante a operação, foi identificado um indivíduo que transportava os molúsculos de forma ilegal, sem apresentar os documentos obrigatórios que comprovassem a sua origem e a legalidade da captura.

    Essa infração é grave, uma vez que a pesca não regulamentada pode comprometer os ecossistemas locais e a sustentabilidade das espécies marinhas.

    Os militares da GNR procederam imediatamente à fiscalização, que incluiu a verificação do estado da carga e a confirmação da ausência de documentação pertinente, essencial para garantir a rastreabilidade dos produtos do mar.

    A equipe responsável pela fiscalização foi composta pelo subdestacamento de controle costeiro de Vila Real de Santo António, em colaboração com o destacamento de ação fiscal de Faro.

    O transporte irregular de espécies exóticas, como a amêijoa-japonesa, pode representar um risco significativo para a segurança alimentar e a biodiversidade. Assim, ações de fiscalização como esta são fundamentais para assegurar a proteção das espécies nativas e garantir que os recursos marinhos sejam geridos de maneira sustentável.

    O papel da Unidade de Controlo Costeiro e da Autoridade de Segurança Alimentar é, portanto, primordial no fortalecimento da legislação que protege os ecossistemas e a saúde pública.

    A análise minuciosa dos dados e a pronta atuação diante de irregularidades destacam a importância das ações colaborativas na promoção do cumprimento das normas e no fortalecimento da segurança alimentar, contribuindo, assim, para a preservação dos ambientes marinhos e dos recursos que deles dependem.

    As consequências legais associadas a este tipo de infração podem ser severas.

    O infrator pode enfrentar potenciais coimas, que variam consoante a gravidade da infração e o volume dos bivalves apreendidos. Além das sanções financeiras, este tipo de ação reflete um esforço contínuo das autoridades para desencorajar atividades ilegais que possam pôr em risco a biodiversidade da região e a saúde dos consumidores.

    A apreensão de amêijoa-japonesa revela a importância da vigilância constante e da aplicação das normas pesqueiras estabelecidas, que visam proteger os recursos marinhos e a economia local.

    Impactos da Espécie Invasora

    A amêijoa-japonesa (Ruditapes philippinarum), é classificada como uma espécie invasora e tem gerado preocupações significativas em diferentes partes do mundo, especialmente nas regiões costeiras da Europa.

    A introdução de organismos não nativos como este bivalve pode acarretar efeitos profundos na biodiversidade e na estrutura ecológica dos ambientes que habitam.

    A presença dessa espécie em Castro Marim, por exemplo, levanta preocupações quanto à ausência de rastreabilidade dos bivalves apreendidos, o que dificulta o controle das populações e a assessoria dos impactos ambientais decorrentes de sua introdução.

    Além disso, a destruição dos bivalves apreendidos pelas autoridades, medida tomada em conformidade com a legislação vigente, destaca a necessidade de ações mais rigorosas para a gestão de espécies invasoras.

    Embora a destruição seja uma solução imediata para evitar que esses organismos se espalhem ainda mais, ela não resolve as consequências já ocasionadas à biodiversidade local.

    Os bivalves invasores como a amêijoa-japonesa competem por espaço e recursos com espécies nativas, o que pode levar à diminuição das populações locais e, em casos extremos, à extinção de algumas delas.

    Os riscos associados à invasão biológica são amplos e complexos. A competição por recursos com os organismos nativos altera a dinâmica dos ecossistemas, afetando não apenas a biodiversidade, mas também a funcionalidade dos habitats.

    Nesse contexto, a monitorização e o controle das introduções de espécies exóticas tornam-se essenciais. Medidas proativas, como campanhas de conscientização e investimentos em pesquisa, podem ajudar a mitigar os impactos adversos da amêijoa-japonesa e proteger as comunidades biológicas locais, assegurando que a diversidade e a resiliência dos ecossistemas sejam preservadas.

    Riscos à Saúde Pública

    O consumo de moluscos bivalves, como a amêijoa-japonesa, apresenta riscos significativos à saúde pública, particularmente quando esses alimentos não possuem rastreabilidade adequada.

    Os bivalves têm a capacidade de acumular microrganismos patogênicos e substâncias químicas prejudiciais que estão presentes nas águas onde habitam.

    Isso ocorre devido à sua alimentação, que consiste na filtração de água, onde agentes contaminantes podem estar presentes, refletindo a qualidade da água do ambiente marinho. Assim, a condição de salubridade das águas é um fator determinante para a segurança dos frutos do mar que consumimos.

    Entre os perigos associados ao consumo de bivalves, destacam-se as biotoxinas marinhas, que são substâncias tóxicas produzidas por determinadas espécies de algas.

    Essas toxinas podem contaminar os moluscos e causar intoxicações severas em pessoas que os consumirem. Os sintomas podem variar de gastrenterite a condições mais graves, como a paralisia ou até a morte, dependendo da quantidade ingerida e da toxicidade da biotoxina específica.

    O caso mais recorrente é a síndrome de intoxicação por mariscos, que é desencadeada pelo consumo de bivalves contaminados, evidenciando a necessidade de um controle rigoroso sobre o mercado de frutos do mar.

    Diante desses riscos, é essencial que a população tenha consciência da importância da fiscalização e do consumo responsável de moluscos e outros frutos do mar.

    A escolha de produtos que apresentem garantias de qualidade e que sejam provenientes de fontes confiáveis é fundamental para prevenir possíveis intoxicações alimentares.

    A implementação de boas práticas na comercialização de bivalves não só protege a saúde pública, mas também contribui para a sustentabilidade dos ecossistemas marinhos.

  • Os 40 anos da Associação de Bem-Estar Social da Freguesia do Azinhal

    Uma noite repleta de emoções e homenagens marcou o 40.º aniversário da Associação de Bem-Estar Social da Freguesia do Azinhal, que decorreu na quinta-feira, dia 24 de outubro, com a presença da Secretária de Estado da Ação Social e da Inclusão, Clara Marques Mendes, no Castro Marim Golfe & Country Club.

    O evento começou com a apresentação de um novo veículo elétrico financiado no âmbito da Medida PRR- TO 1.1 Mobilidade Verde, que foi entregue à associação, seguido da estreia e da transmissão do pequeno filme “ABESFA – Um Ato de Solidariedade”, produzido pelo Município de Castro Marim, que pretendeu retratar o trabalho diário da instituição, reconhecer o empenho e recordar o passado, agora disponível em https://youtu.be/ZuKr_x7Zwto.

    A primeira intervenção da noite ficou a cargo do diretor técnico da associação, Jorge Martins, que além de agradecer a todos os colaboradores e parceiros desta longa caminhada e de ter sido homenageado inesperadamente pelos seus colegas de trabalho, anunciou novos projetos.

    A antiga Escola Primária do Azinhal será transformada numa creche e pré-escola, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência e apoio do Município de Castro Marim, enquanto ao mesmo tempo existe o objetivo de criar uma Habitação Colaborativa e Comunitária na aldeia.

    Um dos grandes destaques da noite foi o anúncio da atribuição do nome do ex-presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, José Estevens, falecido em maio de 2023, à Unidade de Cuidados Continuados do Azinhal, num momento que contou com a presença da família do antigo autarca.

    A Secretária de Estado da Ação Social e da Inclusão, Clara Marques Mendes, durante a sua intervenção, demonstrou empatia e sensibilidade com todo o trabalho que tem sido desenvolvido ao longo dos últimos 40 anos pela ABESFA, apelando para que este continue por muito mais tempo.

    A noite contou ainda com as intervenções do presidente da ABESFA e da Junta de Freguesia do Azinhal, António Pereira, bem como do Presidente do Município de Castro Marim, Francisco Amaral e da vice-presidente da Câmara Municipal, Filomena Sintra.

    «São 40 anos de entrega aos outros, de amor ao próximo e de solidariedade com os mais desprotegidos», começou por dizer o presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, Francisco Amaral, acrescentando que «é importante reconhecer este trabalho e esta dedicação e acima de tudo, é importante estar ao lado e apoiar nas horas difíceis, que também as têm, estas instituições».

    Deu um bem-haja a todos os que contribuem para aliviar o sofrimento e dar alguma qualidade de vida a estes algarvios que merecem ser tratados com o mínimo de dignidade.

    Ao longo do jantar foram ainda entregues diversas distinções e reconhecimentos a sócios fundadores, aos colaboradores, às individualidades relevantes para a instituição, aos parceiros comerciais e a entidades oficiais, intercaladas com momentos musicais a cargo de André Ramos e Teresa Nunes.

    Ao longo dos últimos 40 anos, a ABESTA tem oferecido cuidado e apoio àqueles que enfrentam doenças crónicas e complexidades clínicas, e que necessitam de assistência contínua, fundada a 24 de outubro de 1984 no interior do concelho de Castro Marim e do Algarve.

    Cada utente tem sido valorizado como uma pessoa única, com a sua própria história, através de uma equipa altamente qualificada que presta cuidados na Unidade de Longa Duração e Manutenção e no Serviço de Apoio Domiciliário.

  • Alunos e raízes culturais em Castro Marim

    Alunos de Castro Marim e Altura aproximam-se das suas raízes culturais com aulas de introdução ao folclore e canto tradicional

    Os alunos do primeiro ciclo de Castro Marim e Altura têm atualmente, no seu programa escolar do ano letivo de 2024/2025, aulas de introdução ao folclore e canto tradicional.

    Estas aulas fazem parte do projeto «Aprender com o Passado», que teve a sua fase experimental e piloto durante o ano passado, são agora asseguradas a todas as turmas e dinamizadas por Ricardo Jerónimo e Susana Samúdio.

    A iniciativa pretende ser uma aproximação destas crianças às raízes culturais dos territórios algarvios, com o objetivo de despertar o gosto pelo folclore e etnografia, garantindo a continuidade e passagem do testemunho para as gerações vindouras.

    O projeto tem ainda como objetivo levar às escolas do concelho de Castro Marim algumas temáticas importantes de índole cultural, ligadas ao quotidiano dos antepassados, como jogos tradicionais, alimentação, ofícios e trabalhos de campo, para tornar o território num ponto de referência na região algarvia ao nível do ensino cultural e das tradições.

    As aulas têm um cariz voluntário e passaram a ter um carácter regular, com a frequência de duas horas semanais.

    Este projeto pretende ainda voltar a dar destaque a esta cultura tradicional e etnográfica do concelho e do Algarve, que tem vindo a definhar, a ser esquecida e adulterada ao longo dos tempos, apesar do seu enorme potencial.

    É uma iniciativa do Município e do Agrupamento de Escolas de Castro Marim, com a colaboração da Associação Cultural Amendoeiras em Flor.

  • Filomena Sintra ascende à direção do PSD

    A representação do Algarve nos órgãos Nacionais do PSD, completada com a nomeação de Cristiano Cabrita para o cargo de coordenador das Relações Externas, é a maior de sempre.

    Aos 27 anos, assumiu pela primeira vez funções de vice-presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, no que considera ter sido «Um misto de sonho, bravura e inconsciência, ingenuidade até».

    Afirma ter deixado para trás, aquilo que igualmente lhe dava a adrenalina de fazer mais e melhor a cada dia, desde o acompanhamento do crescimento de uma empresa familiar, à formação, as consultorias, o associativismo.

    Diz-se grata a todos os eleitos, «presidente, apoiantes, amigos, família e colegas, que me ajudaram a ser mãe, autarca e mulher, e aos que me incentivam a cada dia»,

    O presidente do PSD Algarve, Cristóvão Norte, considera Filomena Sintra como «uma pessoa muito competente, extremamente bem preparada e uma extraordinária autarca, que presta um grande serviço publico. É valioso para o presidente do PSD e para todos nós contarmos com quadro deste gabarito na Direção Nacional do Partido. Será uma mais-valia»

    Do currículo, destacamos o ser quadro da função pública, técnica Oficial de Contas e formadora certificada, tendo durante alguns anos dado formação em áreas diversas.

    Foi Diretora Executiva da ODIANA – Associação para o Desenvolvimento do Baixo Guadiana e Presidente da Associação Terras do Baixo Guadiana.

    É Vice-Presidente da Câmara Municipal de Castro Marim, desde 2005. No mandato de 2017-2021, depois da renúncia ao mandato, e exigência de eleições intercalares, foi Presidente da Comissão Administrativa, na CM de Castro Marim até ao novo ato eleitoral.

    Na Novbaesuris EM, SA empresa municipal exerceu, de 2013 a
    2017, funções de Vogal do Conselho de Administração.

    Tem um percurso ligado ao associativismo, desde a música, a associações de estudantes, a instituições particulares de solidariedade social. Também exerceu funções de gestão no sector empresarial privado.

  • Castro Marim afina concursos públicos

    Os concursos públicos agora renovados destinam-se à execução de um Coletor de Águas Residuais Domésticas em Altura; requalificação de infraestruturas e arruamentos na vila de Castro Marim: reparação do Caminho Municipal entre Cabacinhos e o limite do concelho de Tavira; e a requalificação do parque de estacionamento da urbanização Bela Praia, em Altura.

    O novo Coletor de Águas Residuais Domésticas em Altura, segundo a câmara municipal, terá uma extensão de 384 metros, com caixas de visita e ramais domiciliários desde a Rua do Regato até à Estação Elevatória, localizada na Avenida 24 de Junho.

    A primeira fase da requalificação de infraestruturas e arruamentos na vila de Castro Marim vai decorrer no setor nascente, com a execução de infraestruturas de abastecimento de água, drenagem de águas residuais e pluviais, de eletricidade e de telecomunicações e requalificação de pavimentos.

  • Rede Integrada de Centros Urbanos do Alentejo e Algarve

    O Município de Castro Marim conseguiu aprovação para um fundo monetário destinado a várias intervenções no Castelo de Castro Marim.

    Este fundo, de cerca de 538 mil euros, faz parte da estratégia «Rede de Fortalezas Alentejo e Algarve» e será usado para reabrir a Porta Este da Cerca da Vila, consolidar e reabilitar o monumento, melhorar a sustentabilidade, reforçar a zona amuralhada, cobrir áreas de escavações arqueológicas, criar um circuito de visita e melhorar a acessibilidade e segurança dos visitantes.

    Além disso, o fundo também apoiará a criação do Centro de Interpretação de Ordens Templárias e Ordem de Cristo, com um investimento de cerca de 195 mil euros, dos quais 117 mil euros serão financiados.

    Esta iniciativa visa desenvolver conteúdos históricos e dinamizar o Castelo, destacando a importância das ordens militares na história local.