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  • Primeira aeronave levanta do CEUS em Moguer

    A aeronave Tarsis UAS da Aertec tornou-se o centro das atenções por fazer a a primeira decolagem do CEUS em Huelva, para o desenvolvimento de uma missão específica e testes de reconhecimento, segundo a própria empresa especializada em tecnologia aeroespacial.

    Esta descolagem é considerada um marco importante para o setor aeronáutico espanhol, onde a província de Huelva é líder na nova era das operações aéreas, ao acolher um dos mais potentes centros de testes e certificação de drones para sistemas aéreos não tripulados da Europa e do mundo.

    A escolha de Huelva para acolher o CEUS, o centro de experimentação e certificação de aeronaves tripuladas de terra, é estratégica, devido à localização em Moguer que permite ter uma estrada de teste para decolagem e pouso, ter os sistemas optrónicos da Cedea em El Arenosillo, a proximidade de uma zona de exclusão aérea de um milhão de hectares e excelentes condições atmosféricas para voo.

    Para além destas características há ainda a presença de todo o ecossistema industrial aeronáutico espanhol do hub Sevilha-Baía de Cádis.

    Informação de Origem: Huelva Información
  • Terras do Baixo Guadiana cooperam em Cabo Verde

    Uma nota de imprensa enviada à Inforpress explica que a feira, que se realiza no espaço da aldeia cultural, na cidade do Porto Novo, vai contar com produtos agrícolas e pecuários de várias localidades de Santo Antão e também dos territórios que integram as Terras Baixo Guadiana (Mértola, Alcoutim, Castro Marim, Vila Real de Santo António e Tavira).

    Esta exposição é enquadrada no projeto «Capacitar e Promover para Desenvolver», a cargo da Associação Terras Baixo Guadiana.

    A nota diz que o seminário pretende realizar uma abordagem integrada sobre vários temas, com especial destaque para a agricultura sustentável, os produtos locais, o turismo sustentável e as áreas protegidas, enquanto «eixos fundamentais para a promoção do desenvolvimento» de Santo Antão e do arquipélago.

    O projeto «Capacitar e promover para desenvolver» é um projeto de cooperação internacional entre Portugal e Cabo Verde e visa contribuir para o desenvolvimento e a consolidação do tecido económico dos territórios rurais envolvidos no processo de cooperação.

    Em Santo Antão, o projeto tem realizado formação para guias de turismo, grupos de mulheres sobre culinária e transformação agroalimentar, empresários sobre a criação de micro negócios e comunidades sobre a igualdade de género.

    No quadro deste projeto decorre, durante quatro dias, na cidade do Porto Novo, uma oficina sobre a agricultura sustentável destinada aos agricultores em Santo Antão.

  • Bacia do Guadiana ainda com défice de água

    A água que choveu da Berenice fará a cama para encher as barragens com as próximas chuvas.

    Segundo o sistema de informação espanhol Sira Guadiana, o conjunto de barragens da Confederação Hidrográfica do Guadiana armezenavam, esta semana, à data de 15 de Outubro, 3.701,67 hectómetros cúbicos de água, tendo subido apenas 0,12%.

    Estão agora a 38,98% da capacidade total, mas ainda a menos 7,05% da média dos últimos dez anos.

    Portanto, a tempestade Berenice, com estas primeiras precipitações, desempenhou «um papel fundamental na humidificação do terreno e na otimização da escorrência, o que proporciona o aporte de água às barragens em episódios posteriores de chuva.»

    Analisando a gestão da água em tempos de escassez, na província de Huelva, o jornalista Jordi Landero, afirma, na edição de hoje do Huelva Información que ela enfrenta um desafio crítico com a gestão dos seus recursos hídricos.

    A região, conhecida pela sua agricultura próspera e indústria, tem lidado com uma severa escassez de água que levou a Comissão de Gestão da Seca da Demarcação Hidrográfica Tinto-Odiel-Piedras-Chanza a tomar medidas drásticas para garantir a sustentabilidade hídrica.

    Recentemente, a Comissão decidiu manter a redução de 25% no fornecimento de água para irrigação agrícola e uma redução real de 5% para uso industrial.

    Esta decisão foi tomada após uma avaliação cuidadosa da situação atual e foi recebida positivamente pelas comunidades de regantes da província, representadas pela associação Huelva Riega.

    A medida reflete um esforço coletivo para adaptar-se à realidade da escassez de água e destaca a importância da colaboração entre agricultores, indústrias e autoridades para enfrentar os desafios ambientais.

    A situação de escassez severa em Huelva também afeta o uso urbano de água, com a ativação de planos de economia de água nas Unidades de Demanda Urbana.

    O objetivo é alcançar uma redução de 5% no abastecimento urbano, estabelecendo um consumo máximo de 237 litros por pessoa por dia. Essas restrições são vitais para garantir que a água continue disponível para todos os setores durante períodos de seca prolongada.

    As chuvas recentes foram recebidas com otimismo, mas reconhece-se que não são suficientes para reverter a situação das reservas de água.

    É um lembrete de que a gestão eficiente da água é uma responsabilidade contínua que requer vigilância e adaptação constantes às condições climáticas e hidrológicas.

    O caso de Huelva é um exemplo da necessidade de políticas de gestão de água que sejam flexíveis e adaptáveis às mudanças ambientais.

    A colaboração entre diferentes setores e a implementação de medidas de economia de água são essenciais para garantir a resiliência das comunidades frente às adversidades climáticas.

    A medida adotada pela Comissão de Gestão da Sequía é um passo na direção certa, mostrando que, mesmo em tempos de crise, é possível gerir os recursos naturais de forma sustentável e responsável, afirma-se.

    Guadiana
  • Ponte de Alcoutim-San Lúcar com luz verde de Espanha

    Segundo o diariodehuelva.es, de hoje, 15 de Outubro, o Conselho de Ministros autoriza a assinatura do acordo entre Espanha e Portugal para a construção de uma ponte internacional sobre o rio Guadiana, entre as localidades de Sanlúcar de Guadiana (Huelva) e Alcoutim (Algarve).

    Aquele diário assinala também que é o segundo grande projecto, depois do anúncio do AVE para Huelva, que o Governo de Pedro Sánchez agiliza em poucos dias.

    O acordo abrange o projecto de construção de uma ponte que ligue as referidas localidades, para permitir fisicamente o trânsito e a comunicação entre ambas.

    Este objetivo foi incluído nas Declarações Finais das sucessivas Cimeiras Ibéricas.

    O texto do acordo responde ao espírito de cooperação amistosa que rege as relações entre Espanha e Portugal e pretende melhorar as condições de circulação de veículos e pessoas entre os dois Estados, contribuindo assim para o desenvolvimento da zona transfronteiriça que se situa em a Comunidade Autónoma da Andaluzia do lado espanhol e a Região do Algarve do lado português, assinala aquele periódico.

  • Terras do Baixo Guadiana em Cabo Verde

    O município do Porto Novo recebe entre 17 e 18 de Outubro uma mostra de produtos locais nacionais e provenientes de Portugal, promovida Associação Terras Baixo Guadiana, no âmbito do Seminário «Territórios sustentáveis: iniciativas locais, desafios globais».

    Segundo a Inforpress a feira, que se realiza no espaço da aldeia cultural, na cidade do Porto Novo, vai contar com produtos agrícolas e pecuários de várias localidades de Santo Antão e também dos territórios que integram as Terras Baixo Guadiana (Mértola, Alcoutim, Castro Marim, Vila Real de Santo António e Tavira).

    Esta exposição em Santo Antão, enquadra o projeto «Capacitar e Promover para Desenvolver», a cargo da Associação Terras Baixo Guadiana.

    Segundo a nota, o seminário pretende realizar uma abordagem integrada sobre vários temas, com especial destaque para a agricultura sustentável, os produtos locais, o turismo sustentável e as áreas protegidas, enquanto “eixos fundamentais para a promoção do desenvolvimento” de Santo Antão e do arquipélago.


  • Teresa Silva no GDAlcoutim

    Teresa Silva é uma atleta «cheia de motivação» no Trail , conta com alguma experiência na distância Sprint e Trail e com muitas provas dadas no seu currículo.

    já efetuou várias provas a nível nacional, «adora percorrer os trilhos mais difíceis, é uma atleta muito focada nos seus objetivos pessoais dando sempre o seu máximo nas provas onde participa», salienta o clube.

    A Teresa vem «com muita garra em voar nos trilhos com a nossa camisola, está focada em ajudar a equipa nos seus objetivos coletivos, irá sempre dar o seu máximo e dignificar as nossas cores», sublinhasm

  • Feira do Cavalo em Huelva afetada pela chuva

    Em declarações prestadas ao jornal Huelva Información de hoje, a presidene da câmara municipal de Huelva, Pilar Miranda, faz um balanço positivo da Feira do Cavalo de 2024, pela primeira vez de titularidade municipal.

    A trégua meteorológica de domingo compensou o sofrimento dos primeiros dias, sexta e sábado que nem teve cavalos, tendo a compensação chegado das casetas.

    A presidente agradeceu aos trabalhadores municipais pelo árduo trabalho e à Associação Huelva Equestre, uma das colaboradoras no evento.

    «Foi um resultado muito bom, as pessoas passaram bem e o nome de Huelva foi ouvido a nível nacional», sublinhou a autarca que celebra o impulso económico para a sua cidade, ciente de que as pessoas «gastaram muito dinheiro, náo apenas na própria festa, mas também nos restaurantes e estabelecimento comerciais».

    A Feira de Outono e do Cavalo de Huelva terminou no passado domingo, depois de quatro dias de festa e chuvas intermitentes que, de algum modo, pareciam travar a alegria dos participantes.
    Porém, assinala o jornal «nem a água, nem o vento, nem as poças de água detiveram os festejos.

    cavalos
  • Faro celebra centenário de António Ramos Rosa

    Natural de Faro, nascido a 17 de outubro de 1924, onde frequentou os estudos secundários, António Ramos Rosa cedo rumou a Lisboa, onde trabalhou como empregado de escritório, tradutor e professor.

    Por iniciativa do Município de Faro e da associação A Tal Emersa, o seu centenário será celebrado ao longo de dois dias com um programa especial que incluiu a exposição “António Ramos Rosa e a Interrogação do Real”.

    A inauguração está prevista para as 17:30 do dia 16 de outubro, e uma jornada de trabalho com conferências, mesas-redondas e recital de poesia, a partir das 9 horas do dia 17 de outubro, sempre na Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa.

    António Ramos Rosa tem o seu nome ligado a publicações literárias dos anos 50. Foi cofundador da revista Árvore (1951-1953) e participou na Cassiopeia e nos Cadernos do Meio-Dia. Estes primaram não só por uma postura de isenção relativamente aos diversos feixes estéticos que atravessam aquela década (legado surrealista e evolução da poesia neorrealista, entre outros), como por um critério de respeito pela qualidade estética dos trabalhos literários publicados.

    Viveu intensamente a vitória dos Aliados, aquando do término da II Guerra Mundial e desenvolveu uma importante atividade nos domínios da teorização e da criação poética.

    Complementarmente, Ramos Rosa colaborava com textos de crítica literária na Seara Nova e no Colóquio Letras, entre outras publicações periódicas.

    É no primeiro número da Árvore, onde garante a participação dos poetas António Luís Moita, José Terra, Luís Amaro e Raul de Carvalho, que subscreve o texto “A Necessidade da Poesia”, apontando como princípios imperativos da publicação a liberdade e a isenção (“Não pode haver razões de ordem social que limitem a altitude ou a profundidade dum universo poético, que se oponham à liberdade de pesquisa e apropriação dum conteúdo cuja complexidade exige novas formas, o ir-até-ao-fim das possibilidades criadoras e expressivas.”), postergando apenas da aventura poética a “gratuitidade como intenção“, posto que a poesia decorre de uma “superior necessidade […] tanto no plano da criação como no da demanda social” (ibi., p. 4).

    Como poeta, estreia-se em 1958 no jornal «A Voz de Loulé» com o poema “Os dias, sem matéria” e na coletânea “O Grito Claro”, n.º 1 da coleção de poesia «A Palavra», editada em Faro e dirigida pelo seu amigo e também poeta Casimiro de Brito. Seria apenas o primeiro de uma obra poética que ultrapassa os cinquenta títulos.

    É ainda autor de ensaios, entre os quais se salienta A Poesia Moderna e a Interrogação do Real (1979-1980). Estava assim lançado o movimento da moderna poesia portuguesa onde o autor circulava. 

    Ramos Rosa foi distinguido com numerosos prémios nacionais e estrangeiros, entre os quais o Prémio Pessoa, em 1988, o Prémio Poesia da Associação Portuguesa de Escritores/CTT – Correios de Portugal em 1989, pela recolha “Acordes”, e em 2006, pelas obras “Génese” e “Constelações”, que estão igualmente na base da atribuição do Prémio Luís Miguel Nava, no mesmo ano; em 1990, o Grande Prémio Internacional de Poesia, no âmbito dos Encontros Internacionais de Poesia de Liège; em 1992, o Prémio Jean Malrieu, para o melhor livro de poesia traduzido em França, e o Prémio Municipal Eça de Queiroz, da Câmara Municipal de Lisboa (Prémio de Poesia), pela obra “As armas imprecisas”; e, em 2005, o Grande Prémio Sophia de Mello Breyner Andresen (Prémio de Poesia), São João da Madeira, pela obra “O poeta na rua. Antologia portátil”.

    A 10 de Junho de 1992 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada e a 9 de Junho de 1997 é agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique. Em 2001, o seu nome foi dado à Biblioteca Municipal de Faro. Em 2003, a Universidade do Algarve, atribui-lhe o grau de Doutor Honoris Causa.

    Considerado um dos grandes poetas portugueses da atualidade, a sua atitude crítica perante a sua própria palavra, fez dele um dos mais esclarecidos críticos portugueses contemporâneos. 

    Faleceu a 23 de setembro de 2013, em Lisboa, tendo doado todo o seu espólio literário à Biblioteca Nacional de Portugal.

    No âmbito da sua Missão e das atribuições no domínio da Cultura, a CCDR do Algarve, I.P. congratulou-se com esta iniciativa, que considera meritória, eevoca a memória de um dos mais distintos algarvios e a obra de um nome maior da Poesia do Século XX.

  • Adriano terá busto em Avintes

    Um busto de Adriano Correia de Oliveira vai ser inaugurado em Avintes no próximo dia 26 de Outubro, às 14h30, perto da rua com o nome do artista (jardim no cruzamento da Rua 5 de Outubro com a Rua do Padrão Vermelho).

    A iniciativa é dos herdeiros do cantor e conta com o apoio do Centro Artístico, Cultural e Desportivo Adriano Correia de Oliveira (CACDACO), com sede naquela freguesia de Vila Nova de Gaia.

    Avintes é a terra adoptiva de Adriano, figura incontornável da cultura portuguesa, cuja escultura da autoria de Joaquim Álvares de Sousa será mais um elemento de preservação da memória de Adriano Correia de Oliveira.

    O momento solene tem também o apoio e a representação da Junta de Freguesia de Avintes e da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.

    Após a cerimónia, haverá um convívio aberto, com porto d’honra acompanhado por broa de Avintes, no novo espaço expositivo do CACDACO, localizado na rua 5 de Outubro, nas imediações da Casa da Cultura. Ali poderá ser visitada a exposição permanente «Adriano 80 – Vida e Obra».

    Foi também divulgado que Instituto Camões em Vigo, Espanha, acolhe quarta feira 16 de Outubro, a inauguração da (mesma) exposição «Adriano 80 – Vida e Obra», seguida de uma tertúlia com o escritor português João Pedro Mésseder (José António Gomes) e o poeta galego António García Teijeiro.

    A sessão tem início às 18:30 m e integrada nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril. Vai contar ainda com um momento musical por Manuel Freire e Manuel Pires da Rocha. A mostra fica patente até 12 de Novembro.

  • Ayamonte será sede de empresa mineira

    Este terreno será usado para a construção de sua sede, um centro de treino em mineração e um centro de tecnologia ou «data center».

    O presidente Alberto Fernández anunciou que as instalações vão estar localizadas num terreno de 19.000 metros quadrados, na área da urbanização Costa Esuri, a norte da cidade, onde também serão desenvolvidas instalações desportivas, um módulo social e uma área de estacionamento.

    Acompanhado pelo delegado do Governo da Junta em Huelva, José Manuel Correa, e pelo presidente da Emerita Resources, Joaquín Merino, destacou que, se tudo correr conforme o planejado, daqui a um ano a Emerita poderá iniciar a construção do projeto.

    Entretanto, o início do projeto depende ainda da obtenção de todas as autorizações e autorizações pendentes da Junta de Andaluzia para a atividade principal designadamente a extração de mineração em Puebla de Guzmán e Paymogo, onde foi descoberto um veio de 20 milhões de toneladas de minério, zinco, chumbo e prata.

    A Emerita Resources é uma empresa canadiana de exploração mineral e está interessada no projeto IBW (Iberian Belt West) em Paymogo, Andaluzia. Este projeto envolve a exploração de depósitos de minerais como zinco, chumbo e prata. A empresa acredita que esta área tem um grande potencial devido à sua localização na Faixa Piritosa Ibérica, uma das regiões mais ricas em minerais do mundo.

    O projeto IBW é visto como uma oportunidade significativa para o desenvolvimento económico e social da região, com a previsão de criação de entre 200 e 250 empregos durante a fase de exploração. Além disso, a Emerita Resources está comprometida com práticas de mineração sustentável, alinhadas com a Estratégia para uma Mineração Sustentável em Andaluzia 20302.

    Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!