Pedro Sobral, presidente da Associação de Editores e Livreiros, morreu hoje atropelado, quando seguia em bicicleta hoje de manhã na Avenida da Índia, em Lisboa.
O condutor da viatura ligeira pôs-se em fuga de seguida, de acordo com a informação recolhida pela “Agência Lusa”, junto da PSP.
A vítima ainda foi assistida, mas o óbito foi declarado no local. O acidente ocorreu pelas 7:22 horasno sentido Alcântara-Algés, junto à Cordoaria Nacional.
Jardim do Pai Natal animou Altura com uma oferta diferenciada e focada nas famílias e crianças
A localidade de Altura foi transformada no Jardim do Pai Natal durante o fim de semana de 14 e 15 de dezembro, com uma oferta diferenciada e focada nas famílias e crianças e o objetivo de trazer magia e fantasia a esta época festiva.
A Zona de Lazer da Avenida 24 de Junho acolheu música, artesanato e doçaria tradicional através de um mercadinho, onde era possível realizar algumas compras de produtos típicos e locais, que podem ser ótimas prendas de Natal.
A iniciativa incluía ainda a Casa do Pai Natal, um carrossel, pinturas faciais, atividades lúdicas e insufláveis que criaram momentos únicos na comunidade.
Este evento foi organizado pela Junta de Freguesia de Altura, em parceria com o Município de Castro Marim.
Uma equipa de investigação do Instituto BlueZ C da Universidade do Algarve partilhou uma manhã com os alunos da Escola de Hotelaria de Islantilla, Huelva, para explicar o trabalho que está a ser realizado no âmbito do projeto Sal C, para uma melhor aplicação do conhecimento científico nos ambientes naturais de as tradicionais salinas.
Estas obras melhoram a qualidade do sal ao mesmo tempo que conseguem converter estes espaços em imensos sumidouros de carbono.
O projeto, apoiado pela Fundação La Caixa, BPI Fundação para a Ciência e Tecnologia , na linha Promove permite ao território da Eurocidade do Guadiana estar presente naquilo que de mais inovador se realiza ao nível mundial com o sequestro de carbono e combate às alterações climáticas.
O Governo da República acaba de anunciar que reconhece o relevante interesse público da construção da Ponte Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana, através do Ministro Adjunto e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, e da Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho.
Fez publicar o Despacho conjunto que reconhece como «ação de relevante interesse público a viabilização» do projeto de construção da ponte internacional sobre o rio Guadiana, hoje publicado no Diário da República, na sequência de proposta apresentada pelo Município de Alcoutim em articulação com a CCDR ALGARVE.
O Governo reconhece como ação de relevante interesse público a viabilização, no âmbito do Regime Jurídico da Reserva Ecológica Nacional (REN), do projeto que pretende proceder à construção da ponte internacional entre as localidades de Alcoutim (Portugal) e Sanlúcar de Guadiana (Espanha).
O Despacho produz efeitos da ocupação de uma área integrada na REN, no concelho de Alcoutim sujeita ao cumprimento das medidas mitigadora enunciadas no parecer da Agência Portuguesa do Ambiente, I. P. (APA, I. P.), que deverão constar da licença ou autorização do projeto; das medidas de minimização e do programa de monitorização, constantes no parecer do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I. P. (ICNF, I. P.); e, das demais condições estabelecidas nos pareceres e informações estabelecidos pelas demais entidades participantes no processo, bem como às normas legais e regulamentares aplicáveis.
O projeto da ponte internacional Alcoutim-Sanlúcar de Guadiana visa estabelecer a interligação das duas margens do rio Guadiana entre as redes rodoviárias portuguesa e espanhola, favorecendo a aproximação cultural, social e económica do eixo inter-regional do Alentejo-Algarve-Andaluzia e, por inerência, o desenvolvimento dos territórios do interior, sendo um investimento que visa também fomentar a coesão territorial.
O projeto será financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e concretizado pelo Município de Alcoutim (beneficiário final), tendo a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve como beneficiário intermediário.
Confirmando o seu compromisso na implementação da Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriço (ECDT) e sublinhando o seu impacto na melhoria da qualidade de vida e do bem-estar das pessoas nas zonas fronteiriças, os Governos de Espanha e Portugal assinaram na Cimeira de Faro o Acordo para a construção da Ponte Internacional sobre o Rio Guadiana, sendo esta declaração de relevante interesse público mais um passo para a sua concretização, que se traduzirá num investimento de cerca de 15 Milhões de Euros (M€).
Para a abertura do concurso de empreitada da obra aguarda-se agora a aprovação do projeto de execução por parte da Comissão Mista Luso-Espanhola, conforme previsto no acordo, tendo o Governo da República Portuguesa, através do Ministério da Coesão Territorial já enviado a composição da delegação portuguesa às autoridades do Reino de Espanha. Aguarda-se agora a designação dos representantes das autoridades nacionais, regionais e locais do Reino de Espanha e da Junta de Andaluzia.
Um despiste ocorrido, cerca das 5:45 horas desta manhã de quinta-feira, 12 de Dezembro, na Barragem de Beliche, no concelho de Castro Marim, em uma das comportas provocou dois feridos ligeiros.
A prestar socorro, estiveram no local dez operacionais dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim com três viaturas, a GNR com dois operacionais e 1umveículo, o INEM com a SIV.
Dezenas de atletas participaram em mais uma edição da Marcha Corrida, desta vez na aldeia de Odeleite, que decorreu no domingo, dia 8 de dezembro, simultaneamente com a Aldeia Presépio. 🚶♀️ As ruas da aldeia pitoresca de Odeleite e as paisagens naturais serviram de cenário para esta prova, que teve um percurso de oito quilómetros, e que demonstra mais uma vez que Castro Marim é um “Município Amigo do Desporto”. 🏃♂️ Esta iniciativa pretende contribuir para o desenvolvimento do exercício físico e dos bons hábitos de saúde, além da criação de laços de amizade e de solidariedade. 👉 A Marcha Corrida de Odeleite foi organizada pelo Município de Castro Marim, em parceria com a Junta de Freguesia de Odeleite.
Na passada terça-feira, dia 3 de Dezembro de 2024, decorreu a 5.ª sessão extraordinária da Assembleia Municipal de Portimão (AMP), em que foram discutidas e votadas a proposta da Carta Social do Município, instrumento de diagnóstico social, dado como pela autarquia local como fundamental para o apoio à decisão pública em áreas como a pobreza, e a criação do Conselho Municipal de Mobilidade.
CA CDU votou contra porque entende que o documento está desatualizado, pois que «contém dados sobre a situação social do município, da região e do país apenas até 2021, muitas vezes apenas até 2020 ou mesmo 2019».
Criticado também o documento por não apresentar soluções alternativas de combate à pobreza ou à precariedade dos contratos de trabalho, tendo sido a única força política a chamar a atenção para o facto de que a proposta «nem por um só momento aposta na promoção e valorização da contratação coletiva, tema que grande parte dos trabalhadores desconhece».
A CDU lembra também que através daquele tipo de contratação, é possível «criar regras laborais que permitam fixar trabalhadores e ajustar condições de trabalho a um determinado setor e território», e também um «instrumento que pode ser muito importante no combate às desigualdades e ao desemprego».
Quando ao seu voto sobre a criação do Conselho Municipal de Mobilidade, a CDUn votou contra por a «proposta de composição do Conselho integrar representantes dos patrões.
Com o auxílio do nosso apoio em IA, fomos investigar a invasão, os invasores, a origem e porque estão a chegar a Portugal.
O tipo de mosquito
O Aedes albopictus, conhecido como mosquito-tigre-asiático, é uma espécie nativa do Sudeste Asiático e do Pacífico Ocidental. Nas últimas décadas, este mosquito expandiu-se globalmente, estabelecendo-se em diversos continentes, incluindo a Europa. Em Portugal, foi detetado pela primeira vez em 2017, nas regiões do Algarve e de Penafiel, segundo a Wilder.
A dispersão do Aedes albopictus deve-se, em grande parte, ao comércio internacional, especialmente através do transporte de pneus usados e plantas ornamentais que acumulam água, como os bambus da sorte.
Estes objetos servem de criadouros para os ovos e larvas do mosquito, facilitando a sua disseminação para novas regiões.
Os fatores que contribuem para a chegada a Portugal têm a ver com o comércio Internacional, alterações climáticas que provocam o aumento das temperaturas e a alteração dos padrões de precipitação.
Criam, desta forma, condições mais favoráveis para a sobrevivência e reprodução do Aedes albopictus em regiões anteriormente inóspitas para a espécie.
Claro que a mobilidade humana com a intensificação das viagens internacionais facilita o transporte acidental de mosquitos ou dos seus ovos para diferentes partes do mundo.
Impacto em Portugal
A presença do Aedes albopictus em Portugal representa uma preocupação de saúde pública, uma vez que este mosquito é vetor de doenças como a dengue, chikungunya e Zika.
Até ao momento, não foram registados casos autóctones destas doenças no continente português, mas a expansão do mosquito aumenta o risco potencial de surtos futuros.
Quanto a medidas de vigilância e controlo em resposta à ameaça, foram, segundo a Parasites & Vectors, implementados programas de vigilância entomológica para monitorizar a presença e distribuição do Aedes albopictus.
Projetos como o MosquitoWeb envolvem a participação cidadã na identificação e indicação de avistamentos, contribuindo para uma deteção precoce e controlo mais eficaz da espécie.
A colaboração entre autoridades de saúde, investigadores e a população é crucial para mitigar os riscos associados à presença deste mosquito invasor em Portugal.
Esta iniciativa surge em resposta à aprovação condicionada do projeto pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que autorizou a transferência de água com restrições específicas, como a captação apenas entre outubro e abril, limitada a 30 hectómetros cúbicos anuais, para salvaguardar o caudal ecológico do rio.
A “Amigos da Formôa”, escreve o Observador, expressa preocupações significativas quanto aos potenciais impactos ambientais e sociais do projeto, incluindo a possível salinização do estuário do Guadiana e efeitos adversos nas comunidades locais.
Estas preocupações são partilhadas por outras organizações, como a Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável, que contesta o projeto, argumentando que o aumento da oferta de água não deve servir consumos insustentáveis.
De acordo com o Jornal do Algarve o projeto de transvase, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência com um investimento superior a 61 milhões de euros, visa reforçar a disponibilidade hídrica no Algarve, região frequentemente afetada por escassez de água.
No entanto, enfrenta oposição de várias entidades que alertam para os riscos ambientais e questionam a sua sustentabilidade a longo prazo.
A ação judicial da “Amigos da Formôa” reflete a crescente preocupação da sociedade civil em relação à gestão dos recursos hídricos e à necessidade de equilibrar o desenvolvimento regional com a preservação ambiental.
O desfecho deste processo poderá estabelecer precedentes importantes para futuros projetos de captação e transferência de água em Portugal.