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  • AIP efectua estudos sobre mil PME portuguesas

    Para este pbjetivo, prepara-se, no âmbito do Portugal 2030, para «levar para o terreno um programa que promete envolver 1.000 PME, num conjunto de iniciativas que visam reforçar as suas competências na utilização e acesso a soluções de financiamento inovadoras».

    A AIP, através do SIAC Qualificação, integrado no programa Compete 2030, vai avançar, numa primeira fase, com o desenvolvimento de um «estudo de base comparativa internacional em países que utilizam com experiência significativa instrumentos de dívida e capital mais estruturados».

    Vai ser efetuada a comparação das PME portuguesas com as empresas de países mais avançados em termos de soluções de financiamento, casos do Reino Unido, Suíça, Noruega, Países Baixos, Itália, França, Alemanha, Singapura, EUA e Canadá.

    Depois, vão ser estruturadas 34 ações de sensibilização e de capacitação junto de um total de 1.000 PME nacionais.

    «Há muito tempo que a AIP trabalha na conceção e dinamização de projetos na área do financiamento. É uma das áreas críticas na atividade das PME», refere José Eduardo Carvalho, Presidente da AIP.

    O dirigente salienta a oferta de soluções de financiamento existente, designadamente as que envolvem cofinanciamento público e/ou partilha pública de risco, casos de soluções de capital e quase capital assim como as soluções de crédito, incluindo obrigações e ações, através do mercado de capitais.

    Está prevista, anotam, a organização, ao longo dos próximos meses, de um total de 25 webinares em que serão divulgados os resultados do benchmarking, e da apresentação de propostas de melhoria de soluções existentes e/ou de novas soluções de financiamento.

    A AIP pretende realizar oito bootcamps nas três regiões de convergência (Norte, Centro e Alentejo).

    Aparentemente com o Algarve de fora, as iniciativas visam «a capacitação direta dos participantes (empresários e gestores de PME) nas diversas temáticas definidas, assim como a experimentação através de casos práticos sobre metodologias e instrumentos financeiros disponíveis, com utilização de ferramentas adequadas».

    No final, será ainda realizado um seminário de encerramento, em que serão apresentados e disseminados os principais resultados da operação realizada pela AIP junto das PME.

    Neste evento este em que serão evidenciadas as boas práticas nacionais e internacionais, com casos de uso inovadores ao nível do financiamento e capitalização, e especificadas melhorias a introduzir nas soluções de financiamento e fiscalidade ajustadas às necessidades efetivas das PME.

    A AIP, é a mais antiga e representativa associação empresarial de Portugal, tem como missão a defesa dos interesses das empresas portuguesas, a dinamização do tecido empresarial português, procurando contribuir para o fortalecimento do associativismo empresarial.

    Procura fornecer serviços de qualidade a empresas e associados para que estas possam crescer de forma mais sustentável, num quadro competitivo justo, que lhes permita prosperar e, assim, ajudar a dar o impulso necessário à economia nacional.

    empresas
  • Estrutura de missão da Comunicação Social

    Trata-se da criação recentemente anunciada do PortugalMediaLab, a estrutura que terá por missão de assegurar a coordenação da execução e a monitorização das políticas públicas no domínio da comunicação social.

    A nova entidade para funcionar sob a alçada da Presidência do Conselho de Ministros, e terá como principal objetivo promover a sustentabilidade dos meios de comunicação social, reforçar a liberdade de imprensa e garantir a diversidade no panorama mediático nacional.

    A estrutura deverá ainda articular esforços entre diferentes ministérios e trabalhar na adaptação do setor aos desafios digitais.


    A APImprensa destaca a necessidade de um órgão independente que apoie o Governo na conceção e avaliação das políticas públicas, assegurando a qualidade, ética e liberdade de expressão no setor.

    A APImprensa prometeu reforçar a sua disponibilidade para colaborar ativamente neste projeto, com vista à qualificação dos meios de comunicação e à defesa dos direitos fundamentais.

    Lembrou que a sua proposta para esta matéria «sublinha que a regulamentação é essencial para garantir a qualidade e a ética na informação fornecida aos cidadãos».

    Sublinha que «A criação de um órgão independente que apoie o Governo na execução das políticas públicas, simplificação do quadro legislativo, cooperação internacional e fiscalização do cumprimento das normas é, pois, uma salvaguarda da liberdade de expressão, do pluralismo e da diversidade».

    Depois a APImprensa, alinha uma série de competências que esta estrutura deve contemplar, designadamente, o apoio na definição e avaliação das políticas públicas para os media; a execução das medidas atribuídas pelo Governo; «representação externa do Estado em matéria de comunicação social; cooperação com países lusófonos, em articulação com o Ministério dos Negócios Estrangeiros; aplicação e fiscalização dos incentivos estatais à comunicação social em articulação com as CCDR’s; estabelecimento de protocolos com entidades públicas e privadas; a organização de acervos documentais e gestão da publicidade institucional do Estado».