Etiqueta: prevenção

  • Estratégia de prevenção afinada no Algarve

    O planeamento do SGIFR está totalmente operacional e o Algarve dispõe de todos os instrumentos estratégicos de prevenção de incêndios aprovados, anunciou a CCDR do Algarve.

    Foia a 16 de dezembro que ocorreu a reunião deliberativa da Comissão Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais, presidida pela CCDR do Algarve, I.P..

    Nela foram aprovados os 16 Programas Municipais de Execução (PME) elaborados em estreita articulação com os Municípios e as diversas entidades responsáveis em razão da matéria.

    Estes programas são considerados pelas autoridades como fundamentais para a implementação da estratégia de prevenção de incêndios à escala municipal e consolidam a gestão multinível da gestão e prevenção de incêndios no Algarve.

    Estes PMEs são resultado da articulação entre os Municípios e as diversas entidades do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR).

    Com a aprovação destes instrumentos, o Algarve passa a ter todos os seus programas devidamente aprovados e preparados para execução.

    Este marco, considera a CCDR do Algarve «representa um avanço decisivo na proteção do território e das comunidades, reforçando o compromisso com o objetivo de um Portugal protegido de incêndios rurais, cujo risco se agrava em resultado das alterações climáticas».

    Os Programas Municipais de Execução adaptam à escala local as diretrizes estabelecidas no Programa Regional de Ação (PRA), publicado em Diário da República a 29 de novembro, alinhado com a estratégia definida pelo Programa Nacional de Ação (PNA).

    Estes programas identificam os projetos prioritários, os locais a intervir, os calendários de execução e os recursos necessários para a sua concretização. Elaborados pelos municípios, em articulação com as comissões municipais, são instrumentos fundamentais para garantir uma resposta eficaz e coordenada face aos desafios da região em matéria de incêndios rurais.

    Com esta aprovação, o Algarve pretende também afirmar-se como um exemplo de planeamento e execução estratégica, de concertação entre os Municípios e as diversas entidades com competências específicas, liderando o caminho do modelo multinível de gestão integrada dos fogos rurais.

  • Prevenção reforçada em VRSA

    O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê precipitação forte, vento com rajadas até 80 km/h e possibilidade de trovoadas.

    Para proteger a população e mitigar os impactos das chuvas intensas, através do Serviço Municipal de Proteção Civil, e em colaboração com os Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim, esta a aplicar várias medidas de prevenção no terreno, designadamente a limpeza intensiva de sarjetas e sumidouros; a inspeção das estações elevatórias e os cursos de água mais vulneráveis.

    Todas as forças de segurança e equipas de emergência estão em prontidão máxima, preparadas para intervir e mobilizar recursos em caso de necessidade.

    No âmbito da coordenação municipal ativa foi instalado um posto de coordenação municipal no Quartel dos Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim, que está em contacto permanente com todas as entidades envolvidas, para responder de forma eficaz a qualquer situação que possa surgir.

    Na tarefa participam as Juntas de Freguesia do concelho.

  • O relatório da sinistralidade


    Segundo o divulgado no Relatório de Sinistralidade a 24 horas e Fiscalização Rodoviária de março de 2024, no primeiro trimestre de 2024, foram registados menos acidentes, menos vítimas mortais e feridos leves. Contudo os feridos graves aumentaram.

    De janeiro a março de 2024 foram registados 8.268 acidentes com vítimas, 105 vítimas mortais, 552 feridos graves e 9.642 feridos leves no Continente e nas Regiões Autónomas.

    Em relação a 2019, o ano de referência para monitorização das metas de redução do número de mortos e de feridos graves até 2030, fixadas pela Comissão Europeia e por Portugal – registaram-se menos 153 acidentes (-1,8%), menos 15 vítimas mortais (-12,5%) e menos 419 feridos leves (-4,2%). Contudo, apuraram-se mais 19 feridos graves (+3,6%).

    No Continente, registaram-se 7.918 acidentes com vítimas, dos quais resultaram 103 vítimas mortais, 513 feridos graves e 9.254 feridos leves, durante o período em análise.

    Feita a comparação com o com o período homólogo de 2014, o número de vítimas mortais baixou (-1,9%), tal como o índice de gravidade (-15,5%). Em contrapartida, registou-se um aumento nos feridos graves (+17,1%), feridos leves (+14,4%) e nos acidentes (+16,0%).

    Comparativamente ao período homólogo de 2019, registou-se uma diminuição nos acidentes, nas vítimas mortais e nos feridos leves, com menos 131 acidentes (-1,6%), menos 14 vítimas mortais (-12,0%) e menos 393 feridos leves (-4,1%). Em contrapartida, houve mais 24 feridos graves (+4,9).

    Face ao primeiro trimestre de 2023, observaram-se aumentos em todos os indicadores, exceto no índice de gravidade. Registaram-se mais 251 acidentes (+3,3%), mais duas vítimas mortais (+2,0%), mais 17 feridos graves (+3,4%) e mais 337 feridos leves (+3,8%).