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  • Novos apartamento entregues em Alcoutim

    A iniciativa está enquadrada no âmbito do programa 1º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação e do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR).

    O projeto de reabilitação, com um custo total de 566.961,64€, beneficia de uma comparticipação de 213.131,76€ por parte do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), evidenciando o compromisso do Município em melhorar as condições habitacionais da população de Alcoutim.

    Após a conclusão das obras, a autarquia apresentou uma candidatura ao IHRU no dia 26 de setembro de 2022, no âmbito do 1º Direito, que foi aprovada, resultando na assinatura do contrato em 9 de maio de 2024. Este marco é considerado pelo município como um passo crucial, culminando o extenso processo com a atribuição de quatro apartamentos T2 e um T1 a cinco famílias, melhorando assim as suas condições de vida e assegurando o direito a uma habitação adequada, com o potencial de fixar estas famílias na região.

    Paulo Paulino, Presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, enfatizou a importância desta atribuição: «É nossa missão assegurar que todos os munícipes tenham acesso a uma habitação digna e apropriada. Este é um passo essencial para alcançar esse objetivo e estamos dedicados a prosseguir com o desenvolvimento da nossa Estratégia Local de Habitação.»

    A continuidade desta estratégia, releva a autarquia, é vital para garantir que mais famílias em Alcoutim tenham acesso a condições habitacionais superiores, promovendo o bem-estar e a qualidade de vida na comunidade.

    O Município de Alcoutim aproveitou esta oportunidade para reiterar o seu compromisso de «desenvolver políticas habitacionais que atendam às necessidades concretas dos seus habitantes, reconhecendo a habitação como um pilar fundamental para o progresso do concelho»

  • AS 114 casas do Parque do Cine-Foz


    Segundo as declarações prestadas pelo presidente da câmara municipal de Vila Real de Santo António, Álvaro Araújo, a autarquia emitiu um edital para que privados, que o quisessem, pudessem vender ao município casas para arrendamento acessível.

    Oficialmente é considerado como rendimento acessível rendas de valores mínimos à volta dos 260€ e valores máximos a rondar os 600€, sendo tido em conta a capacidade das famílias para efetuarem os pagamentos, em função de uma avaliação da taxa de esforço.


    A Greeprime, que pertence ao grupo Ferreira., segundo revelou o presidente na Assembleia Municipal, concorreu à execução de um projeto de construção de 114 casas, cujo modelo foi exibido e pode ser encontrado para consulta pública.

    Este projeto e a sua polémica localização foi levado à Assembleia Municipal de 27 Junho, uma vez que tinha associada uma isenção de taxas de construção como incentivo ao investidor que já trabalha e constrói habitação a custos controlados e outras, em todo o país e, no momento está a construir, no Algarve, em Faro, em Loulé, em Portimão.

    O presidente fez saber que teve «o cuidado de ir ver o andar modelo que estava a ser construído a custos controlados também em Faro. E fiquei muito agradado com aquilo que vi. Por acaso, na altura, disse: há aqui determinadas coisas que no nosso território têm que ter alteração, têm que sofrer alteração. E o senhor disse-me que se fizermos, isto é, se houver forma de nós vendermos as casas ao município, não haverá problema nenhum em fazer essas pequenas alterações».

    Álvaro Araújo sublinhou que «O empreendimento, como foi mostrado na sessão, é um empreendimento que tem os materiais de qualidade. Porque é assim, quando o financiamento vem do PRR e vem da Europa, a construção está obrigada a determinadas normas. Por exemplo, de eficiência energética, de eficiência hídrica, de segurança, de acessibilidade, de climatização. Tudo isso tem que ser avaliado. E por isso é que as casas são caras.»

    O projeto encontra-se, para consulta pública, disponível na Câmara Municipal.

    O presidente procurou desfazer os receios de que ali, naquela zona que os moradores vizinhos tem por nobre, porque as taxas de IMI são altas e os prédios tem construção cuidada, se ia construir um bairro social. ««Não são caixotes como as pessoas poderiam pensar», disse.

    Mas eu ficaria muito triste que nós não conseguíssemos executar este projeto. Porque ninguém vai ficar prejudicado e muita gente vai ficar beneficiada. Eu o que vos digo, eu sei que há pessoas que não gostam que eu fale assim, mas é verdade. Eu faço atendimentos e atendo pessoas que 99% dos temas é a habitação. Ainda na semana passada esteve lá um casal de jovens, com um filho e com outro que vem a caminho. E diziam, eu contei isto na sessão e aqui volto a dizer. E diziam, Sr. Presidente, nós estamos numa casa e estamos a ser despejados neste momento.

    O senhorio precisa da casa. Estamos a pagar uma renda de 400 euros. Eu olhei para ele e disse, nós não temos solução para vocês. Infelizmente o município não tem casa disponível.

    O dinheiro do PRR

    Sem o dinheiro do PRR a câmara municipal não poderá comprar «casa absolutamente nenhuma, porque o município não se pode endividar»

    O presidente diz-se «um bocado revoltado. É natural que fique, porque nós, este executivo, estas pessoas que estão aqui a dar a cara, e que dão a cara todos os dias de uma forma transparente, não querem mais do que resolver um problema grave que existe no nosso Conselho. Nós ficamos muito preocupados com o que acontece nos outros concelhos. Mas nós temos que nos preocupar é com o nosso concelho. E o problema da habitação é um problema grave».

    Negou que as casas já estejam atribuídas, e revelou que existe um universo de 1181 famílias que estão identificadas na Estratégia Local de Habitação. «Querem acreditar que todas essas famílias vão degradar, o que quer que seja?» Deixou a pergunta no ar.

  • Morte por violência doméstica em Espanha

    Seis mortos por violência doméstica em 24 horas, em Espanha, em menos de 24 horas., onde, em um dos casos, o assassino desmembrou a ex-mulher e os dois filhos, colocando os corpos numa câmara frigorífica.

    Os restantes crimes dizem respeito a um homem que estrangulou a namorada e a um outro que atirou sobre a companheira e a mãe desta, antes de se suicidar.

    O Governo de Pedro Sanchez convocou uma comissão de crise para debater o problema. O crime que vitimou três pessoas ocorreu em Cuenca, quando um homem, condenado por violência doméstica e prestes a entrar na prisão, matou a mulher e os filhos – de oito e três anos.

    A mulher encontrava-se num programa de acompanhamento de vítimas de violência doméstica, tendo sido colocada num grau de risco não elevado.

    O jornal «El País» revela outro dos casos que ocorreu em Granada, após um homem disparar sobre a ex-namorada, de 20 anos, e a mãe desta, suicidando-se de seguida.

    Em Málaga, um homem estrangulou a namorada e tentou matar-se. Em 2024, já morreram nove crianças por violência doméstica no país. É o maior número em 20 anos, a par de 2015.


  • Água extrema no Alentejo

    No Alentejo, fica aqui assinalado o fenómeno extremo, ocorrido em meia hora, quando, na aldeia de Brinches, Serpa, ocorreu a precipitação de 150 litros por metro quadrado, uma intensa «tromba de água» que provocou inundações em habitações e estradas e derrocadas de muros.

    Na zona mais baixa de Brinches, houve inundações, como explicou o presidente do Município de Serpa, João Efigénio Palma, registando-se móveis e eletrodomésticos destruídos pela água.

  • Bolsas artísticas solidárias em São Brás

    No âmbito das políticas sociais, o município de S. Brás, tendo por base a valorização das artes enquanto veículo de inclusão e coesão social, lançou um novo programa: as «Bolsas Artísticas Solidárias» destinadas apoiar, a partir do próximo ano letivo 2024/2025, jovens oriundos de famílias mais vulneráveis no desenvolvimento da sua formação artística.

    Ds artes visuais, a dança, o teatro, o cinema, a música entre outras áreas de formação cultural desenvolvidas por entidades locais e regionais, vão ser escolhidas as que promovam atividades não disponíveis no concelho, sendo as áreas abrangidas por estas bolsas.

    As candidaturas abrem em setembro e podem ser apresentadas por jovens dos três aos 25 anos, residentes no concelho.

    Anualmente, a Câmara Municipal lançará novo concurso, estabelecendo o número de bolsas a apoiar. O período de candidaturas será anunciado nos locais de informação pública e dos meios de divulgação do município. As candidaturas serão formalizadas no Centro de Apoio à Comunidade.

    A iniciativa do Município de São Brás de Alportel conta com a parceria do grupo de beneficência Helping Hands Algarve que conjuntamente com o Rotary Club Estoi de Palace International estabeleceram um acordo para apoio anual a esta iniciativa, em sintonia com o seu trabalho solidário, firmado a 6 de junho, pelo presidente da Helping Hands Algarve, Richard Brice, na presença do presidente do Rotary Clube de Estoi de Palace International, Richard Thorpe.