Categoria: Desporto

  • SandRace Monte Gordo na visão de Álvaro Leal

    Lembrou que o ano passado foi a primeira edição, e tudo novo para o município, sendo a primeira edição da Taça do Mundo.

    MG - Sand Race - 2

    «Este ano é a segunda edição dessa mesma Taça do Mundo. O ano passado, reram apenas três provas, este ano já são seis e está em afirmação também a própria Taça do Mundo da FIM», disse à estação televisiva algarvia.

    Recordou que Monte Gordo fez parte dessa prova desde primeiro momento e está convencido que «vai também, obviamente, crescer e se consolidar como uma das maiores provas, certamente do Algarve e eu acredito, também, no país».

    Mais uma vez, com a presença do britânico Todd Kelly, vencedor do ano passado, também com grandes nomes presentes, Pablo Violet, também está na Moto 4, mostra que há aqui uma «qualidade em vez de quantidade. O ser Taça do Mundo, ser uma prova da Taça do Mundo, garante exatamente isso». afirmou.

    Prosseguiu dizendo: «Os 40 melhores pilotos do mundo, das especialidades, estão aqui em Monte Gordo e isso, para nós, é muito, muito importante. Quando nós pensávamos neste projeto, quando nós idealizámos este projeto que, no fundo, foi fora da caixa e que foi muito mais além daquilo que se pensava poder fazer em Portugal, eu com orgulho posso dizer que foi a primeira prova de ser feita desta modalidade, nesta forma, e não só em Portugal, mas também na Península Ibérica».

    Situou a França como o País adquire expansão e expressão, mas em Portugal, mostrando-se orgulhoso de, Península Ibéricas ter sido o concelho de Vila Real de Santo António o primeiro que a realizou.

    A prova SANDRACE está a decorrer no areal de Monte Gordo com a parceria entre a câmara municipal de Vila Real de Santo António e o Automóvel Clube de Portugal.

    com ArenilhaTV

  • Castro Marim premiado pela atividade desportiva

    Este prémio valoriza as práticas adotadas pelos municípios na promoção do desporto e atividade física, sendo um reconhecimento público de excelência e de apoio às associações desportivas parceiras do Município de Castro Marim, além de destacar a sua gestão desportiva eficiente e inovadora.

    Para atribuição do título são consideradas dez áreas: organização desportiva, instalações, eventos, programas, estratégias de sustentabilidade ecológica, desporto solidário, parcerias, realidade desportiva, legislação, marketing e inovação.

    Este evento reuniu representantes de municípios do Algarve e parte do Alentejo, celebrando as boas práticas, programas e iniciativas que promovem a qualidade de vida das suas populações e o fortalecimento das comunidades locais.

    O programa «Município Amigo do Desporto» é promovido pela plataforma Cidade Social, constituindo uma rede de municípios portugueses, um grupo de partilha de boas práticas, de benchmarking e de formação em relação ao modelo de intervenção dos municípios nas práticas de atividades físicas e no desenvolvimento desportivo.

  • Algarve Trail Running termina no Cais de Alcoutim

    Considerada a prova de corrida contínua mais longa e desafiante de Portugal, a ALUT percorre o interior algarvio de poente para nascente, utilizando a Grande Rota 13 da Via Algarviana.

    «É uma prova única que dá a conhecer a história, cultura, gastronomia e natureza do Algarve, decorrendo no designado período de época baixa do turismo, com o objetivo de combater a sazonalidade na região”, segundo disse à Lusa o diretor da prova.

    De acordo com Bruno Rodrigues, a ALUT tem conquistado cada vez mais adeptos, sendo esperadas este ano mais de 800 pessoas, entre atletas, equipas de apoio e elementos da organização. No ano passado tiveram um total de 600 participantes, número que este ano estimam superar, atendendo à dada a notoriedade da prova.

    Estão inscritos 124 atletas, 96 dos quais a solo e seis equipas de estafetas, sendo a prova limitada à participação de 100 atletas a solo, na qual cerca de metade são estrangeiros.

    “Este ano atingimos um número recorde de estrangeiros, com uma percentagem superior a 40% de atletas dos quatro cantos do mundo, com destaque para participantes de Espanha, França, Polónia e Reino Unido”, notou.

    Bruno Rodrigues revelou que a ALUT vai contar este ano “com a elite mundial feminina da modalidade, o que torna a competição algarvia das mais intensas disputadas até hoje”.

    Segundo o diretor da prova, o grau de dificuldade vai aumentar este ano, já que o percurso sofreu uma alteração para que possa passar pelos três pontos mais elevados do Algarve, que são a Madrinha, a Picota e a Fóia, no concelho de Monchique.

    “É uma pequena novidade para os atletas sentirem que estão a explorar ao máximo o território”, referiu.

    Bruno Rodrigues disse que a ALUT “pretende ser um evento lúdico, uma viagem para dar a conhecer o interior algarvio, num contacto com as populações locais”.

    Ao longo do percurso vão ser instaladas 10 bases de vida, locais que se destinam ao descanso e reabastecimento dos atletas, com alimentação variada e produtos típicos da região, e onde a população pode manter contacto com os participantes.

    A sétima edição da ALUT vai percorrer trilhos pelos concelhos de Alcoutim, Castro Marim, Tavira, São Brás de Alportel, Loulé, Silves, Monchique, Lagos e Vila do Bispo, com uma base logística e de secretariado instalada na cidade de Faro.

    Organizada pela Algarve Trail Running (ATR), a prova tem início às 14.30 horas do dia 28 de novembro junto ao Forte do Beliche, em Sagres (Vila do Bispo), e termina às 14.30 horas do dia 01 de dezembro, estando a meta instalada no cais de Castro Marim.

  • Monte Gordo Sand Race

    Reúne pilotos de motos e quads de todo o mundo, para disputar a penúltima prova desta prestigiada competição internacional.

    Vai ser a quinta de seis etapas do campeonato, sendo a prova final, disputada em Hossegor-Capbreton, França, no final de novembro.

    Nesta segunda edição, a Monte Gordo Sand Race reforça o seu estatuto no cenário mundial, integrando um calendário de seis provas que percorrem a França, a Argentina, a Itália e Portugal.

    O evento português é uma das competições fundadoras da Taça do Mundo FIM de Corridas em Areia, ao lado de clássicos como o Enduropale du Touquet (França), o Enduro del Verano (Argentina) e o Bibione Sand Storm (Itália).

    A edição de 2024 inclui ainda as provas Ronde des Sables de Loon Plage e Ronde des Sables Hossegor/Capbreton, ambas em França.

    Desportivamente, segundo a organização, uma das grandes novidades deste ano é o aumento da pista para 6 quilómetros, o que garante maior segurança para os pilotos e melhores condições de visibilidade para os milhares de espetadores esperados.

    O percurso é desenhado para proporcionar momentos de grande adrenalina, com desafios que prometem uma competição intensa junto à linha de costa.

    A competição será dividida em duas rondas, com a primeira a decorrer no sábado, 23 de novembro, e a segunda no domingo, 24 de novembro. A classificação final será determinada pela soma dos tempos das duas voltas.

    O evento começa oficialmente no dia 22 de novembro, com as verificações técnicas, e inclui uma exposição pública das motos na Praça Marquês de Pombal, em Vila Real de Santo António, permitindo que o público tenha contacto direto com as máquinas e os pilotos.

    No dia 23 de novembro, antes do início da prova, os veículos irão desfilar pelas ruas da cidade até ao local da competição no areal da praia de Monte Gordo.

    A Monte Gordo Sand Race é coorganizada pelo Automóvel Club de Portugal (ACP) e pelo município de Vila Real de Santo António, sob a égide da Federação Internacional de Motociclismo (FIM) e da Federação de Motociclismo de Portugal (FMP).

  • ANG campeã nacional em Aveiro

    Na prova que terminou no domingo, dia 27 de Outubro, a última do Campeonato Nacional de Clubes de Pesca Desportiva de Bóia Mar em Aveiro, a Associação Naval do Guadiana, com a participação de Ricardo Sequeira, Ruben Duarte, Carlos Duarte, Herculano Pereira, Orlando Pereira, Sérgio Serra, Armindo Paulino e Miguel Vargas, sagrou-se Campeã Nacional.

    Para a ANG esta vitória demonstrando a consistência e o bom momento dos pescadores durante todo o campeonato.

    Faz lembrar que, na primeira prova realizada em setembro em Vila Real de Santo António, já esta Equipa era líder, «demonstrando que este é um título mais do que merecido, pois é fruto da aposta que a ANG tem feito nos últimos anos na pesca desportiva e do empenho dos pescadores».

  • Xadrez volta ao Glória FC

    O Glória Futebol Clube iniciou a nova época desportiva a nível interno com a realização do Torneio Aberto, disputado a partir de dia 27 de outubro.

    No torneio que abrange os meses decorrerá entre os meses de outubro, novembro e dezembro, pode participar qualquer sócio do clube.

    Será realizado em sete sessões no sistema de todos contra todos ou em alternativa a cinco sessões em sistema suíço, com o ritmo de jogo de 75 minutos por jogador, com o incremento de 30 segundos/lance.

    O Glória Futebol Clube é o clube 3205 da Federação Portuguesa de Xadrez e membro não ativo da Associação de Xadrez do Distrito de Faro, em cuja fundação participou nos anos 60 do século passado, na sequência da formação da Secção de Xadrez por um grupo de jovens vilarealenses.

    xadrez
  • Teresa Silva no GDAlcoutim

    Teresa Silva é uma atleta «cheia de motivação» no Trail , conta com alguma experiência na distância Sprint e Trail e com muitas provas dadas no seu currículo.

    já efetuou várias provas a nível nacional, «adora percorrer os trilhos mais difíceis, é uma atleta muito focada nos seus objetivos pessoais dando sempre o seu máximo nas provas onde participa», salienta o clube.

    A Teresa vem «com muita garra em voar nos trilhos com a nossa camisola, está focada em ajudar a equipa nos seus objetivos coletivos, irá sempre dar o seu máximo e dignificar as nossas cores», sublinhasm

  • Mini Jogos Olímpicos

    Vilamoura foi escolhida para acolher um dos maiores eventos do mundo de Vela, em termos de dimensão e do número de participantes.

    O Campeonato do Mundo da Juventude vai trazer às águas de Vilamoura mais de 600 velejadores de 70 países, 150 treinadores e muitas centenas de acompanhantes, numa organização do Vilamoura Sailing, em parceria com a Federação Portuguesa de Vela e a Marina de Vilamoura.

    Esta é uma competição que é considerada uns verdadeiros ‘Mini Jogos Olímpicos’ da Vela já que reúnem as 6 classes que prepararam os jovens velejadores precisamente para as atuais classes olímpicas.

  • 26 horas de Portimão

    Com duração de 26 horas, a quarta etapa da Lamera Cup promete ser novamente um espetáculo de animação, estratégia e resistência no próximo fim de semana, dias 7 e 8 de setembro.

    Após um agosto de alta velocidade, o AIA inicia setembro com um evento especial, onde por 26 horas, os veículos desta competição monomarca serão testados ao máximo, juntamente com os pilotos que enfrentam este desafio.

    Neste ano de 2024, com 35 equipes inscritas, a Lamera Cup volta a colocar no asfalto de Portimão seus renomados chassis tubulares, equipados com motores turbo de quatro cilindros e aproximadamente 330 cavalos de potência. Estes veículos, devido ao seu baixo peso (970 quilos), alcançam um alto nível de desempenho e garantem corridas emocionantes.

    Lamera Cup

    O início das 26 horas de Portimão está agendado para as 14h30 do próximo sábado, após a sessão de treinos livres e qualificação na manhã do mesmo dia no AIA.

    O retorno da Lamera Cup será aberto ao público no «paddock», com ingressos ao custo de 10 euros para o fim de semana, disponíveis para compra na loja do Kartódromo Internacional do Algarve.

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  • A chama olímpica é eléctrica

    Pela primeira vez, a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos ocorreu fora de um estádio, tendo o rio Sena como cenário principal. Contudo, o destaque global foi para a chama olímpica inovadora, que homenageou o legado francês enquanto projetava um olhar futurista.

    Mathieu Lehanneur, designer do caldeirão olímpico, buscou inspiração nos irmãos Montgolfier, pioneiros franceses da balonismo. O resultado é uma chama que ascende aos céus, única na história olímpica.
    O caldeirão, com 30 metros de altura, eleva-se outros 30 metros à noite, alcançando impressionantes 60 metros acima do solo. Em sua base, um anel de 7 metros de diâmetro representa a fraternidade, valor essencial da República Francesa.

    A chama olímpica se destaca por ser totalmente elétrica, substituindo combustíveis fósseis por uma mistura de luz e água, gerando um efeito espetacular e sustentável: 40 LEDs iluminam uma nuvem de vapor d’água;
    200 injetores de alta pressão criam o efeito de fumaça.

    Eletricidade e água são canalizadas do solo até a estrutura do balão. Esta inovação, fruto da parceria com a EDF, marca um avanço importante para Jogos Olímpicos mais verdes.

    A chama olímpica de Paris 2024 não apenas ilumina os Jogos, mas também sinaliza