Categoria: vrsa

  • Vila Real de Santo António – Balanço 2024

    Em 2024, Vila Real de Santo António foi palco de diversos acontecimentos relevantes, conforme noticiado pelo portal Guadianadigital.com.

    Na economia e finanças municipais, o município anunciou uma significativa redução no passivo exigível, registando uma descida de 34,5% em 2023.

    Este feito posicionou Vila Real de Santo António entre os três municípios portugueses com maior redução percentual da dívida, conforme o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses.

    A habitação gerou polémicas locais, devido ao anúncio da construção de habitações a custos controlados no Cine-Foz, com debates intensos. Declarações de um vereador do PSD alimentaram a controvérsia em torno deste projeto habitacional, refletindo divergências sobre a sua implementação.

    Na área do comércio e digitalização, o centro histórico pombalino iniciou um processo de digitalização do comércio local. As lojas da zona histórica serão integradas em plataformas de comércio eletrónico, numa estratégia de valorização e modernização do setor comercial.

    Quanto ao estacionamento e gestão urbana, a Câmara Municipal rescindiu unilateralmente o contrato com a empresa ESSE, responsável pela gestão do estacionamento no concelho. A decisão baseou-se em fundamentos jurídicos relacionados com a gestão do espaço público e a prestação de serviços à comunidade.

    Na área do património industrial, as antigas fábricas de conservas da Ramirez, localizadas em Vila Real de Santo António, Matosinhos e Leça da Palmeira, permanecem devolutas e em avançado estado de degradação. Esta situação tem gerado preocupação entre autarquias e populações, suscitando debates sobre a preservação do património industrial.

    Na aquicultura e desenvolvimento sustentável, a empresa MSP – Mariculture Systems Portugal solicitou a atribuição de um Título de Atividade Aquícola para desenvolver um projeto inovador de aquicultura offshore nas águas de Vila Real de Santo António.

    Este empreendimento visa impulsionar a economia local através da produção sustentável de recursos marinhos. A fábrica está prestes a abrir portas.

    Na ambiente e requalificação, o Viveiro Florestal de Monte Gordo foi alvo de um projeto de requalificação. O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), em colaboração com o município, realizou uma sessão inaugural para marcar o início das obras, destacando a importância da conservação ambiental e do envolvimento comunitário.

    Estes eventos refletem um ano de transformações significativas em Vila Real de Santo António, abrangendo áreas como finanças municipais, habitação, comércio, gestão urbana, património industrial, desenvolvimento sustentável e conservação ambiental.

  • Fim do ano no Baixo Guadiana

    Durante o período de fim de ano, os municípios de Mértola, Alcoutim, Castro Marim, Vila Real de Santo António, em Portugal, e Ayamonte, em Espanha, oferecem diversas celebrações para residentes e visitantes.

    Mértola: Após um interregno de vários anos, Mértola retoma as celebrações de Passagem de Ano.

    No dia 31 de dezembro, a partir das 22h00, o Pavilhão Multiusos Expo Mértola será palco de um evento que inclui a atuação do artista José Malhoa, seguida de um espetáculo de fogo de artifício à meia-noite. A festa continua com a banda Hi-Fi, que animará o público com êxitos das décadas de 80 e 90.


    Alcoutim: No Cais de Alcoutim, a partir das 22h00 de 31 de dezembro, haverá música e baile popular com Valter Reis. À meia-noite, um espetáculo de fogo de artifício assinala a entrada no novo ano, seguido de animação com o Grupo Musical Quarta Série.

    Vila Real de Santo António: Este concelho oferece múltiplas opções para celebrar a Passagem de Ano.

    Em Monte Gordo, as festividades iniciam-se no dia 30 de dezembro, na Avenida Marginal, com atuações de bandas como “La Plante Mutante” e o projeto “Alpha Heroes”.

    No dia 31, a festa continua com o evento “Revenge of the 90’s”, seguido de um espetáculo de fogo de artifício à meia-noite.
    Na sede do concelho, Vila Real de Santo António, a celebração ocorre na Praça Marquês de Pombal, a partir das 22h30 de 31 de dezembro, com a banda TopSom.

    No dia 1 de janeiro, em Vila Nova de Cacela, no Largo Manuel Cabanas, haverá animação a partir das 15h00, incluindo um espetáculo de Charolas, atuação da Orquestra Sérgio Peres e fogo de artifício.

  • Este edifício poderia ser Loja do Cidadão

    O antigo edifício que já albergou a delegação do Banco de Portugal e a esquadra da PSP em Vila Real de Santo António, poderia ser utilizado para uma loja de cidadão, mas segundo revelou Álvaro Araújo, presidente da câmara municipal, não reúne as condições necessárias, por lhe faltarem 50 metros quadrados.

    A revelação foi feita ontem, durante a sessão da Assembleia Municipal, em resposta a uma reclamação efetuada por um cidadão que perguntava, durante o período aberto ao público, a razão pela qual não existe um espaço destinado ao cidadão, que mesmo assim, saiu indignado por não haver um espaço pequeno, por se querer um «palácio».

    Álvaro Araújo explicou aos deputados municipais e ao público presente a sua amargura, por ver recusada a utilização do edifício, por uma ninharia burocrática, quando ali existe um amplo espaço que pode ser recuperado para o efeito.

  • Nuno Almeida homenageado

    O árbitro Nuno Almeida, natural de Monte Gordo, recebeu uma merecida homenagem pela sua carreia de árbitro de futebol que terminou na I Divisão Nacional onde dirigiu partidas de elevada importância na competição.

    O Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol do Algarve, com a colaboração dos três núcleos de árbitros algarvios e o apoio da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol, realizou no Casino de Vilamoura, um jantar onde reuniu cerca de 250 convidados de toda a região e do país para celebrar a carreira deste algarvio que marcou o desporto nacional.

    Em representação do município de de Vila Real de Santo António, estiveram presentes Álvaro Araújo, presidente da câmara municipal e o vereador com o pelouro do desporto, Álvaro Leal.

    A autarquia classificou este tributo como reflexo do enorme orgulho que Vila Real de Santo António sente ao ver um dos seus elevar o nome do concelho e do Algarve. e apresentou públicas felicitações a Nuno Almeida, que classificou como «um verdadeiro exemplo de dedicação, profissionalismo e amor ao desporto, que continua a inspirar gerações».

    futebol
  • Orquestra Sérgio Peres no Natal de Pias

    A banda Sérgio Peres vai voltar a atuar no Alentejo, em Pias, no concelho de Serpa, às 18:00 horas do dia 21 de dezembro, na Festa de Natal daquela localidade.

    A Orquestra Sérgio Peres junta-se a um vasto leque de artistas convidados como Sónia Costa ou Gaby Fernandes, numa noite que promete muita música e animação

    Atualmente está a preparar este espetáculo com ensaios, prometendo uma grande atuação recheada de músicas originais, êxitos de outras décadas e ainda novos temas, a celebrando 53 anos de carreira.

    A banda de Vila Real de Santo António regressou ao ativo em setembro de 2023 com concertos no Algarve e Alentejo, além de ter sido homenageada pelo Lusitano Futebol Clube, com a promessa de muitas novidades para os próximos meses.

  • Furto de abacates em Vila Nova de Cacela

    GNR deteve quatro pessoas em flagrante por furto de abacates em Vila Nova de Cacela, após denúncia, tendo as autoridades conseguido apreender mais de uma tonelada de abacates e o veículo onde os mesmos eram transportados

    Foram detidas quatro pessoas em flagrante, segundo comunicou a GNR a informar a detenção de dois homens e duas mulheres, no passado domingo e na sequência de uma denúncia que dava conta do furto de produtos agrícolas.

    As autoridades deslocaram-se ao local, apreenderam um veículo e mais de 1.200 quilos de abacates, devolvidos ao legítimo proprietário.

    Os quatro detidos foram constituídos arguidos, tendo os factos sido remetidos ao Tribunal Judicial de Vila Real de Santo António.

    Trata-se de uma detenção no âmbito da Operação Campo Seguro, que visa intensificar ações de sensibilização, patrulhamento e fiscalização em explorações agrícolas e florestais por todo o território nacional.

    O objetivo é reprimir crimes de tráfico de seres humanos em contexto laboral e o furto de produtos e equipamentos agrícolas.

  • Crónicas avulsas – Acerca de Velharias, de Predadores e de Relativismo

    Desafiado por um colega de trabalho, homem que vê utilidade nos achados e nas velharias que compra ou que arrebanha nos caixotes do lixo, descartadas e atiradas fora por quem as despreza e não lhes dá qualquer valor, recuperando-as para posteriormente as vender em feirinhas da especialidade, um meu amigo aceitou ajudá-lo a um sábado, dia de merecido descanso semanal, num dos muitos mercados que aos poucos se têm disseminado, transformando-se em interessante atração turística procurada por muitos, a troco do almoço e do salário desse dia!

    Segundo o que ele me contou, o artigo que retirou em primeiro lugar da carrinha de transporte da mercadoria, colocado em primeira linha no pano encardido estendido na calçada, a servir de montra expositora, foi um velho e ressequido par de sapatos, muito usados e de cordões gastos pelas muitas ataduras; pelo miserável estado em que se estes se encontravam, segundo este meu amigo, mais pareciam terem sido desenterrados de uma cova do cemitério municipal, destoando pela negativa da qualidade do material restante: belíssimas peças de mobiliário de madeiras nobres, algumas delas em estilo rococó, velhos candeeiros e fogões a petróleo ou, ferramentas antigas e ferrugentas, já sem uso para lá do decorativo.

    Para sua grande surpresa, ainda não tinham retirado da viatura todos os valiosos itens para venda, surgiu-lhes um cliente espanhol que se apaixonou instantaneamente pelos sapatos e, depois de os experimentar, aconchegando o rabo no lancil com absoluta descontração, sem discutir o preço, não se importando minimamente com o seu aspecto lamentável, comprou-os!

    Ou seja, aquilo que justificou a impressão negativa causada pelos sapatos, o seu péssimo estado de conservação, foi menosprezado pelo cliente que de alguma inexplicável forma, descobriu neles razões para os adquirir: quem sabe, talvez, a cor do cabedal ou a altura do tacão ou, ainda, simplesmente valorizar o seu estilo antiquado, por se enquadrarem nos seus gostos pessoais.

    Na verdade, como todos sabemos, cada um de nós possui ao sua escala de valores, agindo em conformidade com elas na relação com os outros e, essas diferenças encontramo-las em todo tipo de ambientes, até familiares!

    Não é fácil encontrar explicação para os diferentes gostos de cada um de nós: qual a razão para eu tanto apreciar pézinhos e dobrada com feijão branco, que a minha mãe tão bem cozinhava e, o Carlos, meu irmão mais velho, detestar o pitéu?

    De facto, quando o almoço era dobrada com feijão, o interesse do meu irmão pela refeição era relativo, enquanto para mim era sempre motivo de grande satisfação!

    O inverso acontecia quando a minha mãe nos enchia o prato com o chamado “comer-de-panela”: aí, nesse caso, o meu interesse pela paparoca diminuía drasticamente, aumentando o dele: eu engolia umas colheradas mas, em esforço!

    Deste modo, percebe-se ser tudo relativo, sem verdades que se imponham, aquilo que faz sentido para uns, não faz para outros.

    Algum tempo atrás, ao passar de cima para baixo, a ponta do dedo indicador pelo écran do telemóvel, farto da dose exagerada de publicidade patrocinada, mais abstraído do que focado, deparei-me com uma simples frase, partilhada publicamente por alguém sem que me recorde de quem, utilizando o método comparativo de forma magistral, que explica o conceito de relativo;

    Nela, na frase, refere-se que uma mãe minhoca diz aos seus filhos que a ameaça está na galinha ou no pato e que deverão ter muito cuidado com eles; já o leão ou o tigre, não são perigosos!

    Aprofundando e tentando interpretar o ensinamento desta mãe às suas crias, o que está em causa nesta fabulosa metáfora, será preparar os filhos para que se acautelem relativamente aos perigos que a vida nos trás: num mundo em que coexistem predadores e presas, em que uns se alimentam de outros, é fundamental saber identificar quais são os nossos predadores, aqueles que realmente são verdadeiramente um perigo!

    Num contexto ambiental em que os predadores se camuflam com uma pele igual ou parecida às das suas vítimas, projectando nelas a ideia de que são um deles, logo, de absoluta confiança, convém estar atento para conseguir sobreviver!

    Henrique Bonança
    Quinta do Sobral, 05 de Dezembro de 2024

    PS – O meu muito obrigado ao Bruno que generosamente partilhou comigo a sua experiência.

  • Eurocidade do Guadiana é multiligue

    A EUROCIDADE DO GUADIANA PROMOVE O MULTILINGUISMO COM MAIS DE TREZENTOS E CINQUENTA PARTICIPANTES NAS ATIVIDADES ‘AS LINGUAS LIGAM NOS’

    O encontro transfronteiriço ‘Los idiomas nos unen/As línguas ligam nos’ na Eurocidade do Guadiana contou com a participação de mais de 350 escolares e estudantes dos concelhos de Ayamonte, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

    Esta actividade de promoção do multilinguismo contou com a participação de representantes das equipas de tradução da Comissão Europeia em Lisboa e Madrid, técnicos de dinamização dos centros Europe Direct de Huelva e do Algarve, bem como facilitadores e animadores que promoveram diferentes acções multilingues adaptadas a as idades e conhecimentos de cada um dos grupos participantes.

    A primeira das sessões, dirigida a alunos do ensino secundário do IES Guadiana de Ayamonte, teve como oradora a professora de espanhol da Universidade do Algarve María Jesús Botana Vilar, diretora do Centro de Estudos Galegos, que ofereceu aos participantes dados interessantes sobre a diversidade linguística na Península Ibérica e dados interessantes sobre a importância de conhecer diferentes línguas.

    A programação dirigida a crianças em idade escolar foi animada pelas equipas técnicas dos centros Europe Direct, que narraram a história ‘A Ana aprende uma língua nova’ numa versão bilingue. Mais tarde, os alunos puderam desfrutar de um karaokê com músicas em diversos idiomas.

    Simultaneamente, também para crianças en idade escolar, os escritores Fátima Valentim e Jesús González Francisco contaram histórias na biblioteca de Castro Marim. Lucía, em português sobre a mãe de Paco de Lucía, e O menino que olhava as estrelas e vê pássaros coloridos, em espanhol sobre a diversidade.

    À tarde, dois conselheiros linguísticos da Comissão Europeia – Sara Occhipinti e Álvaro Carvalho – realizaram um encontro online com alunos da Universidade de Tempos Libres de Vila Real de Santo António.

    A organização desta actividade, cujas origens remontam a 2016 durante a comemoração dos 30 anos da entrada de Portugal e Espanha na Comunidade Europeia,é o resultado da colaboração dos dois centros Europe Direct do Algarve e de Huelva com o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Eurocidade do Guadiana.

    Eurocidade Bilingue

  • Continua a Polémica das Casas do Cine-Foz

    O PSD acaba de emitir um comunicado sobre as declarações do seu representante na TVI reafirmando as suas reservas técnicas e políticas e levantando dúvidas sobre a sua legalidade. Afirmam que no seu tempo de gestão compraram terrenos para construir as casas de custos controlados, sem dar «borlas fiscais».

    A borla é uma referência à isenção de taxas aprovada pela Assembleia Municipal para que o proprietário de terreno, em vez de fazer nele habitação para o mercado livre, seja incentivado a destinar a sua utilização para a construção de habitação a custos controlados.

    O PSD aprovou a Estratégia de Habitação Local, tal como todos os outros grupos políticos representados na Assembleia Municipal, PS, CDU, Chega e Independentes, mas tem manifestado o seu desagrado pela localização decidida pela autarquia para o projeto que envolve o Grupo Ferreira.

    PS presta esclarecimentos

    Entretanto, o PS emitiu um comunicado sobre a aquisição dos 114 habitações a custos controlados nos terrenos do Cine-Foz (privados), integrada na Estratégia Local de Habitação e financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e a rejeitar as suspeitas do PSD, as quais considera infundadas.-

    Afirma que o município, cuja presidência é de sua responsabilidade, remeterá toda a documentação ao Ministério Público, garantindo total abertura e cooperação com as autoridades.

    Justificando as acusações ao presidente o PS lembra que «Para assegurar o sucesso deste projeto habitacional, o Presidente Álvaro Araújo assumiu diretamente a sua coordenação, dado o caráter prioritário e os prazos rigorosos associados ao PRR».

    Paralelamente, o Executivo Camarário propôs aos vereadores PSD «a criação de uma comissão de acompanhamento composta por Técnicos Municipais e Vereadores», reforçando a vontade de manter um diálogo construtivo. Contudo, o PSD rejeitou esta proposta.

    As empresas de 100 euros

    Uma vez que tem estado na ordem do dias deste processo a questão da obra envolver uma empresa de 100 euros de capital, fomos investigar como tal é possível. Eis a resposta:

    Empresas com capital social baixo, como 100 euros, são comuns devido à evolução das leis e práticas comerciais que flexibilizaram os requisitos para constituição de sociedades. No entanto, há vários fatores que explicam por que fornecedores e credores podem confiar em tais empresas, mesmo quando assumem responsabilidades de grande monta:

    1. Limitação de responsabilidade não é sinônimo de confiança automática e o capital social representa apenas o valor inicial investido pelos sócios para criar a empresa e é usado, em parte, para limitar a responsabilidade dos mesmos às suas quotas.

    Em caso de falência, os sócios respondem apenas até ao montante do capital social, o que protege os seus bens pessoais.Credores e fornecedores sabem que o capital social não é a única garantia da saúde financeira da empresa.

    Credores confiam porque as empresas geralmente oferecem outras garantias, como a reputação e histórico de cumprimento das obrigações financeiras são fatores decisivos, por parte da empresa, os bens e ativos da empresa, tais como máquinas, veículos, instalações ou contratos podem servir como garantias reais.

    O seguros e cauções, uma vez que empresas em grandes projetos geralmente contratam seguros ou apresentam cauções financeiras, as garantias pessoais dos sócios: Em alguns casos, os sócios prestam garantias pessoais que ultrapassam o valor do capital social.

    Antes de conceder crédito ou firmar contratos, os fornecedores e credores analisam relatórios financeiros, fluxo de caixa e balanços da empresa, consultam bases de dados de crédito e reputação da empresa, consideram contratos futuros ou obras adjudicadas como garantias indiretas.

    Quanto à dinâmica do mercado e competitividade, a exigência de altos capitais sociais desincentivaria empreendedores e dificultaria a criação de novas empresas e as de baixo capital social podem ser viáveis, desde que gerem fluxos financeiros suficientes para cobrir as suas obrigações.

    Os fornecedores e credores utilizam cláusulas contratuais para se proteger, como prazos de pagamento curtos, juros de mora, ou a possibilidade de reaver os bens vendidos em caso de incumprimento e, no setor da construção, as adjudicações públicas e os contratos incluem garantias bancárias para assegurar a execução do projeto ou o pagamento de fornecedores.

    As construtoras recebem fundos à medida que avançam com o projeto. Há ainda os Certificação de solvência que envolvem empresas licitantes que têm de demonstrar capacidade financeira e técnica.

    Embora o baixo capital social possa parecer surpreendente, o ecossistema jurídico, financeiro e de mercado permite mitigar o risco para credores e fornecedores.

  • Grande Rota do Guadiana está homologada

    A dia 26 de novembro foi homologada a Grande Rota do Guadiana (GR15) e a sua variante 15.2 no Município de Serpa, anunciou o município de Serpa.

    A Grande Rota do Guadiana (GR15) é uma via pedestre, devidamente assinalada, que se desenvolve ao longo dos territórios do Guadiana, financiada pelo Fundo Ambiental.

    A variante 15.2 torna possível a ligação entre Pias e Vila Real de Santo António, perfazendo na totalidade cerca de 180 quilómetros.

    Esta Grande Rota destaca-se pela diversidade de paisagens, elementos históricos e patrimoniais, e o contacto próximo com a riquíssima fauna e flora existente ao longo do percurso.