Blog

  • Grand Carob premiada a nível internacional

    A Grand Carob ganhou a primeira estrela no concurso «Great Taste Awards», com um dos seus novos produtos, o Creme de Alfarroba, Amêndoa e Laranja.

    Em Manchester, alcançou também o prémio de Melhor Produto PME nos GAMA Innovation Awards 2024, com as Granolas (misturas) crocantes de alfarroba, laranja e amêndoa.

    A Grand Carob é a produtora de uma bebida de alfarroba destinada a fornecer uma alternativa mais saudável e sustentável ao chocolate. A empresa oferece uma bebida orgânica de alfarroba livre de artificiais, glúten, laticínios e açúcares refinados, permitindo aos clientes uma opção nutritiva e refrescante.

    O executivo municipal São Brás deu um atribuiu-lha um voto de louvor no princípio de dezembro, reconhecer a «qualidade e cariz inovador dos seus produtos».

    Estas distinções, nas opinião dos responsáveis autárquicos, «consolidam o percurso da produtora sediada no concelho,  de enorme êxito, e que contribui para a notoriedade das empresas são-brasenses e algarvias e para a visibilidade das potencialidades dos recursos do território do concelho e da região, nomeadamente da alfarrobeira e da alfarroba, enquanto matéria-prima de extraordinárias finalidades».

    A Grand Carob foi fundada em 2017, quando o algarvio Nuno Alves, na altura contabilista a viver no Reino Unido, decidiu que queria enveredar por outra área e aproveitar as potencialidades da região algarvia.

    Deu os primeiros passos na Universidade do Algarve, onde a marca esteve incubada no CRIA – Divisão de Empreendedorismo e Transferência de Tecnologia.

    Depois de alguns anos de estudo e muitas testagens, o primeiro produto, leite de alfarroba, saiu para o mercado em 2020, ano em que a Grand Carob ganhou o prémio de Produção Nacional Intermarché e o Programa de Aceleração do Grupo Nabeiro. O produto  esteve à venda no Continente, Celeiro e Auchan.

    Mais tarde a adesão do mercado espanhol foi também muito positiva com a presença no Carrefour e no El Corte Inglés.

    Atualmente, os produtos da empresa, numa gama que integra granolas, farinha e alfarroba e cremes de barrar, produzidos no Parque empresarial de Almargens em São Brás de Alportel, estão disponíveis em mais de 400 pontos de venda em Portugal, Espanha e Suécia, estando a empresa já consolidada no mercado nacional e internacional.

    No âmbito do seu trabalho regular de apoio ao empreendedorismo, o Município de São Brás de Alportel acolheu a empresa, no seio das suas medidas de incentivo e apoio à divulgação, coordenadas pelo Gabinete do Empreendedor, tendo a empresa marcado presença em diversas ações, tais como o Fórum Ideias de Negócio e a Feira da Serra, bem como no episódio dedicado a São Brás de Alportel do programa televisivo «Made 100% Português».

  • Queijo «Ojos del Guadiana» melhor do Mundo 2025

    O prestigiado Troféu Internacional de Frankfurt que reúne todos os anos na cidade alemã a elite mundial de produtores e especialistas em cerveja, vinho, queijo e laticínios, atribuiu ao queijo Manchego «Ojos de Guadiana Platinum» o Grande Ouro 2025 e o título de Melhor queijo do mundo 2025.

    Há 25 anos que a Cooperativa Pecuária Ojos del Guadiana fabrica Queijo Manchego DOP (Denominação de Origem Protegida) nos arredores do Parque Nacional Las Tablas de Daimiel, local da nascente do Rio Guadiana.

    Os mestres artesãos da queijaria produzem manualmente menos de duas mil unidades deste queijo exclusivo por ano, com matérias-primas dos seus parceiros locais, o que permite o controlo de qualidade desde a origem até à finalização do produto.

    Este queijo é vendido em Portugal sendo o seu público o consumidor gourmet que preza pela alta qualidade do produto.

    «Ojos del Guadiana Platinum» é um tesouro culinário elaborado com leite cru de ovelha La Mancha , e curado durante 18 meses , para amadurecer lentamente sob a supervisão do mestre queijeiro e tornar-se algo insuperável, conforme explica a marca, explica a marca. A cunha de 200 gramas pode ser adquirida a um preço que ronda os 11 euros.

  • Presidente da APEL morre atropelado

    Pedro Sobral, presidente da Associação de Editores e Livreiros, morreu hoje atropelado, quando seguia em bicicleta hoje de manhã na Avenida da Índia, em Lisboa.

    O condutor da viatura ligeira pôs-se em fuga de seguida, de acordo com a informação recolhida pela “Agência Lusa”, junto da PSP.

    A vítima ainda foi assistida, mas o óbito foi declarado no local. O acidente ocorreu pelas 7:22 horasno sentido Alcântara-Algés, junto à Cordoaria Nacional.

  • Vitórias e derrotas na luta pela vida selvagem

    Para quem participa na WWF, o ano de 2024 foi de contrastes para a natureza, com a celebração de vitórias que os encheram de esperança, mas também de assistir a decisões políticas que desafiaram o progresso já alcançado.

    Nas vitórias vem o facto da população de linces-ibéricos ter crescido e o seu nível de ameaça baixado, a aprovação da Lei Europeia do Restauro Ecológico, considerada como um marco histórico; a criação no Algarve de um Comité de Cogestão para a pesca do polvo, a remoção de mais uma barreira fluvial obsoleta para proteger os rios.

    Já no plano negativo assinalam a redução da proteção do lobo ibérico na União Europeia, a construção de mais barragens prejudiciais que podem destruir inúmeros habitats, o facto de o  Governo continuar sem fechar portas à mineração em mar profundo.

    Assina-se também como negativo o corte de 44% de fundos para cuidar das florestas.

    Para 2025 a WWF continua a analisar que estas incongruências lembram que o caminho pela natureza não é linear “mas isso não nos impede de avançar”.

     

    Fonte ANP/WWF

    ambiente
  • Este edifício poderia ser Loja do Cidadão

    O antigo edifício que já albergou a delegação do Banco de Portugal e a esquadra da PSP em Vila Real de Santo António, poderia ser utilizado para uma loja de cidadão, mas segundo revelou Álvaro Araújo, presidente da câmara municipal, não reúne as condições necessárias, por lhe faltarem 50 metros quadrados.

    A revelação foi feita ontem, durante a sessão da Assembleia Municipal, em resposta a uma reclamação efetuada por um cidadão que perguntava, durante o período aberto ao público, a razão pela qual não existe um espaço destinado ao cidadão, que mesmo assim, saiu indignado por não haver um espaço pequeno, por se querer um «palácio».

    Álvaro Araújo explicou aos deputados municipais e ao público presente a sua amargura, por ver recusada a utilização do edifício, por uma ninharia burocrática, quando ali existe um amplo espaço que pode ser recuperado para o efeito.

  • Ponto de Situação sobre a água do Pomarão

    A câmara municipal de Mértola divulgou a sua perspetiva atual, o ponto de situação, sobre a «Tomada de água do Pomarão», no âmbito do protocolo celebrado entre o município e as Águas do Algarve.

    «É importante recordar que a Câmara Municipal de Mértola, lamentavelmente, não foi envolvida no projeto ‘Tomada de água no Pomarão’ e das suas implicações desde o início», lembra a autarquia que se queixa também da «ausência de informações prévias sobre um projeto de tal envergadura, que impacta diretamente a vida das comunidades locais, gerou grande preocupação e mobilização por parte do município».

    Perante este cenário, a autarquia diz ter estabelecido estabeleceu três premissas fundamentais: «o acesso equitativo à água potável em condições dignas e justas, eliminando as desigualdades existentes para com a Freguesia de Espirito Santo; revisão da localização da torre de captação; e melhoria das condições de navegabilidade do Rio Guadiana, algo tão necessário para a promoção ambiental e recuperação do ecossistema do Rio Guadiana».

    Releva que, com a assinatura deste protocolo, a Câmara Municipal de Mértola «alcança uma vitória significativa, garantindo o acesso à água potável para as localidades de Mesquita e Espírito Santo e abrindo caminho para o abastecimento de outras localidades e para a resolução das outras duas questões».

    Em relação à relocalização, por agora, considera a câmara municipal «ficou salvaguardada uma avaliação cuidada que minimize os impactos ambientais, sociais e urbanísticos desta infraestrutura, em relação à navegabilidade foi possível inscrever verbas a rondar os 3 Milhões € para o efeito na reprogramação do PRR, havendo a possibilidade de atingir os 10 Milhões numa futura fase», como foi transmitido pela Sra. Ministra do Ambiente e Energia durante a inauguração do Pavilhão da Água – Exposição Ambiental em Faro.

    Observa que a ministra Maria da Graça Carvalho, presente na cerimónia, destacou a importância deste acordo para garantir «soluções definitivas de acesso à água para consumo humano às populações e a necessidade da recuperação das Margens do Guadiana com o objetivo de ‘renaturalizar o Rio’».

    A assinatura do documento contou com a presença do Conselho de Administração das Águas do Alentejo, da Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, do Presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, do Presidente da Câmara de Faro, Rogério Bacalhau, da ARH Algarve, do Presidente da Junta de Freguesia do Espírito Santo, Luís Caetano, entre outras personalidades.

    Assinala um «marco importante para estas localidades que há anos se debatiam com a escassez de acesso à água potável. Graças a este acordo, as populações da Freguesia do Espírito Santo, que até agora dependiam de soluções precárias como furos artesianos e autotanques, terão finalmente acesso a um sistema de abastecimento de água público, eficiente e seguro».

    Mário Tomé, Presidente da Câmara Municipal de Mértola, mostrou a sua satisfação com este momento crucial para o concelho, afirmando ser este «um dia histórico para Mértola. Fruto destas negociações estamos a dar um passo decisivo para garantir a qualidade de vida das nossas populações e o desenvolvimento do nosso concelho. Conseguimos solucionar um problema com décadas, conferindo dignidade às populações da Freguesia do Espirito Santo e com uma perspetiva real de solução para a navegabilidade do Rio Guadiana até Mértola!»

    Noutro âmbito, mas relacionado com a mesma temática, o presidente Mário Tomé, aproveitou a ocasião para entregar à Ministra Maria da Graça Carvalho os contributos do Município de Mértola para a revisão Plano Nacional da Água 2025-2035, transmitindo-lhe também o seu agradecimento público pelo empenho na resolução dos problemas do Concelho de Mértola.

  • Jardim do Pai Natal em Altura

    Jardim do Pai Natal animou Altura com uma oferta diferenciada e focada nas famílias e crianças

    A localidade de Altura foi transformada no Jardim do Pai Natal durante o fim de semana de 14 e 15 de dezembro, com uma oferta diferenciada e focada nas famílias e crianças e o objetivo de trazer magia e fantasia a esta época festiva.

    A Zona de Lazer da Avenida 24 de Junho acolheu música, artesanato e doçaria tradicional através de um mercadinho, onde era possível realizar algumas compras de produtos típicos e locais, que podem ser ótimas prendas de Natal.

    A iniciativa incluía ainda a Casa do Pai Natal, um carrossel, pinturas faciais, atividades lúdicas e insufláveis que criaram momentos únicos na comunidade.

    Este evento foi organizado pela Junta de Freguesia de Altura, em parceria com o Município de Castro Marim.

  • Estratégia de prevenção afinada no Algarve

    O planeamento do SGIFR está totalmente operacional e o Algarve dispõe de todos os instrumentos estratégicos de prevenção de incêndios aprovados, anunciou a CCDR do Algarve.

    Foia a 16 de dezembro que ocorreu a reunião deliberativa da Comissão Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais, presidida pela CCDR do Algarve, I.P..

    Nela foram aprovados os 16 Programas Municipais de Execução (PME) elaborados em estreita articulação com os Municípios e as diversas entidades responsáveis em razão da matéria.

    Estes programas são considerados pelas autoridades como fundamentais para a implementação da estratégia de prevenção de incêndios à escala municipal e consolidam a gestão multinível da gestão e prevenção de incêndios no Algarve.

    Estes PMEs são resultado da articulação entre os Municípios e as diversas entidades do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR).

    Com a aprovação destes instrumentos, o Algarve passa a ter todos os seus programas devidamente aprovados e preparados para execução.

    Este marco, considera a CCDR do Algarve «representa um avanço decisivo na proteção do território e das comunidades, reforçando o compromisso com o objetivo de um Portugal protegido de incêndios rurais, cujo risco se agrava em resultado das alterações climáticas».

    Os Programas Municipais de Execução adaptam à escala local as diretrizes estabelecidas no Programa Regional de Ação (PRA), publicado em Diário da República a 29 de novembro, alinhado com a estratégia definida pelo Programa Nacional de Ação (PNA).

    Estes programas identificam os projetos prioritários, os locais a intervir, os calendários de execução e os recursos necessários para a sua concretização. Elaborados pelos municípios, em articulação com as comissões municipais, são instrumentos fundamentais para garantir uma resposta eficaz e coordenada face aos desafios da região em matéria de incêndios rurais.

    Com esta aprovação, o Algarve pretende também afirmar-se como um exemplo de planeamento e execução estratégica, de concertação entre os Municípios e as diversas entidades com competências específicas, liderando o caminho do modelo multinível de gestão integrada dos fogos rurais.

  • Universidade do Algarve em Islantilla

    Uma equipa de investigação do Instituto BlueZ C da Universidade do Algarve partilhou uma manhã com os alunos da Escola de Hotelaria de Islantilla, Huelva, para explicar o trabalho que está a ser realizado no âmbito do projeto Sal C, para uma melhor aplicação do conhecimento científico nos ambientes naturais de as tradicionais salinas.

    Estas obras melhoram a qualidade do sal ao mesmo tempo que conseguem converter estes espaços em imensos sumidouros de carbono.

    O projeto, apoiado pela Fundação La Caixa, BPI Fundação para a Ciência e Tecnologia , na linha Promove permite ao território da Eurocidade do Guadiana estar presente naquilo que de mais inovador se realiza ao nível mundial com o sequestro de carbono e combate às alterações climáticas.

  • Reposição lenta nas barragens do rio Guadiana

    Na perspetiva do aumento das captações em Portugal, observando a principal fonte que se encontra no débito dos rios versus armazenamento das barragens de Espanha, o conjunto controlado pela Condeferación Htidrografica del Guadiana, ainda se encontra com uma média de -4,31 % que nos últimos dez anos.

    Estão, no país vizinho, armazenados 3.891,41 hm3, 48% da capacidade do sistema, depois de uma subida de 0,16 % no conjunto Oriental e 0,01 % na Ocidental. Há meses que não são divulgados registos relativos ao conjunto Sul.