Etiqueta: água

  • Governo aprovou água para a freguesia do Espírito Santo

    O abastecimento também abrange a localidade de Mesquita, local perto da qual será criada a tomada de água do rio Guadiana, em articulação com a Águas Públicas do Alentejo e a Câmara Municipal de Mértola.

    Como medida adicional foi anunciado o apoio e financiamento da reabilitação das margens do rio Guadiana, entre Mértola e Pomarão, com o objetivo de melhorar a navegabilidade e combater o assoreamento.

    Esta decisão foi tomada na sequência de uma reunião com o presidente da Câmara Municipal de Mértola, Mário Tomé, alertou para a grave situação de escassez hídrica no concelho.

    Reuniões entre as equipas técnicas da APA e da Câmara Municipal de Mértola já estão agendadas para dar seguimento a estas medidas.

  • CIBAL debateu ciclo urbano da água

    Foi efetuada uma apresentação sobre a “Agregação das águas em baixa – Águas do Alto Alentejo, EIM”, pelo presidente Hugo Hilário, estando reunidos dez municípios do Alto Alentejo.

    O Plano de Avisos do Alentejo 2030 foi apresentado pela Secretária Técnica, Telma Guerreiro, e pelo Presidente da Autoridade de Gestão, Ceia da Silva.

    O Vice-Presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, Pimenta Machado, focou a sua intervenção sobre o Ciclo Urbano da Água e os desafios que se colocam aos municípios do Baixo Alentejo.

    Para além dos municípios do Baixo Alentejo, estiveram também representantes as Comunidades Intermunicipais da Lezíria do Tejo, Alto Alentejo e Alentejo Central.

  • Malas com água para sensibilizar

    Estas malas pretendem simbolizam a quantidade de água que cada turista pode poupar diariamente através de um uso mais consciente e responsável o recurso.

    Trata-se de uma campanha Save Water que, até ao final do ano, vai estar em outdoors publicitários na região do Algarve e em meios digitais nacionais e nos principais mercados emissores de turistas.

    A iniciativa contou com a presença do secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, do presidente da Região Turismo do Algarve, André Gomes, da vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal, Lídia Monteiro, e da Chief Operational Officer da ANA Aeroportos, Chloé Lapeyre.

  • Freguesia do Espírito Santo quer água do Guadiana

    Os municípios do Baixo Alentejo pretendem que o projeto, para além de servir para abastecer o Algarve, sirva a população local.

    A decisão aprovada, por unanimidade, durante a reunião do conselho intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL), que integra 13 dos 14 municípios do distrito de Beja.

    A CIMBAL deu nota que o projeto de captação de água do Guadiana para abastecimento ao Algarve, através de uma conduta adutora até à albufeira de Odeleite, no concelho de Castro Marim, esteve em consulta pública até 29 de abril e mereceu parecer negativo da Câmara de Mértola e da Associação de Municípios para a Gestão da Água Pública do Alentejo (AMGAP).

    O concelho de Mértola, lembra a CIMBAL, é um dos territórios mais suscetíveis à desertificaçãoe debate-se com escassez de água e elevado stress hídrico, agravados por períodos de seca mais prolongados”.

    Muitas das localidades do município de Mértola, são abastecidas com recurso a captações subterrâneas, e pudemos, por diversas vezes, testemunhar que, por largos períodos, o único recurso para o abastecimento público são os transportes frequentes com utilização de autotanque.

    Mais castigada é a freguesia de Espírito Santo, onde o projeto elaborado pela empresa Águas do Algarve, S.A. prevê a criação de uma captação de água superficial na zona estuarina do rio Guadiana, junto à povoação de Mesquita.

    Os autarcas entendem fazer todo o sentido existir uma conjugação de esforços que permita ajudar a solucionar o problema de falta de água nesta freguesia do concelho de Mértola, aproveitando o projeto de reforço de abastecimento de água ao Algarve.

    No documento, a comunidade intermunicipal exorta todos os envolvidos a procurar condições para o abastecimento público de água às localidades da freguesia do Espírito Santo, a partir do projeto proposto ou de outras soluções técnica e financeiramente mais convenientes.

    A tomada de posição vai ser remetida a diversas entidades, como o Ministério do Ambiente e Energia, Agência Portuguesa do Ambiente, Águas do Algarve, Águas Públicas do Alentejo e comissões de coordenação e desenvolvimento regional do Alentejo e do Algarve, entre outras.

    O projeto de captação de água do rio Guadiana no Pomarão para abastecimento ao Algarve, incluído no Plano Regional de Eficiência Hídrica daquela região, está avaliado em cerca de 61,5 milhões de euros e é apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

    O investimento permitirá reforçar a garantia e aumentar a resiliência do sistema multimunicipal de abastecimento urbano de água do Algarve, face aos efeitos esperados e já sentidos das alterações climáticas, segundo as conclusões do resumo não técnico do Estudo de Impacte Ambiental (EIA).

  • Abertas candidaturas no Algarve

    Foram abertas as candidaturas do Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve, no valor de 6,6 milhões de euros, destinadas ao apoio de projetos que promovam a gestão eficiente dos sistemas de abastecimento de água da região do Algarve.

    São principais beneficiários as entidades gestoras das redes de abastecimento de água, sendo elegíveis as operações que visem a redução de perdas reais nos sistemas de distribuição de água em baixa do Algarve.

    Abrangem principalmente a reabilitação de infraestruturas degradadas ou inadequadas para uma boa gestão de perdas reais, a gestão de pressões e a deteção de fugas em componentes da infraestrutura mais problemáticos em perdas reais.

    Trata-se do 4º Aviso e surge no âmbito da “Medida SM1 – Reduzir Perdas de Água no Setor Urbano”, gerida pela Comunidade Intermunicipal do Algarve.

    Esta medida integra três vertentes, a requalificação das redes de abastecimento de água; a instalação de zonas de medição; o controlo e criação de zonas de pressão controlada.

    No final da execução, as autoridades prevêm que estejam reabilitados 125 km de rede de abastecimento de água, em baixa, e que se contribua para uma redução de 2hm3 na procura de água nos sistemas naturais.

    O prazo para a apresentação de candidaturas decorre até ao dia 30 de setembro.

  • Aumento do custo da água anunciado em VRSA

    Esta subida, segundo a autarquia, apesar de ser de 16% resulta de uma limitação, em relação aos 50% previstos no contrato inicial, antes da revisão da tarifa de abastecimento de água. «Este reajuste tarifário visa exclusivamente incorporar o valor da inflação, conforme dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE)».

    Nos termos do contrato, a tarifa deveria ter sido atualizada anualmente desde 2020, explica a câmara municipal e «seria agora cerca de 50% mais cara. Não sendo possível à empresa continuar a manter o tarifário sem, pelo menos, incorporar a inflação, a empresa chegou a este acordo com o município, permitindo poupanças expressivas para os consumidores», justifica.

    O presidente da Câmara Municipal, Álvaro Araújo, esclarece que «esta revisão significa que o custo da água no concelho aumentará apenas 8 cêntimos por metro cúbico. Este valor não será significativo para quem tem consumos normais», e destaca o compromisso da autarquia em minimizar o impacto financeiro nas famílias do concelho.

    «O contrato atual entre a Câmara Municipal e a AdVRSA teve origem numa decisão do anterior executivo, em 2016, formalizada em 2018 e operacionalizada a partir de 2020. Este contrato incluía, além do valor da retribuição ao município, regras para a atualização extraordinária do preço da água e dos restantes serviços nos primeiros sete anos, incluindo as taxas de saneamento, valores que ao serem aplicados de forma integral iriam onerar e sobrecarregar os munícipes de forma incomportável», esclarece a autarquia em nota divulgada.

    O presidente também afirmou que «Caso não se tivesse chegado a este acordo, a falta de atualização das tarifas ao longo dos anos teria levado a um aumento de cerca de 50% em 2024. Além disso, haveria um montante superior a 4 milhões de euros em indemnizações compensatórias pelo incumprimento contratual», recorda Álvaro Araújo.