Categoria: foz-destaques

  • Ninhos e capas para as incubadoras

    O objetivo foi apoiar o Serviço de Neonatologia do Hospital de Faro e a associação «Nascer Prematuro”».

    Produziram-se vários Ninhos e Capas para as incubadoras, que vão proteger os bebés que nascem prematuros.

    A ULT/AKIVIDA de Vila Real de Santo António é uma instituição que se dedica à educação e formação ao longo da vida.

    Com um foco em promover a cultura, a educação e a formação, a Akivida opera como uma cooperativa sem fins lucrativos.

    Oferece uma variedade de cursos e atividades, incluindo línguas estrangeiras, informática, hotelaria e restauração, turismo e lazer, entre outros.

    A Universidade dos Tempos Livres (UTL) é um centro de ensino que serve uma ampla comunidade, com uma oferta formativa que se renova anualmente.

    Esta instituição desempenha um papel importante na comunidade de Vila Real de Santo António, ajudando a preencher lacunas culturais e incentivando a cidadania ativa e organizada.

  • Entraves nos projetos da água e sopro de tarifas aumentadas

    Enquanto o projeto do Pomarão está em andamento, a dessalinizadora encalha nas preocupações ecológicas e no deslize da estimativa de custo.

    Recentemente, foi anunciado um financiamento de 14 milhões de euros para melhorar o abastecimento de água na região, parte de um plano mais amplo que inclui um investimento total de 200 milhões de euros. No entanto, há relatos de que apenas metade da verba da depuração da água do mar está assegurada.

    Em relação à Espanha, existem discrepâncias entre as declarações dos governos português e espanhol. Enquanto a ministra portuguesa afirma que Espanha pagará dois milhões de euros anuais pela água do Alqueva, o governo espanhol nega tal acordo, o que complica o acordo sobre o Boca-Chança e a captação na Mesquita.

    Quanto ao transvase do Pomarão para o sistema Beliche-Odeleite, um projeto que visa aumentar a resiliência do abastecimento de água no Algarve, está em andamento, com um investimento previsto de cerca de 61,5 milhões de euros.

    Este projeto é crucial, pois espera-se que contribua com uma média de 16 hectómetros cúbicos anuais para o abastecimento da região.

    Também a Plataforma Água Sustentável (PAS) questionou novamente a viabilidade da construção de uma dessalinizadora no Algarve, prevista no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), após saber-se que as verbas disponíveis para o projeto são insuficientes e fala-se em repartir este custo pelos consumidores.

    Se este aumento de cerca de 50 milhões de euros for refletido na fatura aos consumidores, anota a PAS haverá um «aumento brutal do valor da pagar pela água».

  • Portaria já saiu mas portagens continuam

    Foi registada ontem no Diário da República a lei que elimina as taxas de portagem nos lanços e sublanços das autoestradas do Interior e em vias onde não existam alternativas que permitam um uso com qualidade e segurança.

    Assim, além da Via do Infante, no Algarve, vão acabar as portagens nas seguintes autoestradas do País: A4 – Transmontana e Túnel do Marão; A13 e A13-1 – Pinhal Interior; A23 – Beira Interior; A24 – Interior Norte; A25 – Beiras Litoral e Alta; e A28 – Litoral Norte, nos troços entre Esposende e Antas, e entre Neiva e Darque.

    A lei só entra em vigor no dia 1 de janeiro de 2025. Até lá, todos pagam.

  • GNR liberta tartaruga de uma rede e de plásticos

    Foi quando encontraram uma tartaruga presa numa arte de pesca, com dificuldades de locomoção. De imediato, foi efetuada a recolha, para monitorização do estado de saúde, libertando-a das artes de pesca e do restante material plástico e devolvendo-a ao seu habitat natural.

    A GNR observa que «Os resíduos de pesca deixados no mar constituem uma parte considerável da poluição plástica nos nossos oceanos. Estima-se que, anualmente, estes materiais sejam responsáveis pela morte de um grande número de espécies marinhas, como baleias, golfinhos, focas, leões marinhos e tartarugas».

    Pretendem alertar a população sobre os problemas da poluição marinha e destacar a importância da participação de todos na preservação dos nossos oceanos.

    Além do mais, solicitam que, caso os cidadão detectem algum foco de poluição, que contactem a GNR, através da Linha SOS Ambiente e Território: 808 200 520 ou e-mail sepna@gnr.pt.

  • Novo salvamento na barra de Cacela

    Durante uma ação de vigilância, os elementos do Projeto «SeaWatch» detetaram duas crianças a precisar de auxílio, em dificuldades na água, após terem sido arrastadas pela forte corrente que se fazia sentir na ria Formosa.

    As vítimas foram prontamente resgatadas, tendo sido transportadas para terra, onde se verificou que se encontravam bem fisicamente e sem necessidade assistência médica.

    A Autoridade Marítima Nacional reforçou o desaconselhamento da atividade balnear na zona da barra da Cacela Velha, pelos perigos que a mesma representa.

  • Salvamento de risco pela Marinha Portuguesa

    A Marinha, através do Centro de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa) coordenou, durante a tarde de domingo, uma operação de resgate de um homem, de 31 anos, que ficou preso no topo do rochedo Leixão da Gaivota, concelho de Lagoa.​​

    Após recepção do alerta, e em coordenação com o Capitão de Porto de Portimão, foram empenhados vários meios de resgate do Instituto de Socorros a Náufragos e dos Bombeiros de Lagoa.

    No entanto, devido à dificuldade de acesso ao local, por se tratar de um rochedo com 30 metros de altura, foi necessário empenhar o helicóptero da Força Aérea Portuguesa, EH-101, que cerca das 21h00 resgatou o indivíduo que desembarcou no Aeródromo de Portimão.

    A Marinha através dos seus Centros de Busca e Salvamento Marítimo, garante uma resposta contínua em todo o espaço marítimo sob responsabilidade nacional a incidentes que possam ocorrer.

    Contudo há em Portugal hoje, quem se questione sobre a responsabilidade de pessoas que, individualmente se arriscam em aventuras, sem a devida preparação ou objetivos meramente lúdicos, ocupando meios destinados a responder a situações de natureza profissional.

  • Dieta Mediterrânica com Prémio Inovação 2024

    A iniciativa,é fruto de uma colaboração entre a CCDR) do Algarve, a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Sotavento Algarvio, a Associação In Loco e o Município de Tavira, tem por objetivo premiar e distinguir a inovação no setor agroalimentar, presente na Feira.

    A Dieta Mediterrânica é reconhecida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) como um modelo social e cultural milenar que assenta num conjunto de competências, saberes, rituais, símbolos e tradições relativos a práticas agrícolas, culturas, colheitas, criação de animais, pesca, preparação e, sobretudo, partilha e consumo de alimentos.

    Trata-se de um modo de vida que depende da utilização sustentável de recursos, guiando-se pelos ritmos do ambiente e pelo respeito pela biodiversidade.

    Poderão candidatar-se os produtores, projetos ou empresas que estejam representados na Feira da Dieta Mediterrânica, possibilitando assim que, para além da avaliação do júri acreditado para o efeito, o público possa conhecer e votar no produto que considere merecedor, com uma quota de 30% na decisão final.

    A avaliação inclui critérios como o grau de inovação, a viabilidade económica e as necessidades do mercado e a sustentabilidade ambiental e social. Os prémios são monetários e destinam-se aos três melhores candidatos, nos termos definidos no Regulamento – 1.º lugar: 1.000 euros; 2.º lugar: 500 euros; 3.º lugar: 250 euros.

    As candidaturas já estão abertas e terminam às 18:00 horas do dia 23 de agosto, estando disponíveis através do formulário online. Para mais esclarecimentos ou dúvidas sobre o processo de candidatura, disponibiliza-se o email dietamediterranica@ccdr-alg.pt.

    Os vencedores serão anunciados no dia 8 de setembro, no palco do Jardim do Coreto da Feira da Dieta Mediterrânica, pelas 18h30.

  • Alfândega pombalina fez 250 anos

    Um dos pontos altos desta inauguração foi a afirmação por parte do presidente da câmara municipal, Álvaro Araújo, de que é intenção do seu executivo fazer reverter o edifício, entretanto cedido a privados e onde funciona um café, à posse do município.

    Depois de dar uma palavra especial «ao nosso querido Professor Doutor Horta Correia», Álvaro Araújo destacou a importância da presença do reputado historiador, «no dia em que se está a fazer a restituição das armas neste edifício» dirigindo-lhe uma saudação especial.» 

    Escudo de Armas VRSA - Inaugurado
    Álvaro Araújo

    Depois de saudar os outros presentes, com destaque para Fernando Pessanha, orador anterior, e Nuno Rufino, autor da réplica do escudo de armas, afirmou: «Como já foi dito aqui, as armas reais colocadas no frontão deste edifício, descerradas com salvas de artilharia por parte do destacamento militar há 250 anos atrás, foram posteriormente removidas após a implantação da República»

    E, sobre o prédio iniciático, historiou: «Também há uns anos atrás este edifício foi retirado da posse do município, neste momento o edifício não pertence ao município. Quando aqui chegámos ao município, este edifício servia de armazém, aqui tinham sacas de batatas, estavam colchões, num edifício com o simbolismo que ele tem, era assim que estava no momento em que cá chegámos». 

    Traçou, depois, um novo rumo: «Por isso, temos um grande objectivo, para além do que fizemos hoje que foi a recolocação das armas no frontal, recuperar também o edifício para as mãos do município, para que o possamos transformar,  dar-lhe a dignidade que ele merece.

    Disse que ali se podia ter um museu ou aquilo que «nós, os órgãos do município, a Câmara e a Assembleia Municipal assim entenderem. Agora, aquilo que é património municipal, diria mais, património nacional, não pode nunca, não poderia nunca, ter sido retirado das mãos do município. Por isso vamos restituir, é este um dos grandes objectivos também que temos em mãos, é restituir, voltar a ter a posse deste edifício para lhe dar a dignidade que ele merece».

    Classificou como importante toda a resenha histórica feita por Fernando Pessanha, e pediu que se aproveitasse o dia «para refletir sobre a história e a cultura numa sociedade. Olhamos sempre para o passado, como disse o Fernando, para o que foi feito, para o que foi construído, para o que foi ensinado e passado de geração em geração. Só assim, como ele dizia, com um olhar crítico e espírito aguçado, poderemos construir um futuro sustentável, uma sociedade unida, responsável e forte». 

    Afirmou que vai procurar criar um momento para discussão, para juntar os historiadores, as várias correntes, as várias doutrinas que existem sobre a fundação de Vila Real de Santo António. Vai ser marcada uma data, brevemente, para que aqueles que entendem da matéria possam vir e esplanar as suas ideias, «para que possamos ter uma linha, uma única linha de pensamento, para que Vila Real de Santo António e a sua história não ande aqui em disputa de várias ideias, mas que tenhamos uma ideia consolidada e para isso vamos preparar esse momento importante para a discussão da nossa história». 

    «Vila Real de Santo António está de parabéns hoje, neste dia 6 de agosto de 2024, que faz, como sabemos, e recordo e volto a dizer, 250 anos do 6 de agosto de 1774, data em que este edifício foi inaugurado», concluiu.

    Fernando Pessanha
    Fernado Pessanha

    Fernado Pessanha fez as honras ca casa na recepção às autoridades e convidados, onde se viram também representações da Capitania do Porto, GNR, PSP, Bombeiros, Protecção Civil, Real Associação do Reino do Algarve e membros dos diversos órgãos autárquicos do município.

    O historiador começou por afirmar que «Na realidade, poucas são as terras que se podem orgulhar de ter uma data de nascimento. A nossa terra tem o privilégio de até ter várias datas de nascimento».

    E constinuou «Realmente, os primórdios dos primórdios se remontam à antiga Vila de Arnilha, que teve o seu nascimento formal em dia 8 de Fevereiro de 1513, como atesta à Carta de Privilégio do Rei Dom Manuel, dia 8 de Fevereiro».

    Destacou que, com a Guerra Fantástica de 1762, «o Estado Português volta a compreender a importância geoestratégica da Foz do Guadiana e nela instala um sistema defensivo que, até já em período de paz, protegeu a fauna das comunidades pescatórias derramadas pelos areais de Santo António de Arnilha e pelos mares de Monte Gordo»

    E, após este enquadramento histórico primordial, destacou: «Foi, portanto, face à problemática do contrabando e da evasão fiscal praticada pelas comunidades pescatóricas que o nosso Marquês de Pombal, ao abrigo do designado Plano de Restauração do Reino do Algarve, manda reconstruir a Vila de Santo António de Arnilha, sobre a designação de Nova Vila de Santo António de Arnilha».

    Assim, continua Pessanha, «Efetivamente, em 16 de Março de 1774 é nomeado o primeiro governador da Nova Vila, Francisco Mendonça Peçanha Mascarenhas, que já comandava o termo de Santo António de Arnilha, pelo menos desde 1766. No dia seguinte, no dia 17 de Março de 1774, é simbolicamente lançada a primeira pedra da Nova Vila de Santo António de Arnilha, numa sessão soleno onde estiveram presentes as autoridades da Câmara de Arnilha em toda a oficialidade e até o próprio juiz de fora da Praça de Castro Marim».

    E lançou o paralelo histórico da comemoração dos 250 anos: «Finalmente, no dia 6 de Agosto, e hoje é o dia 6 de Agosto, no dia 6 de Agosto de 1774, dia em que foi lançada a primeira pedra da nova igreja e em que foram lançadas à água as embarcações concluídas aqui nos taleiros locais, portanto, a norte da malha urbana de Vila Real de Santo António, foi inaugurado o edifício da alfândega e oficialmente descerradas as armas reais portuguesas, simbolicamente colocadas, portanto, na frontaria do edifício que representa a afirmação política, militar e económica do Estado português face ao Estado espanhol. Em carta dirigida ao Governador Peçanha Mascarenhas, de 3 de Agosto de 1774, instruía aqui o Armador Mor do Reino do Algarve».

    E, sobre o brasão reposto e inaugurado momentos antes, explicou:

    «Instruía para que o Governador desse ordem ao Comandante Militar para, na nova Vila, trazer o destacamento militar com o maior número de tropa possível para que fossem dadas as três descargas de artilharia, quando fossem descerradas estas armas reais».

    «Curiosamente, reparem, isto acontece em 1774», anotou Fernando Pessanha, salientando um novo paralelo e curiosidade histórica: «A última vez que a Foz do Guadiana assiste a salvas honoríficas de artilharia foi com a passagem do D. Sebastião pela Foz do Guadiana.»

    Foi exatamente dois séculos antes, em 1574, quando o D. Sebastião faz a sua jornada pelo Alentejo e pelo Algarve e passa pela Foz do Guadiana, vem a Santo António de Arnilha, vai a Ayamonte e vai a Castro Marim.

    Na opinião de Fernado Pessanha, «Estas armas reais, alegadamente destruídas pela citada população vilarealense, quando da implantação da República no 5 de Outubro de 1910.

    O historiador destacou o empenho da arquiteta Perpétua Almeida e o acompanhamento do professor Dr. José Eduardo Horta Correia, na projecção da réplica das armas reais produzida pelo «talentoso escultor vilarelense Nuno Rufino, que se encontra entre nós».

    Nuno Refino, escultor vilarealense

    Filho de Vila Real de Santo António, Nuno, Nuno Miguel Dias Rufino, nasceu no dia 17 de Outubro de 1979. É licenciado em Artes Plásticas, Escultura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e é pós-graduado em Museologia e Museografia pela Faculdade de Belas Artes da mesma universidade.

    Os objetivos do novo escudo

    A obra na frontaria do edifício de Alfândega, réplica, portanto, das armas reais de Dom José I, pretende restituir a dignidade simbólica de um edifício que reflete o plano de restauração do Reino do Algarve concebido por Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido como Marquês de Pombal, para o extremo Sotavento-Algarvio, nomeadamente para esta Foz do Guadiana.

    Fernsndo Pessanha terminou o seu discuro alertando: «Neste dia histórico, para a nossa terra, em que são novamente descerradas as armas reais do edifício de Alfândega, importa refletir na importância da história e da cultura para a construção do sentido crítico da nossa sociedade e para a construção de futuros sustentáveis. E nós podemos perguntar-nos, é pertinente? É pertinente este cuidado com a nossa história? É pertinente este cuidado com o nosso património? Naturalmente que é pertinente. A história é o sangue que nos corre nas veias. Nós, seres humanos, somos constituídos pela matéria empírica que alberga a nossa existência.

    «Nós somos feitos de história. Portanto, tendo em consideração que nós somos feitos de história, dificilmente conseguimos compreender de onde viemos, quem efetivamente somos, ou para onde vamos tirar ilações, se eu por vir, se não soubermos da nossa história, da nossa cultura e do nosso património. Portanto, a todos vocês, vilarealenses, a nossa profunda gratidão».

    O Porto de Honra esteve a cargo de «O Coração da Cidade»

  • Pedra do Valado com medidas de compensação

    Contudo, o Governo reconhece que a pesca comercial enfrentará desafios devido às novas restrições.

    Para mitigar o impacto, um mecanismo de compensação, regulamentado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 1/2024 e o Despacho n.º 2182/2024, que exige licenças específicas para a pesca comercial dentro do parque.

    Este mecanismo visa equilibrar a conservação com as necessidades econômicas dos pescadores afetados.

    É importante que os interessados em concorrer às compensações leiam atentamente toda a legislação aplicável para entender completamente os critérios e processos envolvidos.

  • Requalificação urbana em Giões

    A requalificação urbana do segmento que liga o Parque de São João Domingos à Igreja de Nossa Senhora da Assunção foi inaugurada no domingo, 4 de agosto, em Giões, Alcoutim, tendo assistido Mário Centeno, Governador do Banco de Portugal, com laços familiares na aldeia.

    Na cerimônia, foi prestado tributo ao «Gigante de Farelos», igura icônica da paróquia de Giões, destacando-se a importância de reconhecer as figuras locais que têm contribuído para a identidade e progresso da área.

    José Manuel Silva, um parente do «Gigante de Farelos«, presente na cerimônia com outros membros da família, contou a história da figura homenageada.

    No evento participaram o presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, Paulo Paulino, o presidente da Junta de Freguesia de Giões, José Afonso, o presidente da Assembleia de Freguesia de Giões, João Cabral e o diácono Albino Martins.

    Após a cerimónia, houve visita à trradicional Feira de Giões, onde decorreu o Festival do Gaspacho e Sardinhada.