Categoria: foz-destaques

  • Igualdade, acesso e Inclusão na União Europeia

    A Carta Europeia das Incapacidades reconhece e prova as incapacidades em toda a EU, assegurando aos seus portadores o acesso a serviços essenciais em todos os 27 países, desde transportes a eventos culturais.

    A Carta de Parqueamento garante uniformes direitos de estacionamento em todos os países da EU, concedendo uma grande independência a quem tem incapacidades individuais.

    Porém, não será de imediato. Os cartões ainda não estão prontos e as diretivas terão de ser assinadas pelo Concelho e pelo Parlamento Europeu e apenas váo entrar em vigor depois da publicação no Jornal Oficial da União Europeia.

    Os países terão dois anos e meio para adaptação à legislação nacional e mais um ano para aplicar as medidas.

  • Edifícios devolutos problemas da Fábrica Ramirez

    As antigas fábricas de conservas da Ramirez estão em estado de devolutas em Vila Real de Santo António, Matosinhos e Leça da Palmeira situação que incomoda as autarquias e a população pelo estado de degradação que se acentua.

    Há dez anos, a Conserveira mudou produção de Leça da Palmeira para Lavra, também em Matosinhos

    A vizinhança da antiga Ramirez, em Leça da Palmeira, relata ao Jornal de Notícias que «já se falou num hotel e em hipermercados» para o futuro do edifício, sendo ainda aventada a hipótese de um centro empresarial.

    A Câmara Municipal de Matosinhos indicou ao jornal que, «até hoje, não deu entrada nenhum pedido de informação ou licenciamento».

    Adiantou que o imóvel está incluído na proposta aprovada pela Câmara, em 2021, como edifício a classificar como conjunto de interesse municipal.

    Fundada em 1853, em Vila Real de Santo António, pelo andaluz Sebastian Ramirez, é a mais antiga conserveira em laboração. O neto, Emílio, deslocou a principal unidade para o concelho de Matosinhos.

    A Ramirez é hoje gerida pela quinta geração da família. A unidade industrial de Lavra obedece aos mais modernos conceitos tecnológicos e de robotização industrial.

    Veja a reportagem do DN

  • Terras do Baixo Guadiana cooperam em Cabo Verde

    Uma nota de imprensa enviada à Inforpress explica que a feira, que se realiza no espaço da aldeia cultural, na cidade do Porto Novo, vai contar com produtos agrícolas e pecuários de várias localidades de Santo Antão e também dos territórios que integram as Terras Baixo Guadiana (Mértola, Alcoutim, Castro Marim, Vila Real de Santo António e Tavira).

    Esta exposição é enquadrada no projeto «Capacitar e Promover para Desenvolver», a cargo da Associação Terras Baixo Guadiana.

    A nota diz que o seminário pretende realizar uma abordagem integrada sobre vários temas, com especial destaque para a agricultura sustentável, os produtos locais, o turismo sustentável e as áreas protegidas, enquanto «eixos fundamentais para a promoção do desenvolvimento» de Santo Antão e do arquipélago.

    O projeto «Capacitar e promover para desenvolver» é um projeto de cooperação internacional entre Portugal e Cabo Verde e visa contribuir para o desenvolvimento e a consolidação do tecido económico dos territórios rurais envolvidos no processo de cooperação.

    Em Santo Antão, o projeto tem realizado formação para guias de turismo, grupos de mulheres sobre culinária e transformação agroalimentar, empresários sobre a criação de micro negócios e comunidades sobre a igualdade de género.

    No quadro deste projeto decorre, durante quatro dias, na cidade do Porto Novo, uma oficina sobre a agricultura sustentável destinada aos agricultores em Santo Antão.

  • Teresa Silva no GDAlcoutim

    Teresa Silva é uma atleta «cheia de motivação» no Trail , conta com alguma experiência na distância Sprint e Trail e com muitas provas dadas no seu currículo.

    já efetuou várias provas a nível nacional, «adora percorrer os trilhos mais difíceis, é uma atleta muito focada nos seus objetivos pessoais dando sempre o seu máximo nas provas onde participa», salienta o clube.

    A Teresa vem «com muita garra em voar nos trilhos com a nossa camisola, está focada em ajudar a equipa nos seus objetivos coletivos, irá sempre dar o seu máximo e dignificar as nossas cores», sublinhasm

  • Feira do Cavalo em Huelva afetada pela chuva

    Em declarações prestadas ao jornal Huelva Información de hoje, a presidene da câmara municipal de Huelva, Pilar Miranda, faz um balanço positivo da Feira do Cavalo de 2024, pela primeira vez de titularidade municipal.

    A trégua meteorológica de domingo compensou o sofrimento dos primeiros dias, sexta e sábado que nem teve cavalos, tendo a compensação chegado das casetas.

    A presidente agradeceu aos trabalhadores municipais pelo árduo trabalho e à Associação Huelva Equestre, uma das colaboradoras no evento.

    «Foi um resultado muito bom, as pessoas passaram bem e o nome de Huelva foi ouvido a nível nacional», sublinhou a autarca que celebra o impulso económico para a sua cidade, ciente de que as pessoas «gastaram muito dinheiro, náo apenas na própria festa, mas também nos restaurantes e estabelecimento comerciais».

    A Feira de Outono e do Cavalo de Huelva terminou no passado domingo, depois de quatro dias de festa e chuvas intermitentes que, de algum modo, pareciam travar a alegria dos participantes.
    Porém, assinala o jornal «nem a água, nem o vento, nem as poças de água detiveram os festejos.

    cavalos
  • Faro celebra centenário de António Ramos Rosa

    Natural de Faro, nascido a 17 de outubro de 1924, onde frequentou os estudos secundários, António Ramos Rosa cedo rumou a Lisboa, onde trabalhou como empregado de escritório, tradutor e professor.

    Por iniciativa do Município de Faro e da associação A Tal Emersa, o seu centenário será celebrado ao longo de dois dias com um programa especial que incluiu a exposição “António Ramos Rosa e a Interrogação do Real”.

    A inauguração está prevista para as 17:30 do dia 16 de outubro, e uma jornada de trabalho com conferências, mesas-redondas e recital de poesia, a partir das 9 horas do dia 17 de outubro, sempre na Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa.

    António Ramos Rosa tem o seu nome ligado a publicações literárias dos anos 50. Foi cofundador da revista Árvore (1951-1953) e participou na Cassiopeia e nos Cadernos do Meio-Dia. Estes primaram não só por uma postura de isenção relativamente aos diversos feixes estéticos que atravessam aquela década (legado surrealista e evolução da poesia neorrealista, entre outros), como por um critério de respeito pela qualidade estética dos trabalhos literários publicados.

    Viveu intensamente a vitória dos Aliados, aquando do término da II Guerra Mundial e desenvolveu uma importante atividade nos domínios da teorização e da criação poética.

    Complementarmente, Ramos Rosa colaborava com textos de crítica literária na Seara Nova e no Colóquio Letras, entre outras publicações periódicas.

    É no primeiro número da Árvore, onde garante a participação dos poetas António Luís Moita, José Terra, Luís Amaro e Raul de Carvalho, que subscreve o texto “A Necessidade da Poesia”, apontando como princípios imperativos da publicação a liberdade e a isenção (“Não pode haver razões de ordem social que limitem a altitude ou a profundidade dum universo poético, que se oponham à liberdade de pesquisa e apropriação dum conteúdo cuja complexidade exige novas formas, o ir-até-ao-fim das possibilidades criadoras e expressivas.”), postergando apenas da aventura poética a “gratuitidade como intenção“, posto que a poesia decorre de uma “superior necessidade […] tanto no plano da criação como no da demanda social” (ibi., p. 4).

    Como poeta, estreia-se em 1958 no jornal «A Voz de Loulé» com o poema “Os dias, sem matéria” e na coletânea “O Grito Claro”, n.º 1 da coleção de poesia «A Palavra», editada em Faro e dirigida pelo seu amigo e também poeta Casimiro de Brito. Seria apenas o primeiro de uma obra poética que ultrapassa os cinquenta títulos.

    É ainda autor de ensaios, entre os quais se salienta A Poesia Moderna e a Interrogação do Real (1979-1980). Estava assim lançado o movimento da moderna poesia portuguesa onde o autor circulava. 

    Ramos Rosa foi distinguido com numerosos prémios nacionais e estrangeiros, entre os quais o Prémio Pessoa, em 1988, o Prémio Poesia da Associação Portuguesa de Escritores/CTT – Correios de Portugal em 1989, pela recolha “Acordes”, e em 2006, pelas obras “Génese” e “Constelações”, que estão igualmente na base da atribuição do Prémio Luís Miguel Nava, no mesmo ano; em 1990, o Grande Prémio Internacional de Poesia, no âmbito dos Encontros Internacionais de Poesia de Liège; em 1992, o Prémio Jean Malrieu, para o melhor livro de poesia traduzido em França, e o Prémio Municipal Eça de Queiroz, da Câmara Municipal de Lisboa (Prémio de Poesia), pela obra “As armas imprecisas”; e, em 2005, o Grande Prémio Sophia de Mello Breyner Andresen (Prémio de Poesia), São João da Madeira, pela obra “O poeta na rua. Antologia portátil”.

    A 10 de Junho de 1992 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada e a 9 de Junho de 1997 é agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique. Em 2001, o seu nome foi dado à Biblioteca Municipal de Faro. Em 2003, a Universidade do Algarve, atribui-lhe o grau de Doutor Honoris Causa.

    Considerado um dos grandes poetas portugueses da atualidade, a sua atitude crítica perante a sua própria palavra, fez dele um dos mais esclarecidos críticos portugueses contemporâneos. 

    Faleceu a 23 de setembro de 2013, em Lisboa, tendo doado todo o seu espólio literário à Biblioteca Nacional de Portugal.

    No âmbito da sua Missão e das atribuições no domínio da Cultura, a CCDR do Algarve, I.P. congratulou-se com esta iniciativa, que considera meritória, eevoca a memória de um dos mais distintos algarvios e a obra de um nome maior da Poesia do Século XX.

  • Adriano terá busto em Avintes

    Um busto de Adriano Correia de Oliveira vai ser inaugurado em Avintes no próximo dia 26 de Outubro, às 14h30, perto da rua com o nome do artista (jardim no cruzamento da Rua 5 de Outubro com a Rua do Padrão Vermelho).

    A iniciativa é dos herdeiros do cantor e conta com o apoio do Centro Artístico, Cultural e Desportivo Adriano Correia de Oliveira (CACDACO), com sede naquela freguesia de Vila Nova de Gaia.

    Avintes é a terra adoptiva de Adriano, figura incontornável da cultura portuguesa, cuja escultura da autoria de Joaquim Álvares de Sousa será mais um elemento de preservação da memória de Adriano Correia de Oliveira.

    O momento solene tem também o apoio e a representação da Junta de Freguesia de Avintes e da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.

    Após a cerimónia, haverá um convívio aberto, com porto d’honra acompanhado por broa de Avintes, no novo espaço expositivo do CACDACO, localizado na rua 5 de Outubro, nas imediações da Casa da Cultura. Ali poderá ser visitada a exposição permanente «Adriano 80 – Vida e Obra».

    Foi também divulgado que Instituto Camões em Vigo, Espanha, acolhe quarta feira 16 de Outubro, a inauguração da (mesma) exposição «Adriano 80 – Vida e Obra», seguida de uma tertúlia com o escritor português João Pedro Mésseder (José António Gomes) e o poeta galego António García Teijeiro.

    A sessão tem início às 18:30 m e integrada nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril. Vai contar ainda com um momento musical por Manuel Freire e Manuel Pires da Rocha. A mostra fica patente até 12 de Novembro.

  • PS no Algarve advoga fim da simultaneidade na regionalização

    A lista da Comissão de Honra foi liderada por António Pina, e nela constam todos os autarcas eleitos pelo PS ALGARVE nas câmaras e assembleias municipais e nas juntas de freguesia, «como exemplo de proximidade com as pessoas».

    Álvaro Araújo, presidente da câmara de Vila Real de Santo António foi eleito como presidente do congresso.

    Durante a manhã, foram apresentadas moções setoriais a abordar temáticas diversas, com destaque para as eleições autárquicas de 2025. Habitação acessível, a água, as alterações climáticas e a biodiversidade, a saúde e o fim da simultaneidade da criação das regiões administrativas, foram outros assuntos de relevante interesse para a Região do Algarve.

    O secretário-geral do Partido Socialista Operário Espanhol da Andaluzia, Juan Espadas foi convidado de honra dos socialistas algarvios.

    O congresso regional encerrou cerca das 18 horas,e nele foi aprovada uma Moção Global «Ganhar o Algarve«, tendo por primeiro Luís Graça, reeleito presidente do PS ALGARVE há duas semanas, por voto direto, para um novo mandato.

    Regionalização

    A proposta da Federação do Algarve do Partido Socialista (PS) defende a criação de uma Região Administrativa do Algarve como forma de melhorar a governança regional, conferindo maior legitimidade democrática, eficiência e coesão territorial.

    O texto destaca que, apesar de várias políticas de descentralização, Portugal ainda é um dos países mais centralizados da União Europeia.

    A regionalização permitiria maior proximidade entre eleitores e eleitos, aumentando a participação cidadã, transparência e eficiência nos processos de decisão.

    A proposta defende que a atual reforma das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), embora relevante, não é suficiente, pois essas entidades continuam dependentes do governo central e carecem de legitimidade popular.

    Somente o voto direto da população pode conferir essa legitimidade a um poder político regional.

    Além disso, a Federação do PS Algarve sugere que, numa revisão constitucional futura, «se elimine a exigência da simultaneidade para a criação das regiões administrativas», que atualmente requer um duplo referendo.

    A proposta inclui a criação de «regiões piloto», baseadas numa reforma regional e cooperação intermunicipal, e a formação de uma equipa para avaliar os impactos económicos, financeiros e sociais da regionalização no Algarve.

    Por fim, a Federação planeja liderar o processo de desenvolvimento regional e apresentar uma proposta de alteração constitucional para a criação das Regiões Administrativas no próximo congresso nacional.

    Habitação

    Sobre a Habitação foca-se na crise habitacional que afeta a região, especialmente devido ao aumento dos preços das casas, impulsionado pela especulação imobiliária e pela procura de segundas residências por estrangeiros.

    Este cenário torna a habitação inacessível para muitos que vivem e trabalham no Algarve, incluindo a classe média, jovens e trabalhadores essenciais.

    A Federação reconhece os esforços já iniciados pelo Governo, como o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que visa aumentar a construção de habitação acessível.

    No entanto, considera que essas medidas precisam ser ampliadas e adaptadas à realidade da região, que sofre com a pressão imobiliária.

    Entre as soluções propostas, destacam-se a construção de mais habitação pública, apoiada financeiramente pelo Estado, para arrendamento e compra a preços controlados;


    O incentivo à utilização de terrenos subutilizados (ex. zonas de cultivo abandonadas) para construção de habitação acessível, o que também ajudaria a combater o despovoamento no interior;

    O apoio às cooperativas habitacionais, promovendo modelos de arrendamento acessível e propriedade partilhada;

    Revisão dos Planos Diretores Municipais (PDM) e do PROTAL para permitir uma maior implementação de políticas públicas de habitação.

    Quanto ao impacto do Alojamento Local (AL) na crise habitacional, considera que embora o AL tenha importância para o turismo e a economia, a sua massificação reduziu a oferta de habitação permanente, sobretudo em áreas urbanas.

    A Federação sugere estudar medidas de controlo e limitação do AL, como restrições de licenças em zonas com pressão imobiliária elevada e maior participação fiscal do setor.

    Por fim, a proposta sublinha que a resolução da crise habitacional exige persistência e continuidade nas políticas públicas, além de uma abordagem criativa e integrada. O PS Algarve reafirma o seu compromisso de garantir o Direito à Habitação como um elemento essencial para a igualdade de oportunidades e a dignidade humana.

    A sustentabilidade do Algarve

    O Congresso Regional do PS abordou os desafios ambientais da região, destacando a necessidade urgente de uma resposta integrada para enfrentar as alterações climáticas, a escassez de água e a pressão sobre os ecossistemas.

    O Algarve tem enfrentado condições mais severas do que o previsto, com impactos significativos na água, agricultura e turismo e, sendo o Algarve a primeira região do país com um Plano de Eficiência Hídrica aprovado, com um financiamento de 200 milhões de euros, focado em soluções para mitigar a crise hídrica.

    Apoia a construção da primeira central de dessalinização em Portugal, convertendo água do mar em potável; os planos para reciclar 8 milhões de metros cúbicos de água tratada para agricultura e manutenção de espaços públicos; o reforço da barragem de Odeleite, com condutas para captar água do rio Guadiana, e estudos para aproveitamento da ribeira da Foupana.

    Para a sustentabilidade ao setor primário, apoia a expansão de projetos solares na região é reconhecida, mas com o alerta de que devem ser geridos cuidadosamente para evitar impactos negativos nos ecossistemas e no turismo de natureza.

    Propõe a instalação de painéis solares em edifícios públicos para minimizar a ocupação de áreas naturais.

    Apoia também, no âmbito da preservação de Ecossistemas, a preservação da Ria Formosa, a plantação de espécies autóctones,

    A Ria Formosa é identificada como um dos recursos mais valiosos e vulneráveis, sendo necessário regulamentar atividades turísticas e tráfego de embarcações para proteger este ecossistema.

    Defende-se a plantação de espécies autóctones e a erradicação de espécies invasoras; o apoio à criação da Reserva Marinha da Pedra do Valado; a classificação da Lagoa dos Salgados como Reserva Natural Nacional; a preservação de áreas como o Paul de Lagos, Alagoas Brancas, e Ribeira do Almargem, em colaboração com os municípios de Lagos, Lagoa e Loulé.

      Tudo para melhorar a sustentabilidade ambiental e garantir um Algarve equilibrado entre o desenvolvimento económico e a proteção ambiental.

    1. Pedro Guerreiro no Comité das Regiões

      Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel nomeado membro efetivo do Comité das Regiões, da União Europeia

      Vitor Guerreiro, Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel foi ontem, dia 9 de outubro, nomeado como membro efetivo do Comité das Regiões, da União Europeia, um cargo de elevada importância para a participação democrática, junto dos decisores europeus. Uma nomeação proposta pela Associação Nacional e Municípios Portugueses, efetivada em Resolução de Conselho de Ministros e respetiva publicação em Diário da República, que integrou igualmente como membro efetivo, o autarca de Tabuaço, Carlos Carvalho.

      O edil são-brasense, Vitor Guerreiro, integrou em janeiro de 2014 pela primeira vez a Delegação Nacional do Comité das Regiões, como membro suplente. Ao longo deste período desempenhou funções na Comissões ENVE – Comissão do Ambiente, Alterações Climáticas e Energia, na ECON – Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários, na SEDEC – Comissão para a Política Social, Educação, Emprego, Investigação e Cultura e ainda na Comissão de Recursos Naturais – NAT. Comissões fulcrais para o desenvolvimento global da União Europeia com forte expressão a nível nacional e regional.

      Constituído em 1994, o Comité das Regiões Europeu é a assembleia consultiva dos representantes locais e regionais da União Europeia, que expõe o ponto de vista dos órgãos de poder infranacionais no quadro institucional da Europa. Trata-se de um órgão, com nomeação de 5 em 5 anos, que tem por objetivo a participação ativa na legislação da União Europeia, aplicada a nível local e regional, bem como envolver o nível de governação eleito mais próximo dos cidadãos, de modo a facilitar o processo de integração europeia.

      Importa ainda referir que a Delegação Nacional no Comité das Regiões Europeia é composta por um representante de cada região autónoma e 10 representantes dos municípios. Segundo o recém-nomeado Vitor Guerreiro, “é uma honra enquanto autarca e português ser digno de tão nobre nomeação. Ser representante de Portugal no Comité das Regiões é dar voz às populações, em defesa das diferenças que nos distinguem enquanto região e país e abraçar o diálogo e a união da família europeia em prol do bem comum.”

    2. A água é tema na Cimeira Luso-Espanhola

      No próximo dia 23 de outubro, realiza-se na cidade de Faro, no Palácio Fialho, uma nova Cimeira entre os governos de Portugal e de Espanha, tendo como tema central «Água um bem comum».

      Espera-se que os trabalhos arranquem pelas 09:30, terminando com com um almoço entre as duas delegações.

      Está prevista a assinatura de acordos no âmbito da Convenção de Albufeira, um instrumento de cooperação bilateral que regula desde 2000 a proteção das águas das bacias hidrográficas partilhadas entre Espanha e Portugal, bem como a utilização sustentável e coordenada das águas, nos rios Minho, Lima, Douro, Tejo e Guadiana,