O Comando Territorial de Leiria, através do Posto Territorial de Pombal, deteve no dia 15 de setembro, um homem de 75 anos, por ter provocado um incêndio florestal, na localidade de Casal d’Além, concelho de Pombal.
Na sequência de alerta a dar conta de um foco de incêndio, os militares da Guarda deslocaram-se para o local onde apuraram que teve origem numa queima de amontoados de sobrantes agrícolas, que se descontrolou, tendo consumido uma área total de 100 m2 de mato/floresta.
No decorrer das diligências policiais, o autor foi localizado, detido e constituído arguido. Os foram factos comunicados ao Tribunal Judicial de Pombal.
A GNR continua a assumir como uma das prioridades a proteção de pessoas e bens, no âmbito dos incêndios rurais, sustentada numa atuação preventiva e esforço de patrulhamento nas áreas florestais.
A Guarda Nacional Republicana, através do Serviço da Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), tem como preocupação diária a proteção ambiental e dos animais.
Para o efeito, poderá ser utilizada a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520) funcionando em permanência para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.
A Rota Serrana de Auto Caravanismo é uma estratégia para «criar um novo destino turístico no interior do Algarve, atraindo para este território rural auto caravanistas de todo o mundo interessados em descobrir as paisagens, as comunidades, o património, a gastronomia e o artesanato únicos e genuínos».
Alcoutim, São Brás de Alportel, Ameixial, Salir, São Marcos da Serra, Alferce e Marmelete, bem como Cachopo, que ainda não tem ASA mas é uma Aldeia Amiga do Autocaravanismo) compõem, neste momento a Rota Serrana.
Muitas outras localizações apenas aguardam as condições adequadas para integrarem esta rede e contribuírem para reforçar a capacidade de atração do mundo rural, de forma equilibrada e sustentável, acrescenta a IN-LOCO.
A ASA de Salir abriu em regime aberto, bastando contactar a entidade responsável, a Junta de Freguesia de Salir, para desfrutar, com qualidade e todas as condições, de momentos de grande intimidade com uma região território rural algarvio que fica no coração do aspirante a Geoparque Algarvensis.
Foi o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) que intervindo nas Comemorações do Dia do Município de Alcoutim,. fez o ponto de situação do processo de construção da Ponte Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana.
E assumiu que, caso dependesse apenas das entidades e instâncias regionais previstas na Convenção de Valença de 2002 – CCDR ALGARVE e JUNTA DE ANDALUZIA, o concurso para a obra já tinha avançado.
José Apolinário destacou o empenho do Governo Português e agradeceu ao alcaide de Sanlúcar de Guadiana o apoio para o avanço da obra.
Disse também que Portugal inscreveu no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) aquela ponte sobre o rio Guadiana, que se encontra batizada como Ponte Alcoutim – Sanlúcar de Guadiana e tem financiamento assegurado.
A ponte tem o apoio do atual Governo da República, como teve do anterior Governo e consta das conclusões da Estratégia Comum de Desenvolvimento Transfronteiriça (ECDT), de várias Cimeiras bilaterais entre a República Portuguesa e o Reino de Espanha.
Foi tema expressamente abordado pelo Primeiro-Ministro Luis Montenegro na sua primeira reunião oficial com o Presidente do Governo do Reino de Espanha Pedro Sanchéz.
Tem mobilizado os esforços do Governo, em particular os Ministros da Coesão Territorial, dos Negócios Estrangeiros, das Infraestruturas, do Ambiente e Ação Climática, da Embaixada de Portugal em Madrid, da Cônsul de Portugal em Sevilha, no sentido de superar as dificuldades institucionais e a eventual necessidade de financiamento dos acessos do lado de Espanha.
Há porém uma preocupação, pois «Ultrapassar todos os obstáculos que ainda subsistem pode não ser compatível com os prazos de execução do PRR, mas esta é uma obra que tem de ser executada».
O Município de Alcoutim tem o projeto de execução concluído e pronto a lançar empreitada, estimando um investimento de 13 Milhões de Euros, porventura um pouco mais em resultado do aumento de custos de obras públicas e esta é uma obra que terá de se executar.
Por enquanto só se atravessa de barco, ponte pedonal ou funicular.
O eucalipto, que alimenta as grandes indústrias de celulose no centro do país, é frequentemente citado como a principal causa dos incêndios em Portugal, sendo incompatível com o clima local.
Tem sido inúmeros os alertas sobre os perigos da proliferação dos eucaliptos, pouco tem sido feito para mitigar o risco. O maior incêndio do ano, antes destes, ocorreu na Madeira, onde centenas de hectares de eucaliptos foram consumidos pelas chamas.
Nos últimos anos, os incêndios florestais em Portugal têm apresentado um aumento significativo em frequência e intensidade, o que levanta preocupações sobre a gestão do território e as condições climáticas na região. De acordo com dados do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), nos últimos cinco anos, houve um registro alarmante de incidentes, com cerca de 13.000 hectares queimados apenas em 2022. Esta situação tem gerado sérios danos ao meio ambiente, à biodiversidade e à economia local, especialmente em áreas do interior do país, onde a vegetação é mais densa e suscetível ao fogo.
Os fatores que contribuem para a incidência de incêndios florestais em Portugal são variados. A mudança climática tem intensificado as temperaturas extremas e reduzido a umidade do ar, criando um ambiente propício para o alastramento das chamas. Além disso, a gestão inadequada do território, marcada pelo abandono de terrenos agrícolas e florestais, resulta no acúmulo de biomassa, que serve como combustível para os incêndios. Regiões como a Beira Alta e o Minho têm sido particularmente afetadas, com suas florestas densas e uma biodiversidade rica, mas vulnerável a esses eventos devastadores.
Estudos recentes também indicam que a falta de investimento em infraestrutura e na prevenção de incêndios tem exacerbado a situação. A escassez de recursos para a manutenção de caminhos e acessos nas áreas florestais dificulta o combate aos incêndios, além de aumentar o risco de grandes incêndios devido à dificuldade em controlar o fogo rapidamente. As florestas de pinheiro e eucalipto, predominantemente presentes no interior de Portugal, são espécies altamente inflamáveis e, quando combinadas com as condições climáticas adversas, criam um cenário alarmante para os ecossistemas e as comunidades locais.
Estratégias de prevenção e preparação
O combate aos incêndios no interior de Portugal tem se beneficiado de um conjunto diversificado de estratégias de prevenção e preparação. Uma das abordagens mais eficazes envolve a implementação de programas de sensibilização que buscam informar a população sobre a importância das práticas adequadas de manejo de florestas e da minimização de riscos. Esses programas frequentemente oferecem workshops e materiais informativos, permitindo que os cidadãos compreendam melhor como atuar proativamente em caso de incêndios e a relevância das práticas preventivas.
A limpeza regular das florestas é outra estratégia fundamental na mitigação do risco de incêndios. A acumulação de material combustível, como folhas secas e galhos, cria um cenário propenso para o início e a rápida propagação de incêndios. Portanto, ações como o desbaste e a remoção de resíduos florestais são promovidas em várias comunidades. Além disso, a prática de queimadas controladas se apresenta como uma técnica eficaz, quando realizada sob condições adequadas e com monitoramento, ajudando a reduzir a carga de combustível nas florestas e, consequentemente, o potencial de incêndios descontrolados.
Outro aspecto crucial da prevenção é a colaboração entre diferentes entidades. Associações de bombeiros, Organizações Não Governamentais (ONGs) e a comunidade local desempenham papéis vitais nesse esforço. A troca de informações e recursos entre essas partes garante uma resposta coordenada e eficiente em caso de emergência. Finalmente, a formação e capacitação de voluntários são indispensáveis, fornecendo a esses indivíduos as habilidades necessárias para atuar em situações de incêndio. Essa preparação não apenas fortalece a rede de apoio durante emergências, mas também estimula a resiliência da comunidade frente aos desafios que os incêndios florestais podem trazer.
Tecnologia e inovação no combate aos incêndios
A crescente ameaça de incêndios florestais em Portugal tem impulsionado o investimento em tecnologias inovadoras que visam aprimorar as estratégias de combate e prevenção. Uma das ferramentas mais promissoras é o uso de drones, que oferecem uma visão aérea detalhada das áreas afetadas. Equipados com câmeras de alta resolução e sensores térmicos, esses dispositivos permitem a detecção precoce de focos de incêndio, possibilitando uma resposta mais rápida por parte das equipes de emergência.
Além dos drones, imagens de satélite desempenham um papel crucial no monitoramento das condições climáticas e na identificação de áreas propensas a incêndios. Essas imagens são utilizadas para analisar a vegetação, a umidade do solo e outros fatores que podem influenciar o surgimento de focos. Essa abordagem baseada em dados permite que as autoridades planejem ações preventivas, otimizando o uso de recursos e minimizando riscos.
Sistemas de monitoramento em tempo real também têm se mostrado essenciais no combate aos incêndios. Com o uso de sensores e redes de comunicação, é possível acompanhar a evolução das chamas e as condições meteorológicas, garantindo uma coordenação mais eficaz das operações de combate. Essas inovações possibilitam um uso mais direcionado de recursos, como equipes de combate e equipamentos, aumentando a eficácia no controle das chamas.
As novas técnicas de combate, como o uso de retardantes e outros produtos químicos, apresentam vantagens adicionais em relação aos métodos tradicionais. Os retardantes criam uma barreira que impede a propagação do fogo, sendo utilizados para proteger áreas vulneráveis. A aplicação dessas tecnologias e metodologias inovadoras não apenas melhora a capacidade de resposta, mas também redefine as práticas de combate, contribuindo para um futuro mais seguro em relação aos incêndios florestais em Portugal.
Desafios e oportunidades futuras
O combate aos incêndios no interior de Portugal ainda enfrenta uma série de desafios significativos. Entre esses, destacam-se as limitações financeiras que impactam diretamente a capacidade de resposta e a implementação de medidas preventivas. Muitas vezes, os investimentos em tecnologias de monitoramento e em formação especializada para equipes de combate são insuficientes, resultando em uma resposta que pode ser lenta e ineficaz. Além disso, a falta de infraestrutura adequada em áreas rurais e de difícil acesso torna o combate aos incêndios mais complicado, exacerbando as consequências de um evento já devastador.
Com relação às oportunidades futuras, é imperativo considerar a implementação de políticas públicas que incentivem investimentos em um sistema de gestão de incêndios mais resiliente. Uma abordagem integrada, que envolva as comunidades locais, instituições de ensino e órgãos governamentais, pode promover uma maior conscientização sobre o cuidado com as florestas e a utilização de práticas de manejo sustentável. Por exemplo, programas de reabilitação de áreas afetadas por incêndios e a criação de corredores ecológicos podem contribuir para a mitigação dos riscos.
Além disso, a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias, como drones para monitoramento aéreo e sistemas de alerta precoce, podem ser oportunidades valiosas para fortalecer a resposta a eventos de incêndios. A promoção de parcerias público-privadas também se revela uma estratégia eficaz, pois pode unir esforços e recursos de diferentes setores na luta contra este problema. Essas iniciativas são cruciais para que o sistema de gestão de incêndios se torne não apenas mais eficaz, mas também mais sustentável no longo prazo.
Conseguir uma consulta presencial com o médico de família em Huelva não foi uma tarefa fácil durante a pandemia de coronavírus.
Nem o é quatro anos e meio depois, de acordo com os dados de sexta-feira, 13 de setembro, compilados pela UGT e também confirmados por pelo jornal Huelva Información.
O número médio de dias que um utilizador de um centro de saúde da capital de Huelva tem que esperar por uma consulta presencial solicitada no ClicSalud é de duas semanas, ultrapassando 14 dias em alguns dos centros.
É um fato que obriga os pacientes a fazer fila a partir das 7:00 horas nos centros de saúde para tentar conseguir uma das consultas marcadas para o dia, o que nem sempre é garantido de madrugada, como afirma o secretário-geral da União Provincial de Saúde e Setores Sócio-sanitários do CCOO de Huelva, Juan José Rodríguez.
O Plano de reestruturação destinado a reduzir os custos operacionais da Santa Casa da Misericórdia em 15%, será executado com a venda de património, a redução das rendas pagas, cortes no pessoal e introdução de novos jogos.
Este plano destina-se a enfrentar a queda nas receitas e o aumento dos custos, tendo sido aprovado pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho.
As medidas vão ser aplicadas até 2027, com o objetivo de reverter a crise da instituição.
A Alemanha ativou o fecho das suas fronteiras com os nove países vizinhos, na segunda-feira, numa decisão sem precedentes e que, eventualmente colocará à prova a unidade de União Europeia, segundo os especialistas.
A medida é considerada um golpe importante no princípio fundamental da livre circulação na União Europeia, também por estabelecer um precedente para qualquer outro Estado-Membro.
Visa diretamente quer redução da imigração irregular e os países abrangidos são a Áustria, a Polónia, a República Checa, a Suíça, a França, o Luxemburgo, a Bélgica, os Países Baixos e a Dinamarca.
A medida foi tomada ao abrigo das regras do Espaço Schengen, que prevêem a adoção de restrições temporárias nas suas fronteiras por uma série de razões específicas.
O rio Guadiana, um dos rios mais longos da Península Ibérica, desempenha um papel significativo na formação das paisagens e culturas de Portugal e Espanha. Abrangendo aproximadamente 744 quilômetros, esta hidrovia vital é originária da cordilheira Montes Universales, na província de Cuenca, Espanha, antes de fluir para o sul e fazer parte da fronteira entre essas duas nações.
O rio acaba por desaguar no Oceano Atlântico perto das cidade de Vila Real de Santo António e Ayamonte, em Portugal, criando um corredor geográfico e ecológico único.
Serpenteando por diversos terrenos, o Guadiana atravessa várias regiões significativas, incluindo os parques naturais e as cidades históricas que rodeiam as suas margens.
O curso de água desliza pelas províncias de Badajoz, na Espanha, e Alentejo, em Portugal, onde serve como fonte de vida e uma divisão natural.
O significado do rio estende-se além de sua narrativa geográfica; historicamente, atuou como uma rota comercial crucial, facilitando o comércio e o intercâmbio cultural entre várias civilizações, ao longo dos séculos.
Além disso, o Guadiana serviu como uma fronteira natural definidora durante vários períodos históricos, marcando divisões territoriais e influenciando os padrões de assentamento.
As cidades que se desenvolveram ao longo de suas margens, como Mérida e Juromenha, estão repletas de uma rica história, apresentando influências romanas, mouriscas e medievais que refletem a complexa tapeçaria de interações culturais moldadas pelo rio.
Os lugares encantadores que rodeiam o rio Guadiana não só incorporam a importância histórica desta notável via navegável, mas também encapsulam a sua beleza inerente e a vida vibrante que floresce nas suas imediações.
Must-Visit Towns and Villages
O rio Guadiana, que serve de fronteira natural entre Portugal e Espanha, não é apenas uma maravilha geográfica, mas também uma porta de entrada para várias cidades e aldeias encantadoras.
Cada local ao longo deste rio possui uma história única, rica cultura e uma infinidade de atrações que convidam à exploração. Uma das cidades mais notáveis é Vila Real de Santo António.
Localizada no lado português, esta vibrante cidade foi fundada no século 18 pelo Marquês de Pombal. Os visitantes podem admirar sua arquitetura neoclássica, particularmente a impressionante Praça Marquês de Pombal, que é cercada por belos edifícios de azulejos. A culinária local é uma delícia, com pratos de frutos do mar como sardinhas grelhadas e salada de polvo sendo os favoritos entre moradores e turistas.
O rio passa a Badajoz, uma cidade historicamente significativa na Espanha, cujo centro histórico apresenta a majestosa Fortaleza de Badajoz, que remonta ao século IX e oferece vistas panorâmicas do rio e arredores.
A rica história de Badajoz é evidente na sua arquitetura bem preservada, incluindo a Catedral Católica de San Juan Bautista.
Festivais culturais, como o famoso Carnaval de Badajoz, mostram o espírito vibrante da cidade, atraindo muitos visitantes ansiosos para participar das tradições locais. A cena culinária aqui também é notável, com influências da culinária espanhola e portuguesa, particularmente o delicioso jamón ibérico.
Outras aldeias encantadoras que pontuam as margens do rio Guadiana incluem Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana. Alcoutim, conhecida pelos seus pitorescos edifícios caiados de branco, tem uma atmosfera pitoresca à beira do rio, perfeita para passeios de lazer.
Enquanto isso, a vila de Sanlúcar de Guadiana cativa com suas paisagens intocadas e estilo de vida tradicional. Cada uma dessas cidades e vilarejos ao longo do rio Guadiana oferece uma rica tapeçaria de história, cultura e delícias culinárias, tornando-as paragens essenciais para qualquer viajante que busca experimentar o charme desta região pitoresca.
Natural Parks and Outdoor Activities
A área ao redor do rio Guadiana é conhecida por suas paisagens naturais deslumbrantes e diversos ecossistemas, tornando-se um destino privilegiado para os entusiastas do ar livre. Uma das áreas protegidas mais significativas nesta região é o Parque Natural do Vale do Guadiana, que se estende por Portugal e Espanha.
Este parque é caracterizado pelos seus vales fluviais de tirar o fôlego, falésias escarpadas e uma rica tapeçaria de flora e fauna a fornecerem um cenário idílico para várias atividades ao ar livre.
Os ecossistemas do Parque Natural do Vale do Guadiana abrigam uma grande variedade de vida selvagem, incluindo inúmeras espécies de aves, mamíferos, répteis e plantas únicas.
Os visitantes podem testemunhar a beleza deste habitat natural, que é particularmente vibrante durante as estações migratórias.
A observação de pássaros é uma atividade popular aqui, pois o parque abriga espécies raras, como a garça-roxa e o colhereiro. Os entusiastas podem explorar pontos de observação designados ao longo do rio para aprimorar ainda mais sua experiência.
Para quem procura aventura, o parque oferece inúmeros percursos para caminhadas que atendem a diferentes níveis de habilidade. Estes trilhos serpenteiam por paisagens pitorescas, oferecendo aos caminhantes a oportunidade de mergulhar na beleza tranquila do ambiente natural enquanto desfrutam de vistas panorâmicas sobre o rio Guadiana.
Além disso, andar de caiaque ao longo do rio oferece uma perspectiva única dos ecossistemas do parque e permite que os remadores encontrem a vida selvagem de perto.
A pesca é outro passatempo popular no rio Guadiana, com amplas oportunidades para capturar várias espécies de peixes de água doce e salgada.
Os pescadores podem desfrutar de momentos tranquilos ao longo das margens do rio, enquanto apreciam o ambiente sereno. Com sua mistura de parques naturais e atividades ao ar livre, a região ao redor do rio Guadiana é um paraíso para os amantes da natureza e caçadores de emoções.
Cultural Experiences and Local Events
A região ao redor do rio Guadiana, que faz fronteira com Portugal e Espanha, está repleta de ricas experiências culturais que refletem seu significado histórico e vibrantes tradições locais. Os visitantes desta área encantadora podem mergulhar em uma variedade de arte, música e festivais, cada um dos quais mostra a herança única de ambos os países.
A diversidade de experiências culturais disponíveis torna o rio Guadiana um destino fascinante para viajantes que procuram contatar com os costumes e tradições locais.
One of the highlights is the annual festivals that take place in various towns along the riverbank. In Portugal, the Festa de São Sebastião is celebrated with lively processions, traditional music, and vibrant dances, offering visitors a glimpse into the local spirituality and community spirit. Meanwhile, in Spain, the region comes alive with the Feria de la Tapa, where local delicacies are paired with music and dance, creating an atmosphere of camaraderie and celebration.
A expressão artística é proeminente nas cidades ao redor do rio. Galerias e estúdios de arte costumam apresentar obras inspiradas na paisagem e na história do Guadiana.
Os artesãos locais exibem orgulhosamente seus artesanatos, da cerâmica aos têxteis, contando histórias de seu legado ancestral por meio de suas criações. A música desempenha um papel vital nessas regiões, com gêneros tradicionais como o Fado em Portugal e o Flamenco na Espanha ressoando em vários locais, cativando o público com seu poder emotivo.
Além disso, as celebrações religiosas ao longo do rio Guadiana, como a Semana Santa, proporcionam uma compreensão mais profunda dos valores culturais das comunidades.
Esses eventos costumam atrair grandes multidões, apresentando procissões magníficas e rituais solenes que refletem tradições centenárias. Participar de tais encontros permite que os visitantes experimentem o tecido social da região e se envolvam com os habitantes locais em um nível mais pessoal.
Overall, the cultural experiences and local events along the Guadiana River present an extraordinary tapestry of life that showcases its artistic, musical, and spiritual richness, inviting all who visit to partake in the festivities that define this enchanting region.
O conselho de administração do Colégio de Economistas de Huelva visitou Ayamonte. No Centro de Congressos e Exposições conheceram as suas instalações e aproveitaram para conhecer melhor o modelo de cooperação que a Eurocidade do Guadiana representa e os projetos que esta entidade está a desenvolver.
O Colégio de Economistas de Huelva é uma instituição de grande relevância para a comunidade econômica, atuando como uma corporação de direito público que oferece uma série de serviços e benefícios para os profissionais da área.
Com o objetivo de garantir a profissionalidade e a ética na prática econômica, o Colégio desempenha um papel crucial na ordenação do exercício da profissão, na representação exclusiva da mesma e na defesa dos interesses dos economistas.
Entre as principais funções do Colégio, destacam-se a organização de atividades formativas, que são essenciais para o contínuo desenvolvimento profissional dos economistas.
Isso inclui cursos de atualização, seminários e workshops que abordam as últimas tendências e mudanças no campo econômico.
Além disso, o Colégio também se dedica a proteger a profissão contra o intrusismo, assegurando que apenas profissionais devidamente qualificados e registrados pratiquem a economia.
Outro aspecto importante do trabalho do Colégio é a colaboração com diferentes administrações públicas, estabelecendo acordos de cooperação social que beneficiam tanto os economistas quanto a sociedade em geral.
Essas parcerias permitem que o Colégio participe ativamente no desenvolvimento econômico e social, contribuindo com sua expertise e conhecimento especializado.
O Colégio de Economistas de Huelva também se responsabiliza pela supervisão ética da profissão, aplicando um código deontológico que todos os membros devem seguir.
Isso garante que os serviços prestados pelos economistas não só atendam aos mais altos padrões de qualidade, mas também sejam realizados com integridade e responsabilidade.
Segundo o Canal Alentejo, um idoso de 87 anos, desaparecido há três dias, foi encontrado com vida à Beira do Rio Guadiana
O homem estava desaparecido desde a tarde de domingo passado e foi encontrado com vida nas imediações do rio Guadiana, em Quintos, no município de Beja, tendo sido localizado por volta das 9:00 horas de quarta-feira passada.
O idoso teria saído de casa pelas 14h00 de domingo, após encontrar as chaves do automóvel. O último sinal do seu telemóvel foi registado às 17:00 horas de segunda-feira, em Mértola, antes do seu desaparecimento.